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    PARABÉNS!!!

    Jean Wyllys é agraciado com Comenda da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho pelo TST

    O deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ) foi um dos agraciados com a Comenda da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, concedida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) para aqueles e aquelas que tenham contribuído para o engrandecimento do país. A premiação aconteceu em Brasília na noite da quarta-feira, 08/08.
    Para Wyllys, o título de “Grande Oficial” recebido é mais um golpe no estigma negativo imposto a Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Tansexuais (LGBT). “Um homossexual assumido e orgulhoso de sua orientação receber essa condecoração ao lado de grandes autoridades é um choque nas representações negativas que ainda fazem de nós LGBT.” disse. “Isso é muito significativo para toda a nossa comunidade”.
    Bastante emocionado, Wyllys também reconheceu o quão significativo o título é para alguém que saiu da extrema pobreza de uma infância no interior de Alagoinhas: “Cresci em uma família muito pobre de pais semi-analfabetos e foi a educação o que me salvou. Acredito que ela pode salvar o Brasil”, disse o deputado, indicado para a condecoração pelo ministro Lélio Bentes Corrêa, do Rio de Janeiro.



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 14h51
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    Jean Wyllys entrará com representação criminal contra Jair Bolsonaro



    Desde o dia 14 de junho que o deputado divulga o chamado “vídeo de repúdio”, editando as falas dos palestrantes do Seminário “Sexualidade, Papéis de Gênero e Educação na Infância e na Adolescência”, que aconteceu no dia 15 de maio na Câmara Federal.

    Em nota para o Blogay, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) diz: “Em sua nona edição, o seminário reuniu importantes nomes do campo do direito, da psicologia, da academia e da educação, para discutir, principalmente, o impacto negativo que o bullying tem na escola e no acesso ao direito à educação de qualidade”.

    E completa: “Com o objetivo de ilicitamente alterar a verdade sobre o que foi discutido durante esse evento, o autor do referido vídeo de repúdio realizou uma vídeo-montagem com as falas das filmagens que se encontravam então disponíveis no site oficial da Câmara dos Deputados sobre o 9º Seminário LGBT. As imagens foram recortadas, as informações manipuladas, distorcidas e juntadas em uma colagem de má-fé que tem como único objetivo ofuscar as importantes e necessárias discussões que foram feitas durante o debate de profissionais sérios e dedicados”.

    Desde a divulgação do vídeo de Bolsonaro nas redes sociais, religiosos fundamentalistas o tem usado para espalhar ainda mais a intolerância e o medo infundado na população menos informada.

    Wyllys mais os palestrantes do seminário resolveram entrar com uma representação criminal contra Bolsonaro. Se aceita pelo Procurador Geral da República, caberá ao STF (Supremo Tribunal Federal) o julgamento do caso.
    Fonte: Homorrealidade

     

     



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 14h10
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    Distrito Federal:

    Conselho indica volta de professor que usou música sobre beijo gay

    Secretaria afirmou que vai abrir processo administrativo para apurar o caso. Grupo avaliou que houve violação dos direitos humanos com afastamento.

    O Conselho Distrital de Direitos Humanos recomendou à Secretaria de Educação a recontratação do professor de uma escola em Brazlândia que deixou de ter o contrato temporário renovado em 2009, conforme publicação no Diário Oficial do DF dessa quarta-feira (29).

    O professor de inglês Márcio Barrios usou em sala de aula, durante atividade pedagógica, uma música que faz referência ao beijo de duas mulheres, relata reportagem do DFTV 1ª edição. Ainda cabe recurso da decisão.

    A canção da norte-americana Katy Perry, usada no Centro Interescolar de Línguas de Brazlândia em 2008, diz: "Eu beijei uma garota e eu gostei do seu batom de cereja/ Eu beijei uma garota só para provar, espero que meu namorado não se importe".

    De acordo com Barrios, a escola e a Secretaria de Educação entenderam que a música não era adequada para estudantes no início da adolescência. A decisão do conselho, formado por 32 pessoas de diversas instituições do governo local e do Legislativo, considera que houve violação dos direitos humanos por parte da escola.

    De acordo com o conselho, um processo administrativo na Secretaria de Educação deve ser aberto para investigar a conduta da diretora, da vice e da coordenadora na época do incidente. Além da recontratação do professor, o conselho recomendou que as três servidoras participem de cursos sobre o assunto.

    A Secretaria de Educação informou, por meio de nota, que vai abrir processo administrativo para apurar o caso, mas que o professor só pode voltar às salas de aula após passar por novo processo seletivo, previsto para outubro.

    De acordo com o presidente do Conselho de Direitos Humanos, Michel Platini, a recomendação de cursos para as três servidores da escola serve para que elas aprendam a lidar com a temática. “[A medida serve para que] alunos e professores não vivam o que o professor Márcio viveu, essa angústia de tentar lidar com essa temática e ter essa privação”, disse Platini.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 12h39
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    Estados Unidos:

    Republicanos eliminam casamento gay do programa de governo

    Mitt RomneyO Partido Republicano dos Estados Unidos, do candidato Mitt Romney, aprovou na última terça-feira, 28 de agosto, durante sua Convenção Nacional em Tampa, na Flórida, um programa de governo que bane o casamento gay.

    A proposta, que será apresentada ao candidato republicano à presidência, contempla posições conservadoras sobre aborto e casamento gay, temas que dividem a campanha. Mitt Romney é contra o casamento gay e promete defender o "casamento tradicional" caso seja eleito em 6 de novembro.

    Já o Partido Democrata dos Estados Unidos, que tem o presidente Barack Obama como candidato à reeleição, quer incluir pela primeira vez o apoio ao casamento gay na sua plataforma eleitoral.

    Entre as outras medidas polêmicas do projeto do partido está a conclusão do muro na fronteira com o México e a promoção de leis estaduais contra imigrantes.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 21h18
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    29 de Agosto: Dia da Visibilidade Lésbica

    Por Fernanda Estima* em 29/08/2012 às 14h02

    29 de Agosto: Dia da Visibilidade Lésbica

    A lesbofobia, apesar de subnotificada, existe e atinge muitas de nós. O preconceito e violência continuam a ser uma realidade a mudar

    O dia 29 de agosto foi instituído como Dia Nacional da Visibilidade Lésbica a fim de tornar público esse segmento que, historicamente, esteve invisível. A data é uma referência à realização, em 1996, do I Seminário Nacional de Lésbicas (Senale), no Rio de Janeiro, evento que reuniu cerca de 100 lésbicas e mulheres bissexuais.

    Sair às ruas ou realizar atividades, debates para falar sobre visibilidade lésbica é motivado pela necessidade de afirmação, de celebração, mas também de discussão e reflexão sobre os estigmas, preconceitos e a lesbofobia, nome que damos às atitudes e ações decorrentes do ódio pelas lésbicas.

    Em pleno século 21 a sociedade ainda não respeita as mulheres que amam mulheres. As lésbicas habitam todas as regiões do Brasil, trabalham em diversas áreas, estudam, procuram lazer e diversão, vivem e sobrevivem nas metrópoles e interiores, nas cidades mais avançadas e nas mais reacionárias do país. Porém, a presença do amor entre mulheres ainda é mal visto pelas ruas, nos espaços públicos e também nos privados. A lesbofobia, apesar de subnotificada, existe e atinge muitas de nós. O preconceito e violência continuam a ser uma realidade a mudar.

    Em São Paulo, por exemplo, que é a cidade que realiza a maior Parada do Orgulho LGBT do mundo, nem por isso a vida das lésbicas é respeitada. A opressão machista e as regras patriarcais não permitem que a vida das mulheres que amam mulheres seja simples. Amar outra mulher é, de fato, um grande gesto de renúncia daquilo que se espera das mulheres. E por isso é intragável para muitos o fato de mulheres serem felizes sem a presença masculina. Lésbicas incomodam...

    Mas além de lutar contra a violência e preconceito, a invisibilidade de lésbicas tem como consequência maior vulnerabilidade destas mulheres em relação à sua saúde, educação, trabalho etc. Diante da ausência de informações específicas, profissionais de saúde, justiça e segurança pública têm dificuldades de perceber as necessidades deste público e atendê-lo adequadamente.

    Para que a gente possa construir uma sociedade de respeito e igualdade, que não oprima, ofenda ou mate, precisamos mostrar que as mulheres que amam mulheres - as lésbicas - existem e exigem viver em paz!

    E neste dia, que poderia ser só de festa e comemoração, não podemos deixar de denunciar mais um crime decorrente da lesbofobia. Lamentamos e estamos de luto em função do brutal assassinato de duas jovens lésbicas de Camaçari (BA), que morreram basicamente por serem mulheres e lésbicas. Nestas horas concluímos tristemente que devemos ir do luto à luta!
     

    *Fernanda Estima é jornalista e ativista do movimento de mulheres e LGBT de São Paulo

    Fonte: Dykerama



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 17h18
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    Canadá:

    Transexual masculino amamenta filho e provoca polêmica

    Trevor MacDonaldTrevor MacDonald é um transexual de 27 anos que mora no Canadá, na cidade de Winnipeg, e tem provocado polêmica ao ser o primeiro pai a amamentar seu filho. Nascido mulher, ele recorreu a métodos usados por pessoas que passaram pela mastectomia que o permitiram amamentar seu filho, Jacob, de 16 meses, e acendeu a discussão sobre o papel da amamentação.

    Trevor fez tratamento hormonal e aos 23 anos se tornou homem. “Eu continuo com os meus órgãos reprodutivos femininos, mas sempre me senti (e ainda me sinto) completamente masculino. Além disso, qualquer pessoa que me visse na rua não pensaria que sou outra coisa senão um homem.”

    Mas a atitude de amamentar o filho que teve com seu companheiro (Trevor se diz homossexual) não foi muito bem recebida La Leche League (LLL), uma organização internacional de apoio à amamentação. O pai e o orgão discordaram sobre a definição que cada um tem sobre maternidade.

    O principal motivo para Trevor informar-se sobre o assunto é garantir ao seu filho os nutrientes que apenas o leite materno possui. Através de um dispositivo conectado ao mamilo (o SNS), MacDonald conseguiu alimentar Jacob, contando ainda com a doação láctea para incrementar sua própria produção. A experiência ele dividiu no blog www.milkjunkies.net.

    Depois de desempenhar os papéis de mãe com seu filho, Trevor esperava se tornar um dos diretores dos grupos de suporte local do LLL, mas ele foi informado de que só poderia ocupar a função se fosse mulher. “A decisão da La Leche League do Canadá é discriminatória”, disse a PhD em paternidade e blogueira, Annie Urban, ao jornal Toronto Star. “Está na hora da LLL atualizar as suas regras e reconhecer que amamentação não é exclusividade materna, necessariamente.”

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h58
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    Empresa aérea é acusada de colar vibrador em mala de casal gay

     

    Empresa aérea é acusada de colar vibrador em mala de casal gay
    Um casal gay que voava de San José (Costa Rica) a Norfolk (EUA) está processando a Continental Airlines. Ao retirar uma das malas da esteira, Christopher Bridgeman e Martin Borger perceberam que havia um vibrador colado no lado de fora da bagagem. 

    O brinquedo sexual pertence ao casal e estava dentro da mala quando ela foi despachada. Depois, o vibrador foi retirado por terceiros e lambuzado com uma substância fedorenta.

    De acordo com o processo, os dois passageiros da empresa aérea "ficaram tão chocados e envergonhados com a situação que tiveram que solicitar a presença de amigos para deixar o aeroporto". 

    Christopher e Martin acreditam que os funcionários fizeram a "brincadeira" após perceberem que um vibrador estava na mala de um passageiro do sexo masculino - havia um cartão de identificação preso a ela. 

    O casal processa a empresa por danos morais e emocionais, invasão de privacidade e negligência, segundo o Courthouse News Service.
    Fonte: Gay1



    Escrito por ligeirinho45 às 12h54
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    Suposto amante de John Travolta diz que o ator era insaciável na cama

     

    Suposto amante de John Travolta diz que o ator era insaciável na cama

    Lembra do bafão que dizia que John Travolta foi amante do seu piloto por seis anos durante os anos 80? Pois bem, Doug Gotterba, o piloto em questão, resolveu abrir a boca para o tablóide americano "National Enquirer".

    Doug, que agora tem 62 anos, disse que os dois se conheceram em 1981, quando o ator o entrevistou para ser seu piloto pessoal.

    O romance dos dois teria começado após um jantar em Carmel, na Califórnia, aonde Travolta teria dado em cima dele.  Do restaurante, os dois partiram para o hotel. "Ele fez a massagem em mim e depois aconteceu o algo a mais", contou Doug para a publicação.

    Parece que Travolta era um tarado! De acordo com o piloto, ele nunca estava satisfeito na cama e gostava de transar com vários parceiros ao mesmo tempo. Tem mais, Doug disse ainda que ele queria fazer um vídeo íntimo dos dois.

    Segundo o piloto, a última vez que eles se viram foi em 1992, época em que o ator se casou com Kelly Preston. Doug ainda relatou o último diálogo que teve com Travolta. "Agora que você se casou, o que você prefere: mulher ou homem?", perguntou. "Continuo preferindo homem", teria respondido o ator. Então tá!

    Fonte: ACAPA



    Escrito por ligeirinho45 às 12h49
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    "O amor entre mulheres em Roma" Por Regina Navarro Lins


    Por Regina Navarro Lins

    Dica de Augusto Martins 

    Enquanto as práticas homossexuais masculinas eram geralmente toleradas, as femininas eram censuradas na Roma Antiga. O sexo entre mulheres era taxado de monstruoso, ilegal, libertino, anormal e vergonhoso. Por outro lado, a homossexualidade feminina pode ter feito parte da sociedade romana tanto quanto a masculina, se acreditarmos nas diversas observações depreciativas dos escritores dos séculos I e II – como Sêneca, Martial e Juvenal. 


    Os médicos tendiam a ver o erotismo homossexual feminino como uma “doença” que se manifestava através de sintomas masculinizados. Soranus, o notável médico grego que atuou em Roma no século II d.C., acreditava que a causa desses sintomas era a condição física de algumas mulheres que possuíam o clitóris dilatado. Como costumavam compará-lo com o pênis, imaginavam que a mulher com tal anatomia tinham herdado esses atributos “ativos” dos homens, em vez dos atributos “passivos” considerados naturais numa mulher. Soranus e outros médicos aconselhavam a clitoridectomia, ou seja, a extirpação do clitóris.

    Trecho de O Livro do Amor, de Regina Navarro Lins. Lançamento: 2012.
    Fonte: Homorrealidade



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 12h47
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    MG: Varginha arma programação LGBT em setembro

    PROGRAMAÇÃO DA 4° PARADA DO ORGULHO LGBTTS DE VARGINHA/MG.

    PROGRAMAÇÃO:

    Dia 18 de setembro (terça-feira) às 19h – Abertura da III Semana da Diversidade Sexual de Varginha, no Theatro Capitólio.

    Dia 18 de setembro (terça-feira) às 20h – Filme (Documentário) “Profissão Drag Queen” – Duração 75 min.

    Dirigido por Leandro Manhães, o documentário trás uma narrativa contados pelos próprios protagonistas da história, de cara limpa, sem perucas e maquiagens. “Profissão Drag Queen”, conta a história e trajetória dos três dos maiores personagens “drag queens” da noite paulistana: Amanda Di Polly, Dimmy Kieer e Silvetty Montilla, que ficaram conhecidas em todo território nacional após apresentarem juntas o quadro “Fadinhas Safadinhas” no Programa da Eliana do SBT. O documentário também conta com depoimentos de alguns outros personagens da noite paulistana, como o empresário José Vitor Sofredini, proprietário da mais famosa casa noturna de shows dirigido ao público LGBT, a Blue Space. A apresentação do documentário será no dia 18 de setembro às 20h, no Theatro Capitólio. Onde o convite estará condicionado a troca de 1 kg (um quilo) de alimento não perecível, ou duas caixinhas de 1(um) litro de leite. Onde o arrecadado será distribuído para as entidades assistenciais de Varginha.

    Dia 19 de setembro (quarta-feira) às 20h – Debate

    No auditório da Ong AMAR – Associação de Amparo as Mães de Alto Risco, localizada na Rua José Gomes Nogueira, 130 – Vila Pinto. O GGV em parceria com… promoverá um debate os o tema discutido será a importância do combate à homofobia dentro do convívio familiar. A entrada será franca.

    Dia 20 de setembro (quinta-feira) às 21h – II Troféu GGV de Cidadania

    Em sua segunda edição, o “Troféu GGV de Cidadania” dedicará a noite a homenagear personalidades que ajudaram e contribuíram com o movimento LGBT em nossa cidade .

    Dia 21 de setembro (sexta-feira) às 20h – Primeiro Miss Gay Varginha

    Uma noite de luxo, beleza, elegância e glamour, o “Primeiro Miss Gay Varginha” traz para as passarelas de Varginha, candidatos de toda região para essa disputa, onde será eleita a miss mais linda. A entrada será 1 kg (um quilo) de alimento não-perecível, ou 2 (duas) caixinhas de leite. Onde o arrecadado será distribuído para as entidades assistenciais de Varginha.

    Dia 22 de setembro (sábado) às 10h – Campanha de Prevenção & Conscientização do Sexo Seguro.

    Na manhã do sábado 22 de setembro, o GGV estará pelo calçadão da Avenida Wenceslau Brás, promovendo uma campanha de prevenção e conscientização da população para o sexo seguro. Pois invariavelmente, sendo heterossexual ou homossexual, o sexo seguro é a forma mais eficaz para combater a disseminação de doenças sexualmente transmissíveis.

    Dia 22 de setembro (sábado) às 23h – IV Pré Parada do Orgulho Gay

    Abrindo os festejos para a IV Parada do Ogulho LGBTS de Varginha, XXX promoverá uma festa com muito agito, diversão e música. Um pré-aquecimento para a Parada. Com elenco a ser definido.

    Dia 23 de setembro (domingo) às 12h – IV Parada do Orgulho LGBTTS de Varginha

    Concentração, a partir do meio-dia na praça do ET, no centro de Varginha com trio-elétrico e apresentação da cultura LGBTS. O GGV fará sua militância em favor a defesa dos direitos dos homossexuais, trazendo essa ano o tema: “A VERDADEIRA FAMÍLIA DIZ NÃO À HOMOFOBIA – Respeito, um valor que vem de berço. A família unida contra o preconceito; e na luta pela constituição de nossos direitos.” Com a presença da Madrinha da Parada “Dimmy Kieer”, o Dicésar, conhecido nacionalmente por participar do reality show “Big Brother Brasil” e atualmente trabalhando como repórter especial para o Programa da Eliana no SBT.

    Dia 23 de setembro (domingo) às 19h – IV Festa Pós-Parada

    Festa que ocorrerá logo após o encerramento da “IV Parada do Orgulho LGBTTS de Varginha”, dando fim aos festejos da “III Semana da Diversidade Sexual de Varginha”, com a presença de todo o elenco da Parada e um super show, exclusivo da Drag Queen “Dimmy Kieer”.

    Dia 29 de setembro (sábado) às 23h– Ressacão da Parada  (Operaria – Rua Silva Bittencourt nº 500 – Centro)

    Fechando o mês de setembro e as festividades da “IV Parada do Orgulho LGBTTS de Varginha”, trazemos uma festa com os melhores DJs e drag queens da região em uma super produção.

    Fonte: Portal Diz Aí



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 12h04
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    Estatuto da Diversidade Sexual busca assinaturas para ser levado ao Congresso

    Ajude a levar o Estatuto da Diversidade Sexual ao Congresso. 

    Adesão Individual

    Você ainda pode ajudar a fazer com que o Estatuto da Diversidade Sexual, que garante direitos igualitários aos LGBT, seja apresentado ao Congresso Nacional, em Brasília, como uma proposta de iniciativa popular. Um abaixo-assinado online está reunindo assinaturas para levar a proposta adiante e garantir mais direitos à população LGBT.

    “É a forma de a sociedade reivindicar tratamento igualitário a todos os cidadãos, independente de sua orientação sexual ou identidade de gênero”, aponta Maria Berenice Dias, presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) e uma das idealizadoras da proposta, completando que “é chegada a hora de ser aprovada uma lei que assegure os direitos à população LGBT. Também é indispensável a criminalização da homofobia e a adoção de políticas públicas para coibir a discriminação.

    Ainda segundo ela, “este foi o compromisso assumido pelas Comissões da Diversidade Sexual da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de todo o País, que muito se empenharam na elaboração de um projeto de lei incorporando todos os avanços já assegurados pela Justiça”.

    Para assinar pela apresentação do Projeto do Estatuto da Diversidade Sexual acesse http://bit.ly/IYDpuG. Mais informações também no Facebook: www.facebook.com/estatutodiversidade. A íntegra do texto pode ser conferida no site 
    http://www.direitohomoafetivo.com.br/

    Fonte: mixbrasil



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    Escrito por ligeirinho45 às 11h45
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    Psicólogo e candidato a vereador reúne jovens contra a homofobia no Rio


    Passados mais de 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, ainda estamos longe de atingir os ideais de tolerância e dignidade nela propostos. No Brasil, ainda que os homossexuais configurem estimados 10% da população, a discriminação em decorrência de orientação sexual e identidade de gênero ainda é enorme e violenta, impondo marginalização, dor e sofrimento a milhares de pessoas. 

    Dados recentes do Grupo Gay da Bahia revelam que um homossexual é assassinado a cada 26 horas no país. Foram 165 mortes apenas no primeiro semestre de 2012, confirmando a tendência crescente de crimes de ódio dos últimos anos e a vergonhosa posição do Brasil de campeão mundial em mortes por homofobia. Outros dados alarmantes apontam que bullying e discriminação fazem com que o índice de suicídio entre jovens gays seja de 3 a 7 vezes maior que entre os héteros. 

    Pensando nisso, Eliseu Neto, psicólogo e candidato do PPS ao cargo de vereador pelo Rio de Janeiro, vai mobilizar jovens nesta quinta-feira, para discutir estas e outras questões no "Seminário de Diversidade Sexual e Combate ao Bullying e à Homofobia". 

    O evento suprapartidário, nasceu da necessidade de convergência de todos os esforços possíveis nesta questão. Participe!


    Data: 30 de agosto 
    Hora: 18h30 às 22h 
    Local: Instituto Amai-vos - Praça Tiradentes, 73 - 2° andar (próx. metrô Carioca) - Centro - Rio de Janeiro



    Fonte: Superpride



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    Escrito por ligeirinho45 às 11h38
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    Pela primeira vez, pai homossexual tem direito a salário-maternidade

    Segundo o órgão que assegurou o direito, foi levado em consideração a concessão do benefício para um homem e não para casal homossexual

    Uma decisão inédita concedeu o direito de receber salário-maternidade a uma união entre dois homens. O julgamento do CRPS (Conselho de Recursos da Previdência Social), unânime entre os conselheiros, foi baseada nas análises da Constituição Brasileira e do ECA (Estatuto da Criança e Adolescência), que garantem o direito da criança aos cuidados da família e a concessão do benefício pelo INSS a uma segurada, ou segurado, que também mantém união homossexual.

    No julgamento, o segurado argumentou que todos direitos são iguais perante a Constituição e a decisão pelo veto seria um caso de discriminação, por já ter favorecido para uma união entre duas mulheres.

    “Eu e meu companheiro queremos ter o mesmo direito de cuidar de nosso filho, assim como as duas mulheres tiveram. Além disso, os cuidados e atenção são um direito da criança, não meu ou do meu companheiro. Quem sabe com essa decisão outras crianças possam ter o mesmo direito”, recorreu.

    Segundo o presidente do CRPS, Manuel Dantas, o fato do segurado manter uma relação homossexual não interferiu no julgamento do caso. O que foi levado em consideração é a concessão de salário-maternidade para um homem. A decisão, porém, vale apenas para o caso específico. Para que todos os homens tenham direito, o INSS teria que mudar as normas que regem a concessão do benefício. Enquanto as normas não forem alteradas, as pessoas precisarão entrar com recursos.

    Fonte: Administradores.com



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    Escrito por ligeirinho45 às 22h52
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    Bahia:

    Secretaria do Turismo promove capacitação para atender público LGBT

    A Bahia está se preparando para qualificar o receptivo de turistas do segmento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais). A ação faz parte do planejamento para a Semana da Diversidade, que será realizada de 1º a 9 de setembro, em Salvador, que terá a Parada do Orgulho Gay, no dia 9. Nesta terça-feira (28/08), o Governo do Estado, por meio da Secretaria do Turismo e Bahiatursa, realizou uma oficina de capacitação em atendimento para o turismo LGBT, na sede do Serviço de Atendimento ao Turista (SAT), no Pelourinho.

    A superintendente de serviços turísticos da Setur, Cássia Magalhães, explica que o objetivo do governo é transformar a Semana da Diversidade em um grande evento turístico na cidade, para, no médio prazo, convertê-lo em um novo produto que possa ser comercializado por agências e operadoras. “Por isso, estamos promovendo essa capacitação, para melhorarmos a recepção e afastarmos qualquer sinal de preconceito, desde o atendimento até a abordagem”, afirmou Cássia.

    A aula, que teve duração de quatro horas, abordou temas como diversidade e a qualidade de atendimento ao turista LGBT. Participaram da oficina, profissionais como guias de turismo, policiais militares e civis, recepcionistas e gerentes de hotéis.

    Fonte: Mundo Alternativo



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    Escrito por ligeirinho45 às 19h00
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    10ª Parada Gay de Cuiabá terá o apoio de Igreja da cidade

     

    10ª Parada Gay de Cuiabá terá o apoio de Igreja da cidade
    Na próxima sexta (31), Cuiabá, no Mato Grosso, recebe a sua 10ª Parada Gay. Neste ano, a manifestação contou com o inusitado apoio da Igreja da Comunidade Metropolitana,  instituição religiosa protestante, fundada na década de 60 nos Estados Unidos.

    "Somos uma igreja inclusiva, onde todos são vistos como filhos de Deus e entendemos que a sexualidade é uma dádiva de Deus", declarou César Loyola, responsável pela igreja, ao portal "Expresso MT".

    A 10ª edição da Parada Gay de Cuiabá terá como tema "Homofobia tem cura: educação e criminalização". O percurso deste ano foi alterado, a manifestação sairá da Avenida Historiador Rubens de Mendonça até o Centro Político Administrativo.

    Fonte: ACAPA



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 18h59
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    Após aprovar lei, Buenos Aires tem 1ª professora transexual

    Melisa, que se chamava José, se tornou a primeira professora primária transexual de Buenos Aires. Foto: Clarín web TV/Reprodução

    Melisa, que se chamava José, se tornou a primeira professora primária transexual de Buenos Aires
    Foto: Clarín web TV/Reprodução

    Após as férias escolares de inverno na Argentina, onde uma lei que reconhece a escolha de "identidade de gênero" foi aprovada no último mês de maio, se tornou a primeira professora primária transexual de Buenos Aires ao se apresentar com sua nova certidão, informou a imprensa local nesta terça-feira.

    Melisa, que anteriormente se chamava José, resolveu alterar seu nome na certidão de identidade após a aprovação da nova lei e depois de ter comunicado sua decisão às autoridades educativas da capital argentina, que aceitaram a mudança proposta pela professora.

    "Minha obrigação de ser coerente com meus sentimentos mais profundos me levou a dar este passo transcendente em minha vida, uma vida que nunca seria plena se eu não manifestasse a essência do meu próprio ser, que é profundamente feminino", declarou Melisa em uma carta às autoridades educativas.

    Em declarações ao jornal Clarín, a professora transexual, que leciona há 22 anos e também realiza oficinas de xadrez em diversas escolas públicas de Buenos Aires, contou que faz oito anos que "se sente uma mulher com órgãos genitais masculinos". "Finalmente, eu posso dormir tranquila", assinalou Melisa, cujo sobrenome não foi divulgado.

    Enrique Samar, diretor da escola portenha onde Melisa trabalha, assegurou que a maioria dos pais e meninos aceitou essa decisão, a qual foi comunicada às famílias dos alunos no mesmo dia em que eles souberam da nova identidade de sua professora.

    No último mês de maio, o Senado argentino aprovou por unanimidade uma reforma do Código Civil que outorga o direito das pessoas ao "reconhecimento da identidade de gênero". Desta forma, as pessoas podem alterar seus nomes em seus documentos identificação.

    Essa iniciativa também se adéqua com a lei aprovada pelo Parlamento argentino em 2010, a qual respalda o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a primeira deste tipo na América Latina.

    Fonte: Terra



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    Escrito por ligeirinho45 às 15h53
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    Estados Unidos:

    “Stribild” novo comprimido único para tratamento contra o HIV é aprovado

    Vírus é o causador da Aids, que não tem vacina ou cura. Medicação reúne quatro drogas em uma e deve ser tomada uma vez ao dia.

    StribildA agência de vigilância sanitária dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (27) o uso de um novo remédio contra o HIV, o vírus que causa a Aids. O medicamento combina quatro drogas em apenas um comprimido para ser tomado uma vez ao dia por pacientes adultos que estão iniciando o tratamento.

    A medicação será vendida com o nome comercial “Stribild” e é produzida pela farmacêutica Gilead. A empresa já comercializa outras duas combinações de remédios contra o vírus em um comprimido único: Atripla e Complera, que reúnem três medicamentos cada.

    Na maioria dos casos, o tratamento contra o HIV consiste de um grupo de medicamentos, que devem ser tomados em diversas horas do dia: é o chamado “coquetel contra Aids”.

    O novo remédio, como os outros, é apenas um tratamento contra os sintomas da doença, que destrói o sistema de defesa do organismo. A infecção por HIV ainda não tem cura ou vacina. Para evitar o contágio, é preciso usar camisinha nas relações sexuais e usar agulhas e seringas descartáveis, quando necessário.

    Fonte: Mundo Alternativo



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    Escrito por ligeirinho45 às 14h52
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    Falta de apoio do Poder Público força adiamento de jogos gays do Brasil

    Jogos Nacionais da Diversidade são adiados

    O Brasil programou para realizar em novembro os Jogos Nacionais da Diversidade (JODS), torneio organizado pelo Comitê Desportivo GLS do Brasil (CDG-Brasil) que seria sediado na cidade de Campo Grande, mas que foi adiado devido a uma falta de comunicação entre organizadores e Poder Público.

    A competição foi transferida para o mês de junho e será realizada na cidade de São Paulo em meio à programação da Parada do Orgulho LGBT. Em entrevista ao Mix, o presidente do CDG, Érico Santos, esclareceu que o comitê organizador em Campo Grande, que unia prefeitura e governo estadual, não fez a captação de apoiadores por meio de Lei de Incentivo ao Esporte.

    “Eles não indicaram as empresas. E em época de eleição, os cargos de secretaria mudam, as pessoas que haviam firmado o acordo não estão mais no poder. Teve ainda uma falta de comunicação interna que nos prejudicou”, conta Érico, completando ainda que “de semana em semana eles ficavam dizendo que iam mandar a listas das empresas, mas o prazo ficou apertado demais e, como não mandaram, tivemos que transferir para não perder credibilidade”.

    O titular do CDG-Brasil se diz “entristecido” e revela que “metade das coisas já estava encaminhada para a realização do evento. O Brasil inteiro estava se mobilizando, tivemos o preenchimento de quase 20 por cento das inscrições somente nas duas primeiras semanas”. De acordo com as expectativas, agora frustradas, “no máximo em um mês e meio de inscrições todas as vagas estariam preenchidas”.

    As inscrições por enquanto estão pausadas e serão reabertas em novembro, quando entra no ar também um novo website da competição. Para participar, não é preciso ser atleta profissional porque o objetivo é promover a integração entre as pessoas. Também não é preciso ser LGBT. Só podem se inscrever pessoas a partir de 16 anos (com autorização dos pais para quem é menor de 18 anos).


    Fonte: mixbrasil



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    Escrito por ligeirinho45 às 14h19
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    29 DE AGOSTO - DIA DA VISIBILIDADE LÉSBICA

     

    Colunista relembra colaboração de Virginia Woolf para visibilidade lésbica

    Virginia Woolf (1882-1941), nome de grande expressão na comunidade lésbica, fundadora da primeira Editora GLS da História - a Hogarth Press - ajudou a difundir trabalhos  de muitas escritoras e poetas.

    Usando sua reputação pessoal e o poder de penetração da Hogarth, deu visibilidade a causas pacifistas, esquerdistas, liberais e feministas, como o direito de voto para a mulheres. Apesar de recusar diversos prêmios e honras acadêmicas, Virginia Woolf aceitou receber um prêmio literário importante concedido apenas a escritoras: o “Fémina”, em 1938.

    A faca de dois gumes
    Portadora de psicose maníaco-depressiva, oscilava entre a euforia e a depressão -  “a faca de dois gumes” como ela definia sua doença - não tinha um ritmo constante de produção literária, apesar do sucesso de crítica e de público, até nossos dias.

    O sofrimento piorou e, após diversas tentativas mal sucedidas, Virginia cometeu suicídio por afogamento, no Rio Ouse. 

    Luzes e sombras
    Adeline Virginia Stephen Woolf, escritora, crítica literária, conferencista e editora, nasceu e cresceu em uma família culta, onde o pai - Leslie Stephen - renomado homem de letras era o modelo a ser perseguido e a mãe, mulher belíssima, um ideal também inatingível.

    Criada em ambiente sofisticado, Virginia apresentou desde menina uma personalidade angustiada. A adolescência foi marcada por uma sequência de perdas (mãe e dois irmãos), agravando a doença mental que a acompanhou por toda vida. 

    O Grupo de Bloomsbury
    A família mudou-se para Bloomsbury, um bairro londrino que veio a dar nome a um grupo de artistas e intelectuais. O movimento começou com o irmão de Virgínia, Thoby, e seus amigos da Universidade e continuou com encontros semanais, nas noites de quinta-feira, que causaram uma combustão espontânea de idéias e novas atitudes.

    Era uma espécie de tertúlia, onde se discutiam arte, literatura e notícias políticas sobre pacifismo e socialismo. Este círculo literário, que tinha grande abertura para as experiências eróticas e hostilidade em relação às convenções sociais teve enorme importância na história da homossexualidade entre a classe dominante, na Inglaterra da primeira metade do século XX.

    Depois da morte de Thoby, Virginia junto com a irmã sobrevivente – a pintora Vanessa Bell - organizou uma rotina de trabalho constante. Educadas em casa (na biblioteca do pai) por preceptores e professores, as duas irmãs entraram juntas na Universidade de Cambridge.

    Nasce a Hogarth Press
    Em 1912, Virgínia casou-se com Leonard Woolf, também membro do Grupo de Bloomsbury. Já em 1917, Leonard e Virginia aprenderam a usar impressora e fundaram a editora Hogarth Press, como tentativa de engajar Virginia num trabalho prático para, de alguma forma, aliviar sua angústia constante. 

    A Hogarth Press, que funcionou a princípo na sala de jantar da mansão do casal, (Hogarth House em Richmond, Inglaterra) além de dar a Virginia a liberdade de escrever o que desejasse, numa iniciativa pioneira para a época, publicou trabalhos de vários escritores, sendo considerada a primeira editora exclusivamente GLS.

    A primeira obra publicada - "Two Stories", escrita pelo casal - foi ilustrada por Dora Carrington.

    Engajamento GLS
    Em 1921, a Editora, agora com equipamentos mais sofisticados, mudou-se para a Tavistock Square. Continuou a publicar livros dos mesmos autores e mais os da escritora Vita Sackville-West, com quem Virginia vivenciou um tumultuado romance. 

    Traduções da moderna literatura russa da época (Chekhov e  Dostoevsky) foram introduzidas no catálogo da Hogarth, assim como as novelas de Virginia. Entre 1917 e 1946, foram publicados 525 títulos (34 feitos à mão pelos Woolfs) incluindo traduções das obras de Sigmund Freud, trabalhos de. T.S. Eliot, E.M. Forster, Katherine Mansfield, Robert Graves, H.G. Wells  e muitos outros.

    Ousadia na independência
    Vanessa Bell, que sempre colaborou com a irmã e o cunhado desenhando as capas dos livros, criou a logomarca da empresa: uma cabeça de lobo estilizada. A fama da Editora tinha a ver diretamente com a proeminência de seus proprietários, que puderam ousar publicações experimentais, baseadas no seu gosto pessoal.         

    A Hogarth Press foi operada pelo casal até o final de 1938, quando Virginia vendeu sua parte na sociedade a John Lehmann. Ele e Leonard Woolf tocaram a empresa até 1946, quando foi vendida aos diretores da  Chatto & Windus, que continuaram a publicar de acordo com a tradição e orientação originais.


    Fonte: Thereza Pires/mixbrasil

     

     



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 14h04
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    Homossexuais dizem sofrer preconceito no mercado de trabalho em MG

    Pesquisa também reforça que preconceito existe em Uberlândia (MG).
    Advogado afirma que empresa deve-se pautar pela aptição da pessoa.

    O respeito à diversidade sexual no ambiente de trabalho. Em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, algumas pessoas reclamam que não conseguem emprego por ser homossexual. Pesquisa também afirma que muitos homossexuais dizem sofrer preconceito na briga por uma vaga no mercado de trabalho.

    Aos 16 anos, uma pessoa que não quis se identificar, começou a procurar emprego em Uberlândia, mas não conseguia. Segundo ele, o motivo foi o preconceito contra a opção sexual. “As pessoas falavam que não ia dar certo porque já tinham arrumado outra pessoa. Eles sempre tinham uma desculpa para não colocar pessoas como eu no mercado”, disse.

    Os dois trabalhos que conseguiu não deram certo e ele começou a fazer programa como travesti à noite. "Não era o que eu queria. Quando vamos para a rua corremos muito risco das pessoas maltratarem a gente, de dar um tiro”, contou.

    Quando finalmente conseguiu um emprego de carteira assinada começou a largar a prostituição, mas teve que driblar o preconceito. “Gera muita piada, mas não podemos ligar para essas coisas dentro do local de trabalho, pois corremos o risco de perder a oportunidade”, afirmou.

    A transexual Tina Andrade é diarista, mas não era bem isso o que ela queria ser. Por isso, fez vários cursos, mas na hora de conseguir emprego ela disse que eles até a chamam. “Mas quando me apresento eu não vou nem para o processo final. Eles dizem que eu não tenho o perfil da empresa”, disse.

    O que essas duas pessoas contaram foi verificado em uma pesquisa feita pela doutora em psicologia e especialista na área de saúde e educação, Eleusa Gallo Rosemburg. O trabalho aponta que 21% dos participantes da parada do orgulho gay de 2009 disseram que não foram selecionados em um emprego ou foram demitidos por causa da orientação sexual. "Nessa pesquisa ficou claro que a maioria delas nem passa no processo de seleção pelo preconceito de quem está contratando”, contou.

    Por lei, casos como esses não deveriam existir. É o que reforça a coordenadora de Recursos Humanos, Ieda Regina de Freitas. “O que vamos buscar é um profissional que atenda a necessidade da vaga, em todos os requisitos que ela traz, e não de opção sexual”, explicou.

    A pesquisa quis saber também se os entrevistados já foram discriminados na escola ou na faculdade, e 43,8% disseram que sim. E esse preconceito causa desmotivação, pode atrapalhar a aprendizagem, a capacitação profissional, e reflete na disputa por uma vaga no mercado de trabalho. Para a pesquisadora, a educação ajuda, mas não resolve. “É cultural esse preconceito contra essa população. Às vezes a pessoa passa pela academia, pela universidade, mas a família, o ambiente social, as piadas homofóbicas, ainda são preconceituosas”, afirmou.

    Segundo o advogado, William de Oliveira, a empresa, não só na contratação como durante o contrato deve se pautar pela aptidão da pessoa e não pela opção sexual. “Se tiver preconceito e discriminação o trabalhador pode pedir reparação, pois realmente afeta a imagem dele e dificulta a inserção da pessoa no mercado de trabalho”, enfatizou.

    Fonte: G1



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h24
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    Peça Eu, que amava Ele, que amava Ela começa nova temporada na capital paulista

    Espetáculo sobre amor a três retoma temporada de apresentações em São Paulo

    Sinal dos novos tempos, o amor a três tem suas delícias e desgostos. Um exemplo destas novas relações pode ser visto de perto no espetáculo “Eu, que amava Ele, que amava Ela”, que começa uma nova temporada de apresentações no Teatro Ressurreição, em São Paulo, a partir deste sábado, dia 1º de setembro.

    Inspirado no filme “3 Formas de Amar”, de Andrew Fleming, os atores Guilherme Chelucc, Sheila Mello e Tiago Pessoa vivem um inusitado triângulo amoroso. Guilherme, que dá vida ao personagem hétero, é apaixonado pela menina (Sheila), que morre de amores pelo amigo gay (Tiago), apaixonado pelo hétero.

    Morando no mesmo apartamento, eles terão que aprender a lidar com o desejo constante e a vontade de pôr à prova os sentimentos que crescem dia após dia.

    Espetáculo “Eu, que amava Ele, que amava Ela”
    Local: Teatro Ressurreição – Rua dos Jornalistas, 123 – Jabaquara
    Sábados, às 21h; domingos, às 20h30, até 18 de novembro
    Ingressos: R$ 50 (sábado) e R$ 40 (domingo)
    Informações: (11) 5016-1787

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 13h15
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    Pernambuco:

    Justiça determina que estado pague mudança de sexo

    Decisão obriga governo de Pernambuco a custear operação no HC de Goiás. Transexual conseguiu direito a registro oficializando novo nome.

    Um intruso. Era assim que professor Alexandre Emanuel se sentia nas suas relações sociais durante grande parte de sua vida. O recifense de 45 anos nasceu mulher, mas nunca se sentiu confortável com os traços e as características femininas que possuía. Há 13 anos, começou uma luta para mudar de aparência, tomando hormônios e passando por cirurgias. Agora, ganhou na Justiça pernambucana o direito de passar por mais um procedimento, o definitivo: o que permitirá que ele tenha o órgão sexual masculino. Como em Pernambuco ainda não existe hospital público que faça essa mudança, a decisão obriga o estado a custear a operação no Hospital das Clínicas de Goiás, em Goiânia.

    Hoje com barba, bigode, voz grossa e pêlos nos braços, Alexandre só guarda os traços femininos por fotos. Quando ainda era criança, aos 3 anos, lembra que pediu ao pai de presente de aniversário um carrinho de brinquedo azul, contrariando a preferência das meninas de sua idade. Ao chegar à adolescência, a crise de identidade só aumentou. “Eu não conseguia me agrupar, porque eram conversas de meninas, sobre namorados. Eu não me enquadrava, tinha até vergonha de participar do banheiro feminino. Entrava, trocava de roupa e saía. Não gostava de ficar lá porque me sentia um intruso”, contou.

    Quando Alexandre leu uma reportagem sobre o caso de Christine Jorgensen, uma transexual americana que nasceu homem e se tornou mulher, as coisas começaram a esclarecer e ele decidiu que precisava mudar de aparência. “Entendi o que sentia e o que eu era. Apesar de ser papéis inversos, o drama era o mesmo. Todo o sentimento é de estar no corpo errado”, contou o professor. A partir de então, foram anos de pesquisas em livros, internet, até procurar o setor de ginecologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), há oito anos.

    Alexandre passou por dois procedimentos, que duraram quase um dia inteiro: um foi a mastectomia, em que foram retiradas a glândula mamária e os músculos peitorais; o outro foi a chamada pan-histerectomia, quando os órgãos do sistema reprodutor feminino, como útero, ovários e trompas, foram extraídos. “Minha identidade é que sou um homem transexual, com orientação sexual heterossexual. Eu gosto de mulheres”, explicou.

    Foi no Cartório de Registro Civil da Boa Vista, no centro do Recife, que Alexandre conseguiu ter um novo documento, oficializando seu novo nome. Mas, para se sentir mais completo, o professor conta que ainda falta passar pela cirurgia que permite ter o órgão sexual masculino. Alexandre conseguiu entrar em contato com médicos goianos, que explicaram uma nova técnica, em que a cirurgia é feita sem a necessidade de colocação de prótese. Denominada de metoidioplastia, o procedimento consiste no aumento do clitóris com tratamento hormonal e na construção de um canal ligado à uretra.

    O caso foi acompanhado pelo Núcleo de Defesa do Consumidor da Subdefensoria das Causas Coletivas, que tentou a realização da cirurgia de forma administrativa. Como não foi possível, foi ingressada a ação na Justiça, que decidiu pelo custeio do procedimento em Goiás pelo governo do estado. A Procuradoria Geral de Pernambuco informou que ainda não foi citada nessa decisão da Justiça e que só pode se pronunciar quando for citada.

    “Agora é só o retoque final. Muita coisa já consegui. Vejo a imagem como se estivesse com um facão, abrindo clareira, mas aí paro, porque não tem médicos, não tem exames. Foi muito massacrante para conseguir muita coisa. Eu apareço hoje porque aqueles que estão vivendo nas sombras do seu “eu” possam vir para a luz. Embora muitos digam que eu estou me levando para a perdição, mas quem vive na sombra, não alcança a luz”, concluiu Alexandre.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h11
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    CADEIA NELE!

    Fundamentalista religioso anti-gay é preso por abusar sexualmente de mais de 30 crianças


    Caleb Douglas Hesse, 52 anos, de Joshua Tree, Califórnia, é evangélico fundamentalista e admitiu ter abusado sexualmente de vários menores. Até o momento ele foi acusado de quatro atos obscenos com uma criança.

    Os investigadores acreditam que os incidentes ocorreram ao longo da carreira de Hesse como professor no "Morongo Unified School District", onde trabalhou desde 1987, e, mais recentemente, como professor da Escola primária "Hills".

    Hesse é ativista anti-gay, doador da "Proposition 8" (iniciativa criada para barrar o direito ao casamento Gay na Califórnia) e voluntário da "Evangelical Free Church" de Yucca Valley. Ele foi detido e encarcerado na prisão da bacia de Morongo, no Condado de San Bernardino e teve a fiança fixada em 2 milhões de dólares.

    Os incidentes ocorreram principalmente durante a noite, nos acampamentos promovidos pela igreja evangélica, conhecida por ser extremamente homofóbica. Hesse supostamente conheceu muitas das suas vítimas nesses passeios. As autoridades acreditam que os crimes mais recentes ocorreram dias antes de Hesse ser detido. 

    Os investigadores acreditam que, ao todo Hesse abusou de mais de 30 crianças, e fizeram um apelo para que qualquer pessoa, com mais informações, façam uma denúncia. 

    Originalmente, quando foi preso, Hesse admitiu ter tido "contatos inapropriados" com os menores de idade, mas depois mudou a versão e alegou ser inocente.

    Fonte: Nossos Tons



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h09
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    Duas lésbicas conquistam direito de "maternidade dupla"

    Casal de mulheres conquistou o direito de serem consideradas as duas mães biológicas dos gêmeos que tiveram

    Bandeira do Orgulho Gay

     

    Bandeira do movimento gay: Fernanda Bajo, "dona" dos óvulos, teve dificuldades e chegou a ser barrada na maternidade

     

    São Paulo – Pela primeira vez na cidade de São Paulo um casal de lésbicas conquistou o direito de estarem as duas na certidão de nascimento dos filhos. E como mães biológicas.

    Waldirene Pinto, 40, foi a “barriga” e deu à luz aos gêmeos Arthur e Beatriz, gerados a partir dos óvulos de Fernanda Bajo, 32 anos, com uma doação anônima de esperma.

    As mulheres, que tiveram os bebês há três meses, agora são reconhecidas como mães biológicas das crianças. O caso é raro porque, em geral, filhos de casais gays são geralmente reconhecidos como adotados ou como biológicos de apenas um dos pais.

    As duas gravaram um depoimento em vídeo para a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania que deve ir ao ar no site do órgão ainda esta noite.

    Fonte: Exame.com



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h04
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    João Silvério Trevisan abre inscrições para Oficina Literária em São Paulo

    SP recebe Oficina Literária de João Silvério Trevisan

    Um dos pioneiros e principais ativistas dos direitos LGBT do Brasil, o escrito João Silvério Trevisan está recebendo as inscrições dos interessados em participar de sua Oficina Literária, em São Paulo. Será trabalhado o formato Criatório, em que participantes poderão escrever e discutir uma obra literária que estejam criando.

    O início da Oficina é no dia 17 de setembro, com encontros sob a coordenação de João Silvério todas as segundas-feiras, das 19h30 às 22h30, até o dia 10 de dezembro. Serão 12 encontros, totalizando 36 horas-aula, com três módulos de quatro encontros cada. Cada módulo custa R$ 250 e as vagas são limitadas (apenas 12).

    Os encontros rolam na Avenida São Luís, ao lado do metrô República, no centro de São Paulo. Inscrições pelo e-mail jstrevisan@uol.com.br.

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 13h00
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    Estados Unidos:

    Pais de menino gay que se matou após bullying abandonam igreja após pregação homofóbica

    Joseph Clementi e Jane ClementiOs pais do jovem Tyler Clementi, que se matou em 2010 depois que colegas de quarto colocaram na internet um vídeo seu beijando outro homem, comunicaram que não mais participam da comunidade da igreja Grace Church em Ridgewood, Nova Jersey. Jane Clementi, mãe de Tyler, resolveu sair da igreja que freqüenta há mais de duas décadas depois que ouviu uma pregação contra homossexuais.

    “Neste momento, eu penso que Jesus é mais sobre reconciliação e amor”, disse a mulher o jornal The New York Times. “Jesus falou mais do divórcio do que da homossexualidade, mas você pode ser divorciada e freqüentar uma igreja, mais do que você pode ser gay e ir a uma”, opinou a mãe do rapaz que decidiu se matar por vergonha de ser homossexual e por ter tido sua intimidade exposta aos amigos.  Em setembro de 2010, Tyler, aluno na Rutgers University, se jogou da ponte George Washington após saber que um encontro sexual seu fora filmado e transmitido pela internet por um colega de quarto. 

    Pela primeira vez ela falou que amaria seu filho acontecesse o que fosse, embora ela fosse, quando ocorreu o fato, contra o filho ser gay, e disse que “não estava pronta” para sair do armário como mãe de um filho gay. O filho teria dito aos pais que era impossível ser cristão e gay.  O pai disse ainda que não se importava com o filho ser gay. James, filho mais velho do casal, se assumiu homossexual depois da morte do irmão e virou ativista da causa.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 12h47
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    Cientistas testam substância que pode potencializar vacina contra HIV

    Uma substância adjuvante chamada PEI (polietilenoimina) pode melhorar a eficácia das vacinas contra gripe, herpes e HIV. Cientistas da Universidade de Oxford conseguiram resultados animadores ao misturar o composto às vacinas, com o intuito de aprimorar seu desempenho.

    Durante o estudo, a PEI se mostrou eficiente na proteção de camundongos contra a gripe. Apenas uma dose foi necessária para a defesa dos animais, enquanto a vacina disponível no mercado precisa ser aplicada anualmente.

    O próximo passo da pesquisa é testar a ação do adjuvante em furões. Apesar de avançado, ainda há um longo caminho até que a substância passe a ser aplicada em humanos.

    Se for comprovada a eficiência da PEI, ela substituirá o alume, que apesar de ser o mais comum e tradicional adjuvante das vacinas, não funciona contra herpes, Aids e gripe.

    Função do adjuvante

    Todo imunizante é constituído por uma forma morta ou atenuada do agente causador da doença, que tem como função apresentar o vírus ao organismo e estimular o sistema imune contra a infecção. Mas nem sempre ele é eficiente sozinho, sendo necessário auxílio de mais uma substância — chamada adjuvante — para que, assim, o organismo saiba como agir quando se deparar com a versão mais forte do vírus.

    Fonte: Blog do Dr. Drauzio Varella



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 17h03
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    Ellen Page viverá lésbica em versão dramática do premiado documentário Freeheld

     
    A atriz Ellen Page (“Para Roma, Com Amor”) vai viver uma lésbica numa versão dramática do premiado documentário “Freeheld”, vencedor do Oscar em 2007. No drama baseado numa história real, ela viverá o papel de Stace Andree, mulher que teve negada a pensão de sua parceira, a detetive da polícia Laurel Hester, vítima de uma doença terminal (foto abaixo). A trama contará a batalha das duas na justiça pela garantia dos benefícios.
     
     
     
    Ellen estava ligada ao projeto desde que ele foi anunciado, há quatro anos, e permaneceu ao lado dos produtores agora que eles finalmente conseguiram o financiamento. A Incognito Pictures levantou a verba necessária para a produção, que irá levar às telas um roteiro assinado por Ron Nyswaner, indicado ao Oscar por seu trabalho em “Filadélfia” (1993) – longa que também trata da luta pelos direitos de homossexuais.
     
    Originalmente, o drama seria dirigido por Catherine Hardwicke (“Crepusculo” e “A Garota da Capa Vermelha”), que acabou deixando o projeto. Ainda não há previsão para o início das filmagens de “Freeheld”, que ainda precisa encontrar diretor e completar seu elenco.
     
    Atualmente, Page está finalizando o drama indie “Touchy Feely” da diretora e atriz Lynn Shelton (“Your Sister’s Sister”).
    Fonte: Homorrealidade

     

     



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 17h00
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    Médicos da Nova Zelândia dizem que aplicativo gay é responsável pelo aumento de casos de sífilis

    Grindr é acusado de provocar epidemia de sífilis

    O crescimento do Grindr na Nova Zelândia estaria associado a uma epidemia de sífilis, segundo médicos do país. O aplicativo de encontros gays foi acusado de promover sexo sem proteção pela Clínica Cristã de Saúde Sexual.   

    Integrantes do centro médico disseram a rede de TV local TVNZ que, em 2011, o mais comum eram gays que se infectaram depois de irem a sex clubs e saunas. Em 2012, isso teria mudado. Agora, um levantamento mostra que mais da metade pegou a doença depois de sexo feito com pessoas que conheceram pela internet ou pelo aplicativo.

    "As pessoas pensam que a sífilis é uma doença antiga que não está associada aos dias de hoje", ressalta o médico Heather Young. Para o diretor clínico de saúde sexual do Distrito de Canterbury, Ed Coughlan, é díficil dizer o motivo do aumento dos índices de infecção no país, mas os gays devem ficar atentos e realizar testes periodicamente.   

    A empresa responsável pelo Grindr se defendeu da acusação informando que o serviço diz deletar perfis de quem procura sexo sem proteção e que é comum mostrar mensagens de prevenção de DST ao usuário quando o aplicativo é ligado.

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 16h54
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    Suécia:

    Governo faz comercial gay para falar com toda população

    Propaganda usa humor e caso gay para incentivar população a informar mudança de endereço

    Você tem como desejo ver na tevê muitos comerciais gays voltados para gays? Ah, deseje mais, vai! Queira o que o governo sueco está fazendo: mostrar o relacionamento gay em uma propaganda para falar de um serviço oferecido a toda população!

    No caso, o objetivo é conscientizar os suecos a atualizar o endereço postal quando se mudarem de casa. Um dos filmes mostra um jovem sueco em Paris curtindo a paixão por um morador da cidade.

    Depois, é mostrado o moço já nos seus 40 anos e tendo um casamento chato com uma mulher! O comercial arremata: se tivesse atualizado o endereço, não teria perdido as cartas que seu amor de Paris lhe enviou! Incrível, não é?

     

    fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h51
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    Vida com dois pais e duas mães

    IBGE já detectou 60 mil famílias homoafetivas pelo Brasil. A maioria, 53,8%, é formada por mulheres

    Prole. Mailton e Wilson Albuquerque com a filha Maria Tereza, com seis meses. Eles planejam outro filho usando barriga de aluguel Foto: Hans von Manteuffel

    Prole. Mailton e Wilson Albuquerque com a filha Maria Tereza, com seis meses. Eles planejam outro filho usando barriga de aluguel Hans von Manteuffel


    RECIFE, SÃO PAULO E RIO — Eles somam 60 mil, segundo o Censo 2010 do IBGE. Já oficializadas do ponto de vista legal (ainda falta o casamento), as relações homoafetivas são mais um exemplo dos novos arranjos familiares no Brasil, conforme mostra a série de reportagens “A Nova Família Brasileira”, iniciada ontem no GLOBO. E as mulheres são maioria nesses arranjos, respondem por 53,8% dos lares.

    — Há uma subnumeração. As mulheres têm mais facilidade de reportar a condição ao recenseador. Duas mulheres juntas sofrem menos discriminação — afirma Ana Saboia, coordenadora de Indicadores Sociais do IBGE

    Um bom exemplo dessa nova realidade é o casal de empresários Mailton Albuquerque, 35 anos, e Wilson Albuquerque, 40, residentes em Recife. No mês de março, eles apresentaram Maria Tereza, a primeira criança com dupla paternidade do país, nascida de barriga de aluguel. Na sua certidão de nascimento não há nome de mãe, só dos pais, que vivem juntos há 15 anos. Afirmam ter certeza que pretendem permanecer assim até o fim da vida. Por isso, decidiram constituir família.


    A menina, hoje com seis meses, é filha biológica de Mailton, que recorreu a uma clínica de inseminação artificial e contou com o óvulo de uma doadora anônima. Uma prima que nunca quis se identificar cedeu o ventre para a gestação. Ambos já têm embriões congelados, caso queiram aumentar a prole. O próximo projeto é um filho biológico de Wilson, que deve ser gerado a partir de outubro. Uma pessoa da família já se prontificou a abrigar o embrião e no momento se submete à bateria de exames necessários ao procedimento.

    — Não queremos dar um intervalo muito grande. Vamos criar os filhos juntos e esperamos que seja um anjo como Maria Tereza — diz Wilson, lembrando que pensaram em adoção, mas desistiram diante da burocracia.

    Mailton diz que os dois querem que a criança se espelhe na educação e no afeto dos pais, e por esse motivo têm se dedicado muito à menina, ao ponto de levá-la duas vezes por semana à empresa deles em Recife:

    — Queremos que nós e não babás sejam sua referência, e que Maria Tereza tenha intimidade com a gente.

    Lésbicas, católicas e felizes

    O capacho da porta de entrada da família Matos Lima é um arco-íris, numa alusão à bandeira dos movimentos gays. No amplo apartamento da Zona Oeste de São Paulo, minuciosamente decorado, vivem quatro mulheres: as mães Marcela Matos, de 43 anos, e Daya Lima, de 30, profissionais do ramo de comunicação, e as filhas Nina, de 16 anos, e Lisa, que completará dois. Marcela e Daya estão juntas há 10 anos.

    Nina foi adotada por Marcela quando tinha dois anos. Daya entrou na vida de ambas no ano em que a garota completara seis anos. A certidão de nascimento de Nina, assim como a de Lisa, leva o sobrenome das duas mães, graças a um processo judicial.

    Quase todos os domingos a família vai junta à missa. A experiência que tiveram ao manter Nina em um colégio católico, porém, não foi boa. As mães contam que, quando a filha tinha cerca de 10 anos, a professora pediu que os alunos escrevessem uma redação relatando como eram as suas famílias.

    — Todos leram o texto em voz alta na sala. Mas, quando chegou a vez de a Nina ler, a professora não deixou. Foi neste episódio que decidimos trocar de escola — conta Marcela, que agora está feliz pois sua filha estuda em um colégio sem preconceitos, onde as colegas dela curtem a ideia de ter duas mães.

    Sete anos depois de morarem juntas, o instinto materno de Daya aflorou e ela decidiu que queria engravidar. Elas tentaram fazer uma inseminação artificial, mas não deu certo. Em seguida, mudaram o método, arriscaram a fertilização in vitro e tiveram sucesso. Diferente do comum, elas não procuravam homens de cabelos lisos e olhos azuis, mas algum com profissão interessante.

    — Havia um que era taxista. Eu achei tão romântico e sensível um cara ser taxista, que é uma profissão que não exige formação complexa, e doar o sêmen. Queria esse — diz Daya, mas sem revelar se esse foi o escolhido.

    Preconceito ainda persiste

    Um casal de homens, que também teve a rotina acompanhada pelo GLOBO, disse desde o primeiro encontro que não queria ser identificado nem fotografado. Um deles é executivo de uma grande multinacional e mantém sua opção sexual em sigilo. Só se assumem quando viajam ao exterior.


    Fonte: O Globo



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    Escrito por ligeirinho45 às 10h19
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    Ativista gay critica “fala conservadora” de Dilma

    O governo da presidente Dilma Rousseff negligencia os direitos da população LGBT. É o que afirma o ativista Julian Rodrigues, em artigo publicado no site Mix Brasil, dirigido ao público gay. ”Vivemos um verdadeiro apagão LGBT nas políticas públicas do governo federal”, escreve ele.

    Julian não é o primeiro militante da causa gay a criticar o atual governo. O que mais chama a atenção em seu desabafo é o fato de ser filiado ao PT - o mesmo partido da presidente Dilma – e integrar o Conselho Nacional LGBT, órgão assessor da Secretaria de Direitos Humanos.

    No artigo, após citar avanços que teriam ocorrido no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ele diz que o processo perdeu impulso com a ascensão de Dilma ao poder. “Depois das eleições de 2010 (quando ganha novo patamar de influência o fundamentalismo cristão), a agenda LGBT foi sendo cada vez mais negligenciada”, assinala. “O veto de Dilma ao Programa Escola sem Homofobia – que veio acompanhado da já histórica afirmação de que seu governo ‘não faria propaganda de opção sexual’ – inaugura uma nova etapa (…) No primeiro semestre de 2012 não há ações nem políticas sendo executadas. Paralisia, inércia.”

     

    O ativista enfatiza ainda que Dilma não recebe representantes do movimento LGBT, não trata publicamente da questão da homofobia e nem se compromete com o lançamento do 2.º Plano Nacional de Combate à Homofobia e Promoção dos Direitos LGBT. A atitute da presidente, segundo Rodrigues, acaba repercutindo nos Estados e nos municípios: “A fala conservadora da presidenta contribuiu para desvalorização desse tema Brasil afora – o que é ainda mais grave em um contexto de ascensão do fundamentalismo religioso.”

    Embora não citado no artigo de Rodrigues, a causa da igualdade de direitos civis para os gays também teve avanços no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Em 2002, no Palácio do Planalto, quando um militante levou até ele uma bandeira com as cores do arco-íris, o então presidente não teve receio de empunhá-la. O gesto parece impensável para a atual presidente Dilma.

    O comentário cada vez mais frequente entre feministas e militantes gays é que, desde o susto que levou nas eleições de 2010, quando foi empurrada para o segundo turno das eleições por causa das acusações de que seria a favor do aborto, Dilma teria se tornado refém de grupos religiosos conservadores. A julgar pelo que está ocorrendo nas eleições municipais deste ano, não foi só ela.


    Fonte: Estadão/blog Roldão Arruda



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    Escrito por ligeirinho45 às 23h29
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    Una encuesta ha revelado que el 84% de los neoyorquinos votarían a favor de un alcalde gay

     

    Una encuesta realizada en Nueva York ha permitido conocer que la gran mayoría de los ciudadanos de la región estadounidense estarían dispuestos a votar a favor de un político abiertamente homosexual.

    La encuesta, realizada en la región norteamericana por parte de la Universidad de Nueva York, ha revelado que el 84% de los ciudadanos neoyorquinos votarían a favor de un alcalde abiertamente homosexual.

    El 16% restante de la población neoyorquina no estaría dispuesta a votar a favor de un político que sea homosexual, según los resultados del estudio de la Universidad de Nueva York.

    La encuesta se ha llevado a cabo después de que el pasado verano se produjera laaprobación de una ley de matrimonio entre personas del mismo sexo en la región estadounidense.

    El estudio, que ha contado con la participación de 1.298 ciudadanos de Nueva York mayores de edad, supone una gran noticia para la presidenta del Consejo Municipal, Christine Quinn, una política abiertamente lesbiana que aspira a ocupar la alcaldía neoyorquina.

    La encuesta de la Universidad de Nueva York es la primera en llevarse a cabo ante las elecciones locales que tendrán lugar el próximo año 2013 en la región estadounidense.

     

    Fonte: Universo Gay



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    Escrito por ligeirinho45 às 19h53
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    Eleições 2012:

    Marcelo Freixo busca voto LGBT em caminhada na Zona Sul do Rio



    O candidato a prefeito Marcelo Freixo (PSOL) caminhou na manhã deste domingo pela orla da Zona Sul, entre a praia do Arpoador e o Jardim de Alah. Na altura da Rua Farme de Amoedo, Freixo conversou com banhistas na faixa de areia, acompanhado pelo deputado federal Jean Willys (PSOL-RJ), em uma iniciativa para conquistar o voto LGBT:
    — É completamente diferente ser homossexual na Zona Sul, na Zona Norte e na Zona Oeste. Os direitos estão mais garantidos na Zona Sul, apesar de ela não estar livre das agressões. Mas quando se atravessa o Rebouças, entramos em outra realidade. O grau de opressão sobre a população LGBT é muito maior — afirmou o candidato, que diz ser o único a contar com um comitê dedicado especificamente às causas relativas à diversidade sexual.
    Questionado pelo GLOBO, o candidato fez uma avaliação do trabalho do coordenador especial da Diversidade Sexual da prefeitura do Rio, o estilista Carlos Tufvesson:
    — Tenho respeito pelo Tufvesson. Se ganhar (a eleição), vou convidá-lo para continuar com a gente. Ele é referência na área, mas tem um orçamento inexistente. Realiza um trabalho muito aquém do que poderia ser feito.
    Freixo também prometeu, se eleito, trabalhar com a chefe da Polícia Civil Martha Rocha no treinamento de policiais , que estejam aptos para receber casos de agressão ou homofobia, e levar o debate para escolas da rede pública municipal.
    — Precisamos trabalhar com a Guarda Municipal para treiná-la junto à delegacia, e tenho certeza que Martha Rocha apoiará o preparo de policiais, por que ela é ganha pra essa causa. Temos que fazer também um trabalho de orientação de professores, para transformar a escola em espaço de debate o assunto - opinou o candidato.

    Fonte: Mundo Colorido



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    Escrito por ligeirinho45 às 19h50
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    FRANÇA:

    Dois terços da população é a favor do casamento gay

    Notícia ruim é que apoio à adoção por homossexuais caiu. De toda forma, é majoritária

    Praticamente, dois de cada três franceses (65%) são favoráveis à união entre pessoas do mesmo sexo. O dado é de pesquisa realizada com 2 mil pessoas. A notícia é bem-vinda porque pode impulsionar o governo federal a cumprir promessa de campanha e legalizar esses matrimônios em 2013.

    O estudo, conduzido pelo instituto Ifop, na primeira semana de agosto, aponta que as mulheres são mais a favor do que os homens (67% contra 61%), assim como pessoas até 35 anos (79%) contra os que tem mais de 65 anos (44%).

    Enquanto o apoio ao casamento homossexual cresceu dois pontos percentuais em relação ao ano passado, a adoção por casais do mesmo sexo perdeu cinco pontos e agora está em 53% os que são favoráveis ao tema.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 19h09
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    Homofobia pode revelar homossexualidade

    Pode sair, todo mundo já te viu aí.

    Lembra quando o Thiago escreveu sobre uma pesquisa antiga, publicada há mais de 15 anos, sobre a relação entre homofobia e homossexualidade? Então, recentemente, alguns psicólogos americanos resolveram revisitar essa teoria com novos estudos. E a conclusão foi exatamente a mesma: homofóbicos parecem sentir um desejo reprimido por pessoas do mesmo sexo.

    O artigo descreve seis estudos com 784 estudantes universitários americanos e alemães. A primeira missão dos participantes foi classificar a própria orientação sexual numa escala de 1 a 10 (1 aos extremamente gays; 10 para os heterossexuais inquestionáveis). Na sequência, assistiram a uma exibição de fotos e palavras (tipo imagens de casais homossexuais ou palavras relacionadas a cada um dos dois grupos) e, na medida em que eram mostradas, precisavam encaixá-las o mais rápido possível na categoria apropriada (héteros ou gays).

    Acontece que, antes de cada slide, aparecia na tela a palavra “eu” ou “outro”, por apenas 35 milissegundos (ou 0,035 segundos).Segundo os autores do estudo (eles escreveram um artigo para o New York Times), esse tempo foi suficiente para que os participantes conseguissem ver a palavra subliminarmente, mas curto demais para que pudessem vê-la conscientemente.

    Aí entra a teoria (conhecida como associação semântica): se a palavra “eu” preceder imagens ou outras palavras que refletem a sua orientação sexual (um beijo entre homem e mulher, por exemplo, se você for hétero), fica mais fácil encaixá-la na categoria correta. Mas se você forgay e passar por essa mesma situação (foto de casal hetéro se amando + palavra “eu”), sua cabeça vai precisar de mais tempo para associá-la ao grupo correto.

    E então as máscaras caíram. Mais de 20% daqueles que se descreveram como “muito macho”, com nota 10, tiveram resultados incoerentes. Ou seja, eles precisaram de mais tempo para classificar as figuras do mundo gay quando a palavra subliminar era “outro”. E eram eles também os mais ativos na luta contra a igualdade dos direitos homossexuais e com fortepreconceito contra gays. É como se eles descontassem nos homossexuais toda a dor que sentem pelos desejos reprimidos, por não conseguirem sair do armário. E disso aí surge a homofobia.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 19h07
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    Jean: “Minha atuação leva gente a sair do armário”

    Indicado pelo segundo ano consecutivo como um dos melhores parlamentares no Prêmio Congresso em Foco, Jean Wyllys diz que sua atuação mostra que gays podem assumir papeis de destaque na sociedade

    Jean Wyllys
    Gustavo Lima/Câmara

    Com sua atuação como parlamentar, esforço de Jean Willys é para mostrar que aos gays não devem ser reservadas somente atividades marginais

    Nem só cabeleireiro, nem só maquiador. Com todo o respeito que esses profissionais merecem, mas os gays podem assumir outros papéis na sociedade – inclusive, serem parlamentares atuantes. Esse é o recado que o deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) acredita estar dando com sua atuação na Câmara.

     

    “A minha atuação leva muita gente a se assumir e sair do armário, conjugando com suas outras funções na vida. Isso tem uma representação positiva. Quando o pai disser ao filho adolescente que ser gay é ser marginal, o garoto vai poder responder: ‘Isso não é verdade, pai. Olha lá a atuação do deputado’”, afirma Jean, em entrevista exclusiva ao Congresso em Foco.

    Em seu segundo ano de mandato na Câmara, o deputado de 38 anos foi indicado pela segunda vez como um dos melhores parlamentares do ano e um dos congressistas de futuro pelos jornalistas (aqueles com menos de 45 anos) que participaram da primeira fase do Prêmio Congresso em Foco. Foi o quarto mais votado pelos 186 jornalistas que participaram da votação monitorada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal. No ano passado, Jean foi o segundo mais votado pelos internautas nas duas categorias.

    Se você ainda não votou no Prêmio Congresso em Foco, entre aqui e escolha os melhores deputados e senadores de 2012

    Mandato plural

    Para Jean Willys, sua indicação é ainda mais valorosa porque, em vez de abraçar causas que “calam fundo na classe média”, como o combate à corrupção, ele defende bandeiras que enfrentam resistência de setores da sociedade, como os direitos dos homossexuais, a descriminalização do aborto e a regulamentação da prostituição.

    Classificando o seu mandato como “plural”, o deputado diz ainda não ter decidido se disputará a reeleição em 2014. “Entrar em um mandato com essas características impõe ameaças de morte, custo na relação pessoal e com a família. Para outro parlamentar que conduz o mandato de maneira diferente, isso não é problema. Não há vigilância sobre o mandato dele. É apenas mais um entre os 513. Não é o meu caso”.

    Conhecido nacionalmente após vencer em 2005 o programa Big Brother Brasil (BBB), Jean diz não ter problema em ter seu nome associado ao reality show. Mas, para ele, sua presença no Congresso vai muito além do fato de ter sido uma celebridade instantânea em um programa de televisão. Sua atuação como parlamentar também serve para mostrar que sua história de vida não se resume aos três meses de confinamento na casa vigiada por câmeras por todos os lados.

    Fonte: Congresso em Foco



    Categoria: REPORTAGEM
    Escrito por ligeirinho45 às 22h53
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    Bahia: Casal de lésbicas é assassinada em Camaçari

    Duas jovens que mantinham um relacionamento homoafetivo foram mortas por volta das 18h30 de ontem em Camaçari, na região metropolitana de Salvador (BA).
    As duas voltavam do trabalho quando foram abordadas por um homem armado que atirou e, em seguida, fugiu do local. O grupo que defende a igualdade de direitos dos homossexuais na cidade classificou o caso como homofobia.

    Laís Fernanda dos Santos, 25, e Maiara Dias de Jesus, 22, moravam juntas e trabalhavam no mesmo estabelecimento de um centro comercial.

    De acordo com a delegada Maria Tereza Silva, o principal suspeito do crime é um ex-namorado de uma das vítimas, que estaria inconformado com o término do relacionamento. O nome do rapaz não foi revelado.

    O tesoureiro do GGC (Grupo Gay de Camaçari), Paulo Costa, disse que o suspeito chegou atirando em uma das vítimas. A segunda garota foi alvejada enquanto tentava impedi-lo de efetuar mais disparos. "É a típica cultura machista do homem que odeia o fato de ser trocado por outra mulher", disse Costa.

    Foi o terceiro caso de crime supostamente motivado por homofobia registrado em Camaçari neste ano. Há dois meses, os irmãos gêmeos José Leandro da Silva e José Leonardo, 22, foram espancados enquanto voltavam de uma festa. Eles andavam abraçados e teriam sido confundidos com um casal homossexual.

    Os agressores utilizaram um paralelepípedo para atacar as vítimas. José Leonardo morreu após ficar internado em estado grave com ferimentos na cabeça. Os acusados estão presos à disposição da Justiça.

    Um terceiro caso ocorreu poucos dias depois, quando um travesti foi assassinado. Neste domingo (26), membros do GGC pretendem protestar contra a homofobia durante a parada gay de Feira de Santana, a segunda maior cidade da Bahia, a 107 quilômetros de Salvador.

    "Camaçari possui políticas públicas para o público GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros), mas há uma reação lamentável de quem tem preconceito. Por isso não retrocedemos nas ações para punir quem comete crimes", disse Costa. 

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 19h37
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    Após 14 assassinatos, Paraíba lança campanha contra homofobia

     
    A Paraíba lançou nessa sexta-feira (24) uma campanha de enfrentamento à homofobia. A iniciativa é da Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana e da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano, em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
     
    A ação prevê a divulgação de peças publicitárias - como folders, cartazes, banners, camisetas, bottons e faixas - com o objetivo de sensibilizar a população sobre a importância de denunciar os crimes lesbo-homo-transfóbicos e enfrentar o preconceito.
     
    Em 2011, segundo o monitoramento do Fórum de Entidades e Lideranças LGBT da Paraíba, foram 21 casos de homicídios movidos por homofobia. Em 2012, até o momento, são 14 assassinatos, sendo três lésbicas, cinco gays e seis trans (travestis e transexuais).
     
    As organizações afirmam que o grande desafio enfrentado é tipificar esse crime por lei, dando melhores condições para o trabalho de investigação dos casos.
     
    João Pessoa possui delegacia especializada no combate aos crimes lesbo-homo-transfóbicos. O Estado está entre os poucos que disponibilizam este serviço especializado. A Delegacia atende pelo número (83) 3218-5317 ou 3218-6762 e funciona na rua Francisca Moura, centro de João Pessoa.

    Fonte: Homorrealidade



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h47
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    ELEIÇÕES 2012

    Candidatos usam '24' para identificar causa gay; veja propostas
    Bia Ifran Oliveira (PT), Adriano Rosa (PV) e Juliana Souza (PT)  estão entre os candidatos em prol da causa LGBT. Foto: Divulgação

    Bia Ifran Oliveira (PT), Adriano Rosa (PV) e Juliana Souza (PT) estão entre os candidatos em prol da causa LGBT
    Foto: Divulgação

     


    O arco-íris vai estar presente como nunca nas eleições deste ano, segundo a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), o número de candidatos LGBTs é um recorde no Brasil, com mais de 100 concorrentes em prol do respeito à diversidade sexual. Em 2008, a ABGLT registrou 79 candidatos. Para estampar o propósito carro-chefe das campanhas, muitos dos LGBTs inseriram o 24 no número da candidatura - o 24 identifica o veado no jogo do bicho.

    Luta contra a homofobia, educação nas escolhas sobre diversidade sexual, incentivo dos LGBTs no mercado de trabalho e criação de centros recreativos para a comunidade estão entre os projetos dos candidatos. De acordo com o membro da ABGLT e candidato a vereador em Curitiba, Márcio Marins (PSB), ter apenas militantes da causa não é o suficiente, por isso, o movimento decidiu entrar na política para tentar eleger representantes. "Nem sempre o aliado está disposto a enfrentar qualquer tipo de barreira, precisamos aprovar esses espaços", justificou.

    O argumento de Marins faz sentido para o filósofo e autor do livro Consciência e liberdade em Sartre: por uma perspectiva ética, Carlos Eduardo de Moura, que prevê uma luta árdua para obter a inserção social completa dos LGBTs na sociedade. Para Moura, o marco de candidatos alcançado não significa que o povo estará pronto para deixar o preconceito de lado em outubro. "Há uma coragem maior da comunidade LGBT de colocar a cara a tapa. É uma percepção da necessidade de se inserir na sociedade, não mais se esconder. O fato de se impor na sociedade é o primeiro passo para a evolução, mas isso não é para amanhã ou daqui uma semana, vai demorar", disse ele.

    Satisfeito pela participação política registrada pela ABGLT, o candidato homossexual a vereador Léo Lobato (PT) em Natal disse que o conformismo da população LGBT em buscar articulação política em torno de seus direitos é uma de suas preocupações. "Muitos esquecem que a pouca liberdade conquistada até hoje pelos homossexuais é fruto de disputa politica de décadas", afirmou. Segundo Moura, toda mudança histórica exige conflitos. "As mulheres só ganharam espaço quando se inseriram na sociedade, elas saem de casa, da exclusão, para buscar o seu espaço", comparou.

    Eleições 2012
    Para a filósofa e socióloga Rosa Maria Rodrigues de Oliveira, nos últimos anos já ocorreu uma preocupação política com os LGBTs. "A partir das edições do Programa Brasil sem Homofobia, em 2004, quando o Estado efetivamente encampa, pelo número de propostas legislativas, normas federais e jurisprudência dos tribunais que é crescente neste período, bem como há uma diversificação maior do envolvimento nos diversos setores de uma resposta estatal à demandas dos movimentos sociais os temas relacionados às homossexualidades e identidades de gênero", citou.

    Porém, para Moura o Brasil ainda está em processe de amadurecimento e a diversidade de opiniões sobre votar ou não em um candidato LGBT nessas eleições ainda deve ser grande. "Creio que a massificação e moralismo religiosos escurecem a reflexão em torno do novo", disse ele. "Mas a participação dos candidatos já é um "colocar para pensar". A receita é instalar o conflito do novo, para trazer reflexão", concluiu.

    Fonte: Terra



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h26
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    PODRE!!!

    Pastor anti-gay é condenado por se masturbar em público

     
     
    Quanto maior a reação maior é a vontade? Veja o caso do pastor Grant Storms, de New Orleans. Conhecido por ser um dos maiores inimigos dos gays na cidade e porta-voz contra os direitos LGBT, o religioso foi condenado pela Justiça por se masturbar em público. A pena é de três anos de prisão domiciliar.
     
    Storms foi preso em fevereiro deste ano em um parque da cidade masturbando-se. Detalhe: na polícia, ele confessou ter sido a terceira vez que fazia isso. A testemunha de acusação foi um babá, que viu o religioso com a “mão naquilo”, quando ela fazia piquenique com três crianças.

    Fonte: Homorrealidade



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 17h04
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    Casal gay é autorizado a adotar filho

     
    Após sete anos de brigas judiciais, os dois receberam permissão do Superior Tribunal de Justiça para criar menino de 11 anos

    “Foi uma longa gestação”, diz Toni Reis ao explicar todo o processo pelo qual ele e seu companheiro, David Harrad, juntos há 22 anos, passaram até conseguir realizar o sonho de adotar uma criança. Foram sete anos de espera até que, no mês passado, receberam a autorização oficial.
     
    Desde o início, Toni, 48 anos, professor e presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e o tradutor David, 54 anos, tinham o desejo de aumentar a família. A ideia original era adotar duas crianças de 5 anos, mas ao conhecerem Alyson, de 10, em meados de abril de 2011, a história mudou.
     
    Dentro da lei
     
    Toni conta que desde 1995, quando o casal começou a planejar efetivamente a adoção, os dois foram procurados por famílias que queriam entregar suas crianças. “Mas nós queríamos que tudo fosse dentro da lei”, ressalta. Quando decidiram se candidatar à adoção, encontraram mais um empecilho: David é britânico e era preciso regularizar a situação dele no país para começar o processo. Isso aconteceu somente em 2005.
     
    A partir daí, o casal procurou a Vara da Infância e Juventude de Curitiba. Eles queriam a adoção conjunta, por entenderem que dessa forma garantiriam segurança ao filho, principalmente em caso de falecimento. “Seria mais fácil, claro, que apenas um de nós adotasse a criança, e nós vivêssemos juntos. Mas decidimos garantir legalmente os direitos da criança”, conta. Por ser o primeiro caso de adoção conjunta por um casal homoafetivo na Vara da Infância de Curitiba, o órgão levou três anos para proferir a sentença: os dois só poderiam adotar meninas, e desde que elas tivessem mais de 12 anos.
     
    Achando a restrição discriminatória, o casal entrou com recurso e o Tribunal de Justiça do Paraná autorizou a adoção sem qualquer restrição. O Ministério Público recorreu contra a decisão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal, que não aceitou o pedido por motivos técnicos. Mais uma vez o Ministério Público interferiu. O processo ainda está em tramitação no STJ, mas a Justiça decidiu que a guarda poderia ser concedida, para o bem da criança. A nova certidão de Alyson chegou nesta terça-feira.
     
    Adaptação
    Chegada de Alyson mudou a rotina da casa
     
    Os pais de Alyson contam que, pelo fato de o menino trazer toda uma bagagem de vida, o início da adaptação foi um pouco trabalhoso, mas nada que não pudesse ser contornado. Assim como David e Toni, Alyson tem um planejamento de vida. Todo o mês ele é revisado. É uma espécie de contrato onde ele tem escritas suas metas para o futuro, seus deveres e direitos. “Dias atrás ele olhou para nós e disse: ‘Ainda bem que eu tenho esses limites, senão estaria perdido’”, diz Toni. ........ Na escola o processo de adaptação foi rápido, embora os colegas de turma façam uma ou outra brincadeira. “Mas é a mesma situação de chamar alguém de gordinho ou baixinho, por exemplo”, afirma Toni.
     
    Trajetória
    Garoto já havia passado por sete casas-abrigo
     
    Em uma palestra, no Encontro Nacional de Apoio à Adoção, no ano passado, os caminhos de Toni, David e Alyson começaram a se cruzar. Na ocasião, o casal conheceu a juíza da Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro e alguns meses depois receberam uma ligação perguntando se não gostariam de conhecer um garoto de 10 anos. Não era o plano original, mas os dois decidiram aceitar o convite. Foi amor ao primeiro encontro. Alyson, que já havia passado por sete casas-abrigo, estava em uma casa de mãe acolhedora.
     
    As idas e vindas entre Curitiba e Rio foram de cerca de oito meses, até que em dezembro Toni e David receberam a guarda provisória de Alyson, que duraria 180 dias. No mês passado foi necessário renovar a guarda, mas dias depois o pedido de adoção foi aceito. “Quando o carteiro nos trouxe o Sedex com a documentação, brincamos com ele que era a nossa cegonha”, lembra Toni. Agora o menino passou a se chamar Alyson Miguel Harrad Reis.
    Fonte: Homorrealidade



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 17h02
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    Servidores do Pará são treinados para atender crimes de homofobia


     
    Assistentes sociais e psicólogos que atuam no Sistema de Segurança Pública do Estado  e no Programa Pró-Paz participarão de uma capacitação sobre o atendimento de casos de homofobia no Pará. A oficina, que acontece no próximo dia 27, será realizada na Delegacia Geral, em Belém.
     
    Com o tema “Diversidade Sexual”, a programação faz parte do Plano Estadual de Segurança Pública para Enfrentamento à Homofobia. Esta será a terceira capacitação voltada a servidores públicos para atender a demanda de ocorrências relacionadas aos crimes homofóbicos.
     
    Nos dias 21 e 22, escrivães cartorários que atuam em unidades da Polícia Civil, na capital e interior do Estado, participaram do treinamento. Os servidores assistiram a oficinas, entre os temas, o atendimento prestado pelo Serviço Social em casos de homofobia. Outro abordou o registro de boletins de ocorrências policiais nas delegacias, além de informações sobre legislação pertinente. A Ordem dos Advogados do Brasil, seção Pará, falou sobre o que diz a Legislação a respeito de crimes contra a diversidade sexual.

    Fonte: Homorrealidade



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 17h01
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    Opinião:

    Carlos Jales, administrador de Taguatinga, tenta impor vontade pessoal contra minorias

     

     

    Carlos Jales, administrador de Taguatinga

     

    Nem deu tempo do administrador de Taguatinga, Carlos Jales, querer mostrar seu poder que pensava ter ao tentar impedir a realização da 7ª Parada LGBT da cidade. Na sua ótica, alegando querer evitar a desordem pública, Jales queria jogar o movimento para o estacionamento de um estádio, longe das vistas de qualquer um. ...

     

    Ora, um movimento como esse, em outras cidades, ocupa as principais ruas e avenidas. Por que, então, em Taguatinga teria de ser diferente?

     

    Para o conhecimento do tal administrador e de qualquer outra pessoa que pense como ele, a parada gay e manifestações como essa ocorrem justamente para atrair a atenção das pessoas. Seria como um grito: “Nós estamos aqui, nós existimos!”.

     

    Que tipo de lógica se passa na cabeça de um gestor como o de Taguatinga ao querer tirar do centro da cidade o evento e jogá-lo para o estacionamento de um estádio qualquer? Seria como uma resposta ao movimento: “Não, vocês não estão aqui e vocês não existem!”.

     

    Carlos Jales  é indicado pelo deputado distrital Washington Mesquita (PSD), que é fortemente ligado ao padre Moacir, aquele do Pentecostes.

     

    Queira Deus que essa decisão do administrador de Taguatinga não seja, na verdade, uma intolerância de convivência entre os que se acham desiguais, patrocinada por quem tenta fazer da palavra Dele uma verdadeira arma contra os próprios irmãos.  

     

    Tudo bem que Filippelli não fez nada demais ao dizer que vai liberar a realização do evento. Afinal, não é uma posição pessoal. A posição de um gestor público deve ser laica, como foi a do governador em exercício.

     

    Fez isso após ser alertado pelo distrital Chico Vigilante (PT) que, apesar de tantas posições polêmicas, sabe como ninguém como é difícil uma luta de qualquer grupo social por direitos iguais.

     

    Carlos Jales agora terá de saber na ponta da língua: Quem manda mais? O administrador de uma cidade ou o governador do Distrito Federal?

     

    A resposta estará nas ruas, no próximo dia 16. E para quem usa a palavra de Deus para atacar, a mesma palavra pode ser usada para se defender. “Porque para Deus, não há acepção de pessoas”. Está lá em Romanos, 2:11.

     

    Fonte: Edson Sombra



    Categoria: CRÔNICA
    Escrito por ligeirinho45 às 15h01
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    Peça sobre descoberta da sexualidade faz temporada em setembro em São Paulo

    São Paulo recebe em setembro peça fofa sobre sexualidade

    Um dos projetos culturais financiados pelo Governo do Estado de São Paulo por meio do edital ProAc LGBT, a peça fofa “Não Conte a Ninguém” vai fazer temporada na capital paulista no mês de setembro. A montagem com direção de Davi reis e dramaturgia de Ricardo Corrêa entra em cartaz no Teatro Décio de Almeida Prado no dia 20 de setembro.

    A história gira em torno de Deco, preso na ebulição dos hormônios da adolescência, ele relata suas dúvidas, suas descobertas, suas questões internas, sociais e o processo de aceitação. Ele tenta estabelecer uma relação com a infância e a vida adulta, quebrando as barreiras locais na vivência do seu primeiro amor.

    A peça trata da homossexualidade de forma sensível e sem estereótipos. Como em uma página de caderno em branco a personagem escreve sua história que é a mesma de tantos jovens oprimidos pelos preconceitos de um Brasil ainda cheio de indelicadezas com o próximo.

    “Não Conte a Ninguém” - 20 a 28 de setembro
    Teatro Décio de Almeida Prado: Rua Cojuba, 45 B - Itaim Bibi
    Quinta e sexta-feira, às 20h
    R$ 10
    Tel.: (11) 3079-3438

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 14h14
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    Revista gay, The Advocate completa 45 anos. Edição especial traz marcos da história LGBT e Rick Martin na capa

    Edição de 45 anos da The Advocate traz Ricky Martin na capa

                                                 Capa de 45 anos da Advocate

    A revista gay norte-americana "The Advocate" completa 45 anos de existência em setembro. Para a edição histórica, o cantor Ricky Martin estampa a capa da publicação e conta detalhes da paternidade e seu relacionamento.

    "Nesse tempo todo a 'The Advocate' tem escrito sobre as mudanças que ocorrem em nossa cultura e tem tido discussões pioneiras. Estamos orgulhosos do nosso trabalho e esperamos sinceramente que os nossos esforços, agora e no futuro, sejam um compromisso com a visão que lançamos há 45 anos", disse Matthew Breen, editor da revista.

    Na edição comemorativa, a publicação que começou como um boletim de apenas 12 páginas, com poucos recursos, e que hoje, é uma marca multimídia, com versões impressas, online, digital e móvel, traz um tributo aos impulsos, filosofias e contratempos que marcaram os mesmos 45 anos de cultura LGBT. 

    "Nossos repórteres desenvolveram um relato documental da luta por nossos direitos,  da discriminalização da homossexualidade até o progresso na igualdade no casamento, nas forças armadas e a explosão da mídia e indústria do entretenimento LGBT", explicou Matthew. A revista já divulgou uma lista com os maiores homfóbicosem quase meio século.

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 14h09
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    Filho de Arnold Schwarzenegger faz campanha contra bullying homofóbico

    Patrick SchwarzeneggerAos 18 anos, Patrick Schwarzenegger já sabe muito bem que iniciativas apoiar. Ele acaba de participar de uma campanha contra o bullying homofóbico promovida pela fundação Born This Way da Cantora Lady Gaga em parceria com o site ETonline.

    "A campanha é como um movimento para promover a bondade" disse Patrick durante uma pausa na sessão de fotos.

    Ele disse também que a campanha acontece no momento certo em que os estudantes estão voltando para as aulas a partir de setembro e considerou a iniciativa uma mensagem de "promoção de coragem e aceitação."

    Patrick Schwarzenegger 02Patrick divulgou a parceria da fundação de Lady Gaga com uma rede de lojas a qual permite que os alunos comprem cartões de presente, pulseiras e outros itens que têm mensagens positivas.

    Com a campanha, a Born This Way recebeu 1 milhão de reais da rede chamada Depot.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 14h01
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    Convertido ao Islã, Mister Gay Dinamarca quer mostrar que se pode ser "gay e muçulmano"


    Eleito em 16 de agosto, Michael Sinan se define como um "muçulmano moderno". Ele explicou as razões que o motivaram a se converter, e lutar contra o extremismo e  o preconceito.

    Michael Sinan, de 34 anos, ganhou o concurso do Mr. Gay Dinamarca em 16 de agosto. A competição este ano fez muito barulho, porque pela primeira vez na história da competição, foi um muçulmano que ganhou o título. Perguntado sobre suas motivações, o jovem garantiu ao público, que se reuniu em frente da Praça da Câmara Municipal, em Copenhague, que iria mostrar que hoje é possível ser um "gay muçulmano", e que ele planeja usar o título para divulgar isso.

    Nascido em uma família tradicional dinamarquesa, Michael Sinan se converteu ao islamismo há 10 anos. "Eu tinha um monte de amigos muçulmanos. Quando eu estava em suas casas, eu me sentia acolhido. Meus pais são ateus, mas eu sempre me senti atraído por religiões. Eles me deixaram escolha e eu optei pelo Islã, a única religião que se dedica 100% a Deus". No entanto, Michael não frequenta nenhuma mesquita na Dinamarca, porque considera as pregações muito agressivas. Ele prefere orar a sós, exceto quando está na Turquia, onde o ambiente nas mesquitas, segundo ele, é muito melhor.

    Michael fez Mestrado na Universidade de Copenhague, onde estudou turco e história, mas atualmente está desempregado. Por conta disso foi capaz de, nos últimos meses, se dedicar inteiramente à preparação do concurso Mr. Gay: treinamento, dieta... A competição ocorreu no meio do Ramadã (mês durante o qual os muçulmanos praticam o seu jejum ritual), mas Michael não jejuou. "Eu estava num tratamento que me obrigava a beber muito líquido. O Ramadã caiu justamente durante o verão, eu teria que ficar em jejum por 20 horas. Não foi possível".

    Em um relacionamento há cinco anos, Michael se define como um "muçulmano moderno". Saiu do armário aos 17 anos. Sendo filho único, ele temia a reação de seus pais: "Meu pai disse que se sentia bem com isso, que gostava de homossexuais. Minha mãe chorou, porque percebeu que eu tinha vivido com eles por três anos, sem me atrever contar-lhes.  Meus amigos muçulmanos não disseram muito. Para eles, eu era mesmo de antes."

    Michael luta contra o extremismo: "Eu sou muito conservador em alguns aspectos da minha vida, mas nunca às custas dos outros." Sua luta: "Mostrar que não é necessário escolher entre minha religião e minha orientação sexual". O problema é que, diz ele: "Nós sempre falamos sobre extremistas. A grande maioria dos muçulmanos hoje vive normalmente. É 2012. Obviamente, não podemos viver como há 2.000 anos. Tudo que está no Corão não deve ser tomado literalmente".

    Ele próprio nunca recebeu ameaças ou insultos. E é por isso que decidiu participar do concurso Mr. Gay: "Muitos Homossexuais muçulmanos convivem com o medo. Eles se escondem. Em alguns países é quase pior ser gay, do que ter matado alguém. Eu nunca tive esse problema. Eu não tenho medo de falar e lutar pelos direitos dos homossexuais muçulmanos". Ele sente que esse é o seu dever. Michael também tem o desejo de lutar contra os preconceitos que circulam na comunidade gay: "Muitos acreditam que todos os crentes (muçulmanos) são contra eles. Eu quero mostrar-lhes que este não é o caso."

    Fonte: Nossos Tons



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h45
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    Editora cria concurso colaborativo para reunir quadrinhos sobre homossexualidade

    Quadrinhos sobre homossexualidade são tema de concurso

        Autores com HQs sobre universo LGBT podem participar       

    A editora Marca de Fantasia abriu um concurso  colaborativo para autores de histórias em quadrinhos que tratem das questões ligadas à homossexualidade. A proposta é a edição de um álbum com as melhores histórias, que por meio das linguagens visuais e textuais consiguam abordar um tema ainda considerado tabu.

    Podem participar autores individuais, duplas ou grupos que assinem sua obra, descartando o uso de pseudônimo. Os quadrinhos podem ser de qualquer gênero, desde que o foco seja a homossexualidade em suas diversas expressões: gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais, transgêneros. As histórias devem ser curtas, com até seis páginas. As tiras devem ser pelo menos em número de 10.

    Todas as HQ devem ser enviadas até o final de setembro em formato JPG, com 300dpi, para o endereço: henriquemais@gmail.com, juntamente com o título, os autores, endereço, email e pequena biografia. Uma comissão formada por pesquisadores do Grupo de Pesquisa Imaginário!, do Mestrado em Comunicação da UFPB, avaliará as obras e escolherá as que participarão do álbum a ser lançado pela editora Marca de Fantasia. O concurso tem o apoio da loja especializada em quadrinhos Comic House, de João Pessoa, Paraíba.

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 16h17
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    "Passion", de Brian De Palma, concorre a prêmio LGBT do Festival de Veneza


    • Cena de Passion, de Brian De Palma

      Cena de "Passion", de Brian De Palma

    Brian de Palma e Xan Cassavetes estão entre os diretores que concorrem ao troféu Queer Lion, que premia o filme que melhor retrata personagens gays, lésbicas, bissexuais ou  transexuais. O prêmio existe desde 2007 e em 2011 foi levado por Al Pacino, com "Wilde Salome".

    Neste ano, sete filmes estão na disputa. "Passion", de De Palma, foi classificado pelos organizadores do festival como um thriller erótico e conta a história de uma luta íntima de poder entre Christine (Rachel McAdams) e sua assistente, Isabelle James (Noomi Rapace). Já o filme de Xan Cassavetes, "Kiss of the Damned", retrata a história de duas vampiras e um roteirista que vivem próximos. O longa é a estreia de Xan, que é irmã do diretor Nick Cassavetes ("Diário de uma Paixão" - 2009).

    O vencedor do prêmio é tradicionalmente anunciado no penúltimo dia do evento. A edição deste ano do festival se realiza entre os dias 29 de agosto e 8 de setembro.

    Veja os concorrentes do Queer Prize:

    "6 Sull’Autobus", de  Simone Dante Antonelli, Giacomo Bisordi, Rita de Donato, Irene di Lelio, Antonio Ligas, e Emiliano Russo
    "Acciaio", de Stefano Mordini
    "Cherchez Hortense", de Pascal Bonitzer
    "Den Skaldede Frisor", de  Susanne Bier
    "Kiss of the Damned", de Xan Cassavetes
    "Passion", de Brian De Palma
    "The Weight", de Kyu-hwan Jeon

    Fonte: UOL



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 15h34
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    Idosos e idosas LGBT’S: Ainda sem direito a um discurso!


    Por: Ricardo Aguieiras

    "O Gay e a lésbica transitam em terrenos movediços. Se forem idos@s, podem afundar."



    Leio um estudo numa revista sobre envelhecimento e Terceira idade, sobre os discursos de idosos e idosas  no Brasil. Penalizado, vejo a conclusão a que chegaram: À partir da vigésima entrevista, as falas se repetem, as mesmas questões são levantadas como se não houvessem outras: doenças; planos de saúde, religião. Não parece haver outros assuntos. A pesquisa poderia ter parado por aí, sem maiores prejuízos, na vigésima...

    Não consigo deixar de pensar que isso é apenas uma construção. Quais os recursos culturais e intelectuais  que são dados a esses indivíduos, durante toda a vida, para que possam ter mais opções no envelhecimento? O paradoxo é grande por que a população mundial está envelhecendo e vivendo mais e logo haverá mais pessoas com acima de 60 anos que jovens. O que deveria ser comemorado como uma conquista e vitória da ciência e da medicina, comemorado por todos e todas. Mas, infelizmente, não é assim, há o culto extremo à juventude e ilusões de não envelhecimento, há a negação da morte e todas as políticas públicas são voltadas ao jovem, ainda visto como "aquele que construirá o novo mundo"; "a Esperança" e tudo o mais. Portanto, realmente não aplaudimos o fato de vivermos mais, hoje. Ao contrário, está surgindo todo um enorme contingente de "velhos", sem que nada seja oferecido a estes e sem que novos discursos passem a fazer parte de suas vidas.  Um quadro pra lá de trágico e dolorido.

    Mas aí me vem na cabeça: Se isso acontece com os idosos e idosas no geral, o que ocorreria com @s idos@s LGBT's? Penso, penso e penso e chego a uma única conclusão: NADA! Sim, nada. Por que não pode acontecer nada ao invisível, ao que não existe... Para existir, é preciso presença imponente no Espaço Público, que é onde somos reconhecidos como humanos e como seres plenos de Direitos. Ando pelas ruas e não os vejo, não vejo os envelhecentes LGBT's. Ou melhor, vejo-os apenas em alguns espaços tão restritos, espaços que já existiam nos anos '70 – início das nossas lutas – e que não foram ampliados. E isso, certamente, tem um motivo.

    Eu, por exemplo, estou desde 2004 com minha  faixa e posicionamento: "Gays Idosos Também são (Muito) Gostosos!" , mas e daí? Claro fui procurado por uns poucos estudantes em voltas com seus "TCC's" e pós, li trabalhos maravilhosos feitos em cima de idosos e idosas LGBT's, como os do dedicado professor Cristian Paiva , da UFC – Universidade Federal do Ceará, e os da advogada especialista em Gerontologia e Geriatria Anna Cruz de A.P.Silva, da Universidade Federal do Pará, que ajudei na pesquisa, aqui na capital de São Paulo. Confesso que foi difícil. Eu ia aos poucos bares e lugares frequentados por gays idosos e os de lésbicas idosas e a maioria se recusava a dar entrevistas, enxergavam enviezadamente a militância e tinham medo da exposição, por vários motivos: vida dupla, família, trabalho consolidado, etc.; toda uma vida calcada em cima do segredo e do escondido.

    E hoje, alguns anos depois, quase nove anos depois, volto nesses lugares e vejo que não há outros, vejo as mesmas pessoas que via em 2004. Lá, os encontro. Mas não nas ruas. Não há gays idosos ou lésbicas idosas nas ruas. Então, como posso ouvir um discurso de quem privilegia o silêncio, a mudez? De quem nem discurso tem, para se ter uma fala é preciso construí-la e oferece-la aos outros, nossos próximos e próximas, neste mundo tão hostil. Como posso exigir algo dos idosos e idosas LGBT's, especificamente, se, no geral, o que é oferecido a quem envelhece são bailes da saudade, canções de Francisco Petrônio, aulas de alongamento e hidroginástica, alguns chás beneficentes? Tudo dentro da hetenormatividade, do "correto"? Se chamam de “plenitude” o que eu chamo de limite, de migalhas? Fica em mim a esperança que, um dia,  gays e lésbicas idosos e idosas se posicionem como gostos@s, nas ruas e praças, nos oceanos do viver e possam realmente falar dos seus sonhos e anseios.

    Trabalhos de Cristian Paiva sobre o Envelhecimento homossexual, aqui: http://www.rcs.ufc.br/edicoes/v40n1/rcs_v40n1res3.pdf


    Fonte: Gay1/Nossos Tons



    Categoria: CRÔNICA
    Escrito por ligeirinho45 às 15h08
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    Cabe mais um?

    Relacionamento aberto já virou rotina entre gays

     

    Cabe mais um? Relacionamento aberto já virou rotina entre gays

    O psicanalista Adam Philips, que lançou o livro “Monogamia”, diz que ser fiel é tão perigoso quanto a ser infiel e que o sentimento que se alimenta hoje, no caso, a posse por uma pessoa só, foi construído pelo mercado e isso faz com que as pessoas desejem “amores infinitos”. Philips acredita que a “traição” pode ser muita boa para as relações, mas que sempre terá conflitos e que o ideal “felizes para sempre” é “enganoso”.

    O fato é que a poligamia ainda gera muita polêmica, até porque, as relações poligâmicas não estão no guarda-chuva das leis e da constituição. Para saber um pouco mais como funcionam tais relações conversamos com os casais Sergio, 36, e Paulo, 31, e Rosa Maria,
    33, e Marieta Rios, 38. Ambos os casais vivem relações poligâmicas há mais de dez anos, no caso de Marieta e Rosa tem um diferencial: existe uma terceira pessoa fixa, mas que preferiu não participar da entrevista.

    Sergio e Paulo contam que abrir a relação foi algo natural e que aconteceu no “começo do namoro. “Vínhamos de experiências anteriores, relacionamentos de pouca duração, onde tentamos reproduzir o modelo da ‘monogamia’, do aprisionamento dos corpos. O ciúme sempre foi um fator de grande desgaste”. Já Marieta conta que uma “série de situações no começo da relação” as levou a abrir o relacionamento.

    Porém, as meninas contam que no começo abrir a relação assustou um pouco. “Tudo que é novo, no começo, gera medo mesmo. Natural as pessoas ficarem inseguras e sem saber muito bem para onde se encaminharão as coisas”.

    Os casais também explicam o que há de diferente entre uma relação monogâmica e poligâmica. “Existem diversos arranjos que podem ser feitos. Pode ser uma relação aberta apenas no aspecto sexual, pode ser que haja relações complementares, podem ser relações simultâneas, como um casamento a três, pode existir a relação principal e relações secundárias. O importante é não cair numa querela romântica, achando que uma pessoa complementa a outra em tudo, e para sempre. Essa bobagem que nos é vendida há mais de 200 anos, de maneira sistemática, é causa primária das frustrações e dos fracassos nos relacionamentos” acredita Sérgio. 

    Já para Marieta e Rosa “a grande diferença está na variedade, nas possibilidades, nas novidades, pois, na relação fechada não há liberdade como na aberta, no sentindo de não reprimir sentimentos, ações e desejos”.


    Em um relacionamento aberto, várias pessoas transitam de um lado e do outro, será que tal diversidade de sujeitos gera ciúme? E como será que os casais lidam com tal fator? “De vez em quando rola um ciuminho, alguma insegurança, mas, sobretudo saudades por não necessariamente estar junto o tempo todo, não necessariamente fazer tudo junto. Mas, são dez anos juntos, e o balanço geral é positivo”, conta Sergio.

    Rosa Maria e Marieta dizem que sempre há “ciúme”, mas que lutam contra ele por entenderem ser um tipo de controle. “A questão do ciúme existe para todo ser humano, não? E ele deve ser trabalhado seja para casais de relação fechada ou aberta. Se há sinceridade e verdade entre as partes, por qual motivo teremos ciúmes? O ciúme é um sentimento que demonstra posse e controle sobre a outra pessoa. Devemos lutar o tempo todo contra ele. Mas claro, poderá estar presente em algumas situações”, diz Marieta.

    Sérgio tocou num ponto interessante  que são os acordos para os variados tipos de relação aberta. “Mantemos uma relação principal e não há restrições quanto a outras relações sexuais ou mesmo eventuais. Não necessariamente discutimos detalhes de tudo o que acontece, para evitar desgastes desnecessários”, explica Sérgio.

    “O acordo é agir com a verdade e sinceridade, antes de mais nada. Depois de mais de 15 anos juntas, não é necessário mentir ou enganar. E o principal de nosso acordo é nunca constranger a outra. Uma coisa é você sentir desejo por outro alguém. Outra diferente é expor a pessoa com quem você vive por conta disso”, revela Marieta.

    Depois de tanto tempo juntos e em uma relação poligâmica, será que os nossos entrevistados vivenciariam uma relação monogâmica nos dias de hoje? . “Embora não seja tão simples administrar um relacionamento aberto, voltar para um relacionamento fechado seria impensável. Seria reabrir questões que já estão resolvidas. É preciso deixar o outro livre para poder viver plenamente uma relação. Fidelidade é compromisso, respeito, cuidar do outro e não monogamia”, diz Sérgio.

    “Nossa relação segue como sempre foi: aberta e sem preconceitos ou cobranças. É mais fácil ser feliz assim. Fechar a relação é se fechar para o mundo... E estar aberto para ele não significa que não ame muito a minha querida Rosa Maria e ela a mim”, conta Marieta.

    As aspas finais de nossos entrevistados estão em sintonia com outra teoria do psicanalista Adam Philips, que foi citado no início da reportagem. Philips diz que independente da relação ser monogâmica ou poligâmica, o que importa é que as pessoas vivam “boas histórias”. Adam Philips diz que “num relacionamento, o que você precisa é criar uma história na qual se sinta vivo com a outra pessoa”.

    Fonte: ACAPA



    Categoria: REPORTAGEM
    Escrito por ligeirinho45 às 15h04
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    Clínica Odontológica em SP oferece tratamento personalizado para o público gay

     

    Clínica Odontológica em SP oferece tratamento personalizado para o público gay

    A Diversa Odontologia de Respeito é uma clínica localizada em São Paulo com foco no público gay. Ao ouvir algumas reclamações de amigos gays que não se sentiam a vontade em determinados consultórios odontológicos, a cirurgiã-denstista Helena Torbitoni resolveu criar o espaço, que foi inaugurado no início desse ano.

    "Nossa proposta é de realizar prestação de serviços de referência em odontologia, recheados de respeito a cada indivíduo e suas escolhas. Somos um canal de comunicação contra todos os tipos de preconceito em São Paulo para que possamos não só defender os nossos direitos, mas, principalmente, dar acolhimento para aqueles que sofrem uma luta tão desigual", diz a Dra. Helena.

    A clínica tem profissionais em todas as especialidades odontológicas e traz a oportunidade de realizar todo o tratamento num único local. O espaço fica localizada no bairro de Pinheiros.

    Diversa Odontologia de Respeito
    Rua Artur de Azevedo, 1183 - Pinheiros
    Telefone (11) 30630591     

    Fonte: ACAPA



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 15h00
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    James Franco faz filme com diretor pornô e cenas de sexo gay reais; saiba tudo

     

    James Franco faz filme com diretor pornô e cenas de sexo gay reais; saiba tudo

    Parece que James Franco não quer deixar o posto de muso do público gay de lado.  A última do ator é um projeto baseado no filme "Parceiros da Noite", de 1980. No longa, Al Pacino vivia um  detetive que investigava o submundo gay de Nova York.

    De acordo com o site "Indiewire", a produção de James seria um documentário, batizado de "James Franco´s Cruising". O filme vai mostrar a tentativa do ator de refilmar os 40 minutos que foram censurados do filme anterior por conta das restrições de exibição.

    Muito bem, já dá para imaginar o que tem nesses 40 minutos, não é?! James convidou o diretor Travis Mathews, que já fez filmes pornôs gays, para dirigir o doc. Segundo o "Indiewire", o projeto vai ter cenas de sexo gay reais e não simuladas, como num pornô.

    E será que James, que já interpretou um gay no longa "Milk", vai protagonizá-las? A previsão de estreia é para 2013. Estamos ansisosos!

    Fonte: ACAPA



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 14h56
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    Haddad esclarece polêmica sobre gastos com o Escola Sem Homofobia e diz que não irá aceitar preconceito na campanha

    São Paulo não vai aceitar o ódio, diz Haddad sobre polêmica com o Escola Sem Homofobia

    O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, comentou na última terça-feira, 21 de agosto, o pedido de explicações do Tribunal de Contas da União ao Ministério da Educação sobre o suposto prejuízo de R$ 800 mil com a suspensão da distribuição do programa Escola Sem Homofobia.

    O petista afirmou que os esclarecimentos formais serão dados pelo MEC, mas que não é verdade que o TCU esteja cobrando explicações sobre o uso do programa no Ensino Médio. "Ele está pedindo esclarecimentos sobre como foi usado o material na formação de professores. O Ministério da Educação vai esclarecer", disse em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, após uma caminhada na zona norte.

    Questionado ainda sobre a possível utilização do tema para prejudicá-lo nas eleições, Haddad disse que não vai aceitar a promoção  do preconceito. "A cidade de São Paulo não vai aceitar de jeito nenhum que o ódio seja fomentado na nossa cidade, seja contra o que for, contra o negro, a mulher, a comunidade LGBT. A cidade não aceita violência. Aquele que quiser promover a violência e a divisão da sociedade vai se arrepender. A sociedade, em 2010, já recusou esse tipo de abordagem. Fará de novo em 2012", declarou.

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 14h37
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    Hugh Hefner, fundador da Playboy, defende o casamento gay em editorial da revista

     

    Hugh Hefner, fundador da Playboy, defende o casamento gay em editorial da revista

    Hugh Hefner é um exemplo quando o assunto é revolução sexual e quebra de preconceitos. Hoje, aos 86 anos, o fundador da revista Playboy deu mais um motivo para ser lembrado dessa forma.

    No editorial de setembro da publicação, Hefner defende os direitos igualitários falando sobre o casamento gay e as barreiras que enfrenta através de religiosos e políticos conservadores.

    “A luta pelo casamento gay é, na verdade, uma luta por todos os nossos direitos. Sem isso, nós iremos retroceder a revolução sexual e retornar para antigamente, aos tempos puritanos”, escreveu Hefner.

    O empresário diz ainda que “hoje, em cada instância de direitos sexuais que se encontra sob ataque, você encontrará uma legislação forçada por pessoas que praticam discriminação disfarçada de liberdade religiosa.

    "O objetivo deles é desumanizar a sexualidade de todos e reduzir o uso do sexo com o propósito de perpetuar a nossa espécie. Ao final, eles criminalizarão toda a sua vida sexual", afirma Hefner.

    Considerado ícone da cultura heterossexual e descrito como pornógrafo no inicio de sua carreira, o empresário já deu diversas declarações em prol da comunidade gay. Em 2009, no documentário “Hefner: Playboy, Ativista e Rebelde”, ele comenta sobre a publicação de um conto que incomodou alguns leitores.

    Tratava-se do texto “The Crooked Man," de Charles Beaumont, em que o personagem vivia em um mundo onde a sociedade era, em sua maioria, homossexual, tendo assim os heterossexuais discriminados. “Se é errado perseguir heterossexuais numa sociedade homossexual, então o inverso também está errado”, escreveu o magnata à época.

    Fonte: ACAPA



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 14h26
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    Phd argentino fala sobre casamento gay em evento da OAB de São Paulo

    São Paulo discute na próxima sexta o casamento gay

    Andres Gil fala sobre casamento gay

                                                Andres Gil fala sobre casamento gay

    O casamento entre pessoas do mesmo sexo vai ser tema de debate neste mês na Ordem dos Advogados do Brasil - Seção de São Paulo (OAB-SP), que realiza no próximo dia 24, sexta-feira, a partir das 19h, na capital paulista, o encontro “Concepções Contemporâneas Acerca do Casamento: abordagem constitucional à luz do Direito brasileiro e argentino”.

    O evento será realizado no Salão Nobre da OAB-SP, que fica na Praça da Sé, 385 – 1° andar. O casamento será discutido pelos convidados Dimitri Sales, advogado, mestre e doutorando em Direito Constitucional pela PUC-SP; Sergio Resende de Barros, advogado e professor associado aposentado da USP; e Andres Gil Dominguez, advogado, pós-doutor em Direito e professor da Faculdade de Direito da Universidade de Buenos Aires.

    As inscrições já estão abertas (clique em 
    http://www2.oabsp.org.br/asp/cultura.asp?pg=2.3.1&pgv=a&portlet=1&id_cultural=11778) e podem ser feitas mediante a doação de uma lata ou pacote de leite integral em pó – 400g, no ato da inscrição. A promoção do evento é da Comissão da Diversidade Sexual e Combate à Homofobia da OAB-SP.

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 12h58
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    Cantor Rufus Wainwright e namorado se casam nesta quinta

    Rufus Wainwright and Jorn WeisbrodtNesta quinta-feira (23), o cantor Rufus Wainwright se casará com seu namorado, Jorn Weisbrodt, com quem mantém um relacionamento desde 2007.

    De acordo com o jornal New York Post, a cerimônia, que será em East Hampton, Nova York, terá 250 convidados. Entre eles, a atriz Carrie Fisher e a artista plástica Yoko Ono.

    O casal já tem uma filha, Katherine Wainwright Cohen. A pequena foi gerada em 2011, através de uma barriga de aluguel, cedida pela amiga do cantor, Lorca Cohen, filha de Leonard Cohen.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 12h08
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    Teatro de Salvador dedica mês de setembro exclusivamente a espetáculos gays

     

    Teatro em Salvador terá programação gay em setembro

                            Bicha Oca é uma das peças da programação gay do Gamboa                                         

    Setembro é o mês da Parada gay de Salvador e, como se a cidade já não fosse gay o bastante, fica ainda mais colorida, até mesmo nas programações culturais. O Teatro Gamboa, por exemplo, assumidamente em setembro se transforma em Gayboa, apoiando os eventos locais sobre a diversidade sexual, como a Parada programada para o dia 9.

    A programação do Gayboa (confira a programação completa clicando em 
    http://www.teatrogamboanova.com.br/) inclui vinte atrações em vinte e dois dias dedicados aos LGBT, com concurso de beleza, dança, teatro, exposição, desfile, filmes e debates. O público pode conferir até quatro atrações no mesmo dia e os ingressos custam R$ 20 (inteira).

    A parte teatral tem os espetáculos “Bicha Oca”, com Rodolfo Lima (SP); “Tabule”, da Cia Peripécias de Teatro, de Porto Velho (RO); “Soul Transformista” e “Entre Nós”, de Salvador (BA). Tem ainda na programação o concurso de beleza Top Drag 2012, o desfile de moda Gender Trouble e as performances de dança da Cena Queer.

    Mais informações pelo telefone (71) 3329-2418.

    Fonte: mixbrasil

     



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 11h25
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    ÚLTIMA PARTE

    O Buda Gay - Um Estudo Amplo Sobre a Visão Budista da Homossexualidade

    É possível um homossexual se tornar iluminado?

    Isso já aconteceu, pelo menos um dos 84 mahasiddhas de Chimpu era homossexual. Embora isso fique subentendido no texto e não esteja dito de forma direta, é a interpretação que qualquer professor budista atual daria.
    O homossexual que supostamente alcançou a iluminação mencionado por você era um homossexual “praticante” ou vivia em castidade?
    mahasiddha não era um monge. Por outro lado, pensando melhor a respeito, embora ele fosse um homossexual no caminho, ele não poderia ser um 'Buda homossexual'. Isso porque o homossexualismo é uma propensão, um hábito. As doutrinas eternalistas vão querer dizer que uma pessoa 'é' alguma coisa. Mas, segundo o budismo, todos nós já fomos todas as coisas, inclusive homossexuais, e hoje talvez alguns de nós não somos mais, nessa vida. Isso algumas vezes ofende algumas pessoas, porque em geral se acredita que alguém 'é' alguma coisa. No máximo a pessoa está, e um Buda nem mesmo 'está', para si próprio. Um Buda não tem preferência de gênero, e se ele se engaja em atividade sexual, é só para trazer benefício aos seres. Kukuripa, outromahasiddha, tinha uma cadela por namorada, e seu amor por ela foi parte da prática espiritual que o levou a iluminação. O mahasiddha gay tinha um namorado também, mesmo depois de iluminado. Mas ele de forma alguma estava preso ao arco-íris do sonho, que é totalmente impermanente. Em outras palavras, não existe Buda com inclinações pessoais, apenas inclinações em nome das necessidades dos seres. Portanto, tornou-se um display para ensinar pessoas com a mesma inclinação, para dar um exemplo para elas, mas não algo que ele mantinha como um 'eu'. Da mesma forma, se diz que o bodisatva Manjushri se manifestou como uma mulher para seduzir um homem e dar um ensinamento. Se o gênero ou a preferência sexual são hábitos mais ou menos arraigados um que o outro, isso é difícil dizer. Mas, de toda forma, são meros adornos num Buda—o que significa que ele só manifesta qualquer coisa que ele manifesta, pelo outro, e não por algo que ele possui em si como característica sua – o Buda é vazio, portanto ele não pode ser inerentemente gay. Aliás, não só o Buda, mas nenhum de nós. Isso tem uma implicação que horrorizaria muitos gays e a maioria dos que erguem a bandeira gay. Não que seja desejável, bom ou correto – mas alguém pode deliberadamente, segundo o budismo, deixar de ser qualquer coisa, inclusive homossexual. É preciso dizer isso não porque, repito, seja algo louvável de qualquer forma uma 'terapia' que promova uma mudança, mas porque a vacuidade, e a impermanência, são realidades. Vamos colocar em outros termos: alguém pode também deliberadamente se tornar homossexual, mesmo que isso não surja naturalmente. É só criar os hábitos. Do ponto de vista de uma identificação do eu com um hábito, a heterossexualidade é tão ruim como o homossexualidade. Apenas apego e desejo, em sua maior parte egoísta. É extremamente difícil, em qualquer dos mundos, praticar a virtude – não é impossível, mas é difícil. O homossexualismo tem um carma adicional, não tanto nesses tempos, mas ainda em certa medida, de ser uma propensão que não segue o que os outros esperam, em geral, da pessoa – daí o sofrimento, algumas vezes tanta tensão até a pessoa assumir para si própria e para os outros essa propensão sua. Mas isso de forma alguma é motivo de recriminação com relação a alguém, é apenas para lembrar que, se há maior dificuldade, essa propensão foi criada, possui interdependência, com uma causa não-virtuosa – ainda que seja por algum egoísmo, ainda que seja por uma mera identificação do eu. O que não quer dizer que as propensões de heterossexuais não levem também ao sofrimento. Todas as propensões são sofrimento. Com certeza há homossexuais que sofrem menos com sua homossexualidade do que heterossexuais sofrem com sua heterossexualidade – eu diria que é mais raro – mas essa é uma mera circunstância – e que com certeza todos que possuem uma propensão, sofrem com ela, independente de que tipo de propensão seja. No entanto, mesmo praticantes antigos gays que eu conheço tem dificuldade em compreender suas propensões (um termo técnico, outra propensão é o que nos fez nos conectar com a língua portuguesa e nascer num país onde ela é falada, por exemplo) como impermanentes. Por isso as propensões, principalmente se reificadas, são um obstáculo a iluminação, porque há tamanha identificação do eu com algo. Eu SOU isso, ou aquilo, não vai produzir a iluminação da pessoa.”

    A resposta a esta última pergunta pode ser entendida de modo equivocado por quem, sendo LGBT e ativista, não seja um praticante budista. Ainda que ela não tenha sido apresentada num modo mais sofisticado e contenha algumas ideias contestáveis, representa a visão tibetana do mecanismo mental que leva às muitas vidas que temos tido, onde uma personalidade se desagrega após a morte, e outra passa a agregar-se num novo renascimento. O Buda Gay que propomos, está mais de acordo com o pensamento de Padma Dorje: um homossexual pode se tornar um praticante, iluminar-se e não ter mais qualquer conexão com sua sexualidade antes do Despertar Último (o Nirvana). É antes um gay que se tornou um Buda mais do que a possibilidade de um Buda Gay. A mesma construção mental vale para a ideia de um Buda Mulher, e há!

    A análise de André Otávio Assis Muniz (Dharmananda Mahacarya), no blogueBudismo Aristocrático, em Homossexualidade e Budismo (http://chakubuku-aryasattva.blogspot.com.br/2010/07/homossexualidade-e-budismo.html), a respeito do terceiro preceito, é exegeticamente profunda:

    O texto de disciplina moral adotado pela Tradição Tendai, o Brahmajala-Sutra, quando trata do terceiro preceito maior (Conduta Sexual Imprópria), fala em 'engajar-se de forma promíscua em atos sexuais, incluindo com animais, suas mães, filhas, irmãs e outras parentes próximas'. Também diz que o bodhisattva não deve 'engajar-se em conduta sexual imprópria com ninguém'. O que é conduta sexual imprópria? O sutra não especifica.

    Uma das especificações mais claras vai aparecer na obra Suhrillekha (Carta a um amigo) de Nagarjuna. Este texto, composto no século II da Era Cristã era endereçado aGautamiputra Shatakarni da dinastia Shatavahana do Sul da Índia. No sub-tópico sobre “Má Conduta Sexual” Nagarjuna escreve:

    'O objeto da má conduta sexual pode ser quaisquer dos seguintes: uma mulher com a qual seja impróprio realizar atividade sexual; uma mulher com a qual a atividade sexual seria permissível, mas a parte do corpo, o lugar ou a ocasião sejam impróprios; outro homem ou pessoa sexualmente deficiente.'
    Realizando a adequada exegese desse texto temos:

    Mulher com a qual seja impróprio realizar atividade sexual é toda mulher, no caso dos celibatários, ou outra mulher que não sua esposa, no caso do não-celibatário.

    Mulher com a qual a atividade sexual seja permissível mas a parte do corpo, o lugar ou a ocasião sejam impróprios, se refere ao sexo anal (visto como uma 'imundície' no pensamento indiano ), ao sexo em público, em templos, monastérios ou em momentos como o luto, práticas religiosas, sexo não consentido, etc.

    Outro homem, se refere especificamente à prática homossexual e aqui não há distinção entre celibatários e não-celibatários.

    Pessoa sexualmente deficiente são os hermafroditas, crianças cujo aparelho sexual não tem a maturidade necessária para o ato, pessoas sem capacidade de escolha, pessoas com problemas de deficiência nos órgãos sexuais, más-formações, etc.

    Aparentemente, temos uma condenação explícita à homossexualidade, mas, a sequência do texto derruba essa idéia:

    'A concepção é o reconhecimento, de forma não equivocada de qualquer dos objetos entre os mencionados como tal.'

    O 'reconhecimento de forma não equivocada' é uma ‘concepção’ que, por sua vez, pode ser de quatro tipos: conceber corretamente o objeto como sendo aquilo que ele é; conceber aquilo que não é o objeto como sendo tal; conceber aquilo que é o objeto como não sendo tal e; conceber aquilo que não é o objeto como não sendo tal.

    O homossexual não concebe a alguém do mesmo sexo como o heterossexual. Concebe a alguém do mesmo sexo como o heterossexual concebe a alguém de outro sexo. Ou seja, do ponto de vista de Nagarjuna, heterossexual, o homossexual concebe o objeto (alguém do mesmo sexo) como não sendo tal.

    Dessa maneira das duas partes da intenção (concepção e motivação), a primeira já exclui a semente volitiva da quebra de preceito.

    Sendo assim, a quebra de preceito referida por Nagarjuna ao rei Gautamiputra, se refere ao heterossexual que, possuindo a concepção de que é o objeto aquilo que ele é (ou seja, alguém do mesmo sexo), tem com ele relações sexuais para aliviar sua lascívia. Esse é o caso de presidiários ou outros indivíduos confinados que, sendo heterossexuais e, na ausência do sexo oposto, mantêm relações homossexuais tentando, às vezes, afeminar o parceiro, tendo plena consciência de que ele é outro homem e, portanto, tendo a correta concepção em relação ao objeto.”
    Conclusão
    Ainda que tenhamos encontrado algumas discrepâncias e visões preconceituosas pontuais em algumas escolas budistas, podemos dizer que, de maneira geral, o Budismo é uma religião bastante amigável aos LGBT, e tende a aumentar esta visão inclusiva nas próximas décadas, especialmente no Ocidente, onde os direitos dos LGBT estão sendo cada vez mais reconhecidos.
    Sobre o autor

    Paulo Stekel é jornalista, escritor, músico, poliglota, especialista em religiões, tradições espirituais e línguas sagradas. Ativista LGBT focado na relação entre homofobia e religião, é o criador do Movimento Espiritualidade Inclusiva e possui quase uma centena de artigos sobre espiritualidade, orientação sexual, homofobia religiosa e espiritualidade inclusiva. É praticante budista desde 1995. Começou praticando o Budismo Tibetano, mas hoje se considera um budista independente, não atrelado a uma escola em especial. Contatos: espiritualidadeinclusiva@gmail.com
    Fonte: Movimento Espiritualidade Inclusiva



    Categoria: REPORTAGEM
    Escrito por ligeirinho45 às 23h30
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    PARTE VII

    O Buda Gay - Um Estudo Amplo Sobre a Visão Budista da Homossexualidade

    O ramo norte-americano da Soka Gakkai International, um novo movimento religioso influenciado pelo Budismo Nitiren, com sede no Japão, desde 1995 começou a realizar cerimônias de casamento para casais do mesmo sexo. Um templo budista em Salt Lake City conectado com a Jodo Shinshu, outra escola budista japonesa, também detém os ritos religiosos para casais do mesmo sexo.

    Equivalência do sexo LGBT e heterossexual no Budismo

    Na atualidade há várias visões distintas sobre o sexo. São as chamadas “culturas sexuais”. Essas culturas interferem, de certo modo, na visão que as religiões têm do assunto. Algumas religiões se modernizam, adaptando-se às novas noções sobre sexo, enquanto outras mantém sua visão arcaica, fundamentalista. Conforme cada “cultura sexual”, o sexo pode ser considerado: algo bom; depravado e pecaminoso; expressão de amor; expressão da paixão; só para reprodução; o resultado final de um encontro; algo a ser comprado e vendido; algo de que não se deve falar; algo de que se deve sempre falar; a queda da sociedade como a conhecemos; dom de Deus; maldição de Deus; um caminho para a iluminação; um caminho para o inferno; só para ser praticado entre mulheres e homens; para ser praticado entre adultos de qualquer sexo.

    No meio de todas essas visões há a “cultura gay”, que inclui lésbicas, transexuais, homossexuais masculinos e bissexuais. Para praticantes budistas pode parecer estranho que um determinado
    grupo de pessoas tenha sua própria cultura sexual. LGBTs têm sua própria cultura sexual provavelmente por causa da pressão social, do preconceito e da homofobia, tendo se unido para fins de apoio mútuo, criando assim uma “cultura”. É com essa “cultura” crescente que as várias escolas budistas espalhadas pelo mundo tem que conviver cada vez mais. E, para essa convivência ser mais pacífica e menos desastrada que a convivência do Dalai Lama com os LGBTs, há a necessidade de ampliar os horizontes budistas sobre a sexualidade humana.

    As primeiras comunidades monásticas (Sangha) do Budismo foram divididas em uma comunidade para homens e uma para mulheres, pois o entendimento era o de que, pelo impulso sexual dos seres humanos ser tão forte, uma atitude celibatária teria como resultado que tal impulso não interferiria na busca pela iluminação. Então, muitas regras de conduta foram definidas. Entre os vários comportamentos proscritos estava a homossexualidade, mas ela foi incluída simplesmente
    porque era um tipo de comportamento sexual, não porque seria inerentemente errado.

    No caso da regra que dizia que uma pessoa em particular conhecida como 
    Pandaka não poderia ser ordenada, ainda que Pandakas fossem homens homossexuais, o problema com eles não era sua orientação sexual, e sim a sua exuberância, uma indisciplina sexual e tendência a não refrear suas paixões, o que seria um caos para uma comunidade monástica. Então, o termo Pandaka não se refere a todos os homossexuais masculinos, mas apenas aos que não conseguiriam adotar a vida monástica por causa de sua sexualidade desenfreada. Pessoas heterossexuais com sexualidade desenfreada também estavam interditas à ordenação e as regras valiam para todos, como a proibição de adultério, promiscuidade, estupro, abuso sexual infantil, sexo com menores de idade, sexo com alguém impotente ou em cativeiro, assédio sexual, sexo com animais, masturbação, etc.

    Segundo os ensinamentos do Buda, há três fatores que devemos levar em conta ao fazer julgamentos morais: se agimos com os outros como gostaríamos que os outros agissem para conosco; se nossos atos são causa de sofrimento ou de felicidade para os outros; se nossos atos nos levam mais perto de nosso objetivo pessoal de transcender o sofrimento e atingir o Nirvana. Nenhuma outra consideração deve ser feita ao analisar a moral própria ou alheia. Não há mandamentos divinos a ser seguidos, mas a própria consciência que busca discernir com equanimidade.

    No caso das relações sexuais, elas seriam permitidas aos leigos desde que não ferissem um dos quatro princípios: haver consentimento mútuo; não causar nenhum dano; não envolver quebra de um compromisso para com outra pessoa; estar envolvido em carinho e respeito, para a satisfação mútua. Assim, sexo homossexual, desde que cumpra tais recomendações, não pode ser considerado inadequado pelos ensinamentos do Buda. No Budismo nem mesmo existe para leigos a recomendação de que o sexo deva ser somente para reprodução!

    Na tradição budista mais antiga há várias histórias de homens homossexuais que atingiram o grau de Arhat (um elevado estado de despertar que permite atingir oNirvana) da mesma forma que heterossexuais. É o caso da história de Soreyya,Vakkali e Ananda. Eles atingiram tal estado sem renunciar a sua sexualidade, mas renunciando a seus desejos, o que os Arhats heterossexuais também tiveram que fazer.

    Segundo o Budismo, a homossexualidade, assim como a heterossexualidade e a bissexualidade, é uma condição natural e tem algo a ver com uma certa escolha consciente. A combinação de escolhas conscientes, os desejos enraizados que estas escolhas ajudam a criar e eventos traumáticos que contribuíram para nossas preferências sexuais em muitas vidas anteriores resultam no nascimento de uma pessoa que possui o agregado dessas preferências. Então, mesmo nascendo no gênero masculino, ela pode ter uma orientação para o mesmo sexo ou para os dois, ao invés do sexo oposto. Tem a ver mais com tendências, preferências e agregados de vidas anteriores que com um carma ou um fardo condenatório a ser carregado. Mesmo porque, não é quem você foi em existências anteriores, mas quem você é agora que é mais importante. E, meditando, fazendo o bem e adquirindo compaixão por todos os seres, seja gay, lésbica, bissexual, transgênero ou heterossexual, todos possuem as mesma chances de chegar ao Despertar Último, o estado de Buda. Então, o “Buda Gay” é uma realidade! Não há necessidade de ser monge para isso. Não há necessidade de abdicar do sexo. Mas, se o sexo for feito com amor, compaixão e sem causar prejuízos, seja sexo gay ou heterossexual, será conduzente ao Despertar.

    Então, a “cultura gay” não está em oposição às regras budistas sobre a conduta sexual, desde que não fira as mesmas recomendações dadas a pessoas heterossexuais.
    Em “O Budismo e o homossexualismo” (sic) – verhttp://www.acessoaoinsight.net/arquivo_textos_theravada/abc_budismo.php –,Michael Beisert esclarece algo mais sobre os ensinamentos do Buda a respeito da conduta sexual:
    1. Há algum tipo de prática sexual rejeitada pelo Budismo?

    Em primeiro lugar é necessário fazer a distinção entre os praticantes Budistas que adotam o monasticismo e aqueles que seguem a vida leiga. O código de disciplina monástica prescreve o celibato para os monges e monjas. Para os leigos há um conjunto de cinco preceitos éticos que devem ser observados, sendo que o terceiro preceito determina que a pessoa deve evitar o comportamento sexual impróprio. (...)

    2. O que é um comportamento sexual impróprio?

    (…) No caso de duas pessoas leigas que agem com base no consentimento mútuo, onde não há adultério, e onde o ato sexual é uma expressão de amor, respeito, lealdade e calor humano, esse seria um comportamento sexual hábil. E o mesmo critério vale se as duas pessoas forem do mesmo sexo. Do mesmo modo, a promiscuidade, libertinagem e a desconsideração dos sentimentos dos outros fazem com que um ato sexual seja inábil quer seja heterossexual ou homossexual. Todos os princípios empregados para avaliar uma relação heterossexual também são válidos para avaliar uma relação homossexual.

    No Budismo podemos dizer que não é o objeto do desejo sexual que determina se um ato sexual é inábil ou não, mas na verdade, a qualidade das emoções e intenções envolvidas.

    3. Há alguma objeção do Buda com relação ao casamento do mesmo sexo?

    A resposta é “Não.” Na coleção de discursos do Buda não há nenhuma objeção desse tipo. Para ser mais exato, o Buda nem apoiava e tampouco se opunha ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

    4. Isso então quer dizer que o Budismo é mais tolerante em relação aos homossexuais?

    Algumas vezes o Buda aconselhava evitar um certo tipo de comportamento não porque fosse inábil do ponto de vista ético mas porque colocaria a pessoa em divergência com as normas sociais ou porque poderiam sujeitá-la a sanções legais. Nesses casos, o Buda dizia que evitar esse tipo de comportamento livraria a pessoa da ansiedade e embaraço causado pela desaprovação social e o medo de ações punitivas. Em determinadas situações sociais, esse seria o caso em relação à homossexualidade. Nesses casos, o homossexual tem que decidir se irá se submeter àquilo que a sociedade espera ou se irá tentar mudar os valores sociais.”

    Em http://tzal.org/5-3-homossexualismo/, o budista Padma Dorje (Eduardo Pinheiro), tradutor e programador que vive em Porto Alegre, ainda que também se valha do termo inadequado “homossexualismo”, traz mais luz a essa polêmica, respondendo a diversas perguntas:
    Qual a posição do budismo sobre a homossexualidade?

    Monges não devem se engajar em qualquer ação sexual. Porém, na medida em que tiverem atração pelo mesmo sexo, serão homossexuais. 'Homossexuais não praticantes', porque não devem fazer qualquer tipo de sexo. Com relação ao desejo pelo mesmo ou por outro sexo, não há diferença alguma. Ambos são problemas e obstáculos para a vida do monge. Com relação a leigos, vai de acordo com a cultura onde esse leigo está imerso. Em culturas onde a homossexualidade é vista como um problema, apenas o fato do leigo estar em desacordo com o que é socialmente aceitável pode trazer tensões desnecessárias e problemas para este leigo. Se ele vai conseguir praticar ou não em meio a essas tensões, depende só dele. Em todo o caso, seu refúgio no Buda deve ser mais forte do que qualquer de suas inclinações. (…)



    Categoria: REPORTAGEM
    Escrito por ligeirinho45 às 23h28
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    PARTE VI

    O Buda Gay - Um Estudo Amplo Sobre a Visão Budista da Homossexualidade

    Como o budismo encara e explica a homossexualidade?

    O budismo prega a plena igualdade entre as pessoas. A sexualidade é apenas uma das diferenças que caracterizam as pessoas. De acordo com Chagdud Rinpoche, qualquer relacionamento pode ser um espaço para se cultivar as seis perfeições do ideal budista. Em uma relação entre pessoas do mesmo sexo, se houver o cultivo de generosidade, disciplina moral, paciência, perseverança, concentração meditativa, sabedoria e manutenção de uma visão pura, então esta é uma relação benéfica para o desenvolvimento da mente. Em termos da homossexualidade, ele apenas prevenia contra o desenvolvimento de aversão ao sexo oposto, porque isto dificulta a obtenção de um corpo humano durante o ‘bardo’ - estado intermediário entre esta vida e a próxima. De acordo com os ensinamentos, no ‘bardo’ alguém que renascerá como uma mulher sente-se atraída por aquele que será seu pai, alguém que renascerá como homem, sente-se atraído pela que será a sua mãe no momento em que presencia a sua própria concepção, então é preciso que haja esta atração para que aquela consciência se junte à união do esperma e do óvulo. Se há aversão ao sexo oposto, naturalmente não há esta atração e isto causaria dificuldades, fora isto, ele não via qualquer problema.

    Um casal homossexual poderia livremente freqüentar e seguir o budismo?

    Essa situação não interfere na prática do budismo.

    O indivíduo homossexual deve se assumir? Ou isso não é recomendado?

    Essa é uma questão que a própria pessoa deve julgar e ter a capacidade de decidir. Não deve ser necessariamente de um modo ou de outro. O necessário é viver com integridade. Se a pessoa está ‘no armário’, não se assume, e isto a deixa dividida, em conflito consigo mesma, com seu ser e sua sexualidade, fica difícil manter a integridade. Por outro lado, se a pessoa decide que é homossexual, mas não quer se assumir publicamente e prefere levar uma vida de abstinência ou ser discreta em sua vida sexual, sendo ao mesmo tempo muito honesta consigo mesma, acho que não há problema.

    (…) O homossexual está em uma escala inferior ao indivíduo heterossexual?

    Os dois são igualmente seres humanos, portanto, não há superior nem inferior entre os humanos. Há apenas esta questão de não se desenvolver aversão ao sexo oposto. Isto parece ser realmente necessário para que haja uma continuidade integrada daquele fluxo mental, ou consciência, na experiência que surge após a morte.”

    Realmente, este discurso pode dar margem a dúvidas. Deve-se diferenciar orientação para o mesmo sexo de “aversão” pelo sexo oposto. Se uma pessoa é heterossexual, significa que tem “aversão” ao seu próprio sexo ou simplesmente está orientada para o sexo oposto? Claro que a segunda alternativa é a correta. Então, no caso homossexual também. Ele está simplesmente orientado para o mesmo sexo, não significando isso uma “aversão” ao sexo oposto. Devemos ter cuidado com estas explicações para que não se passe a falsa mensagem de que um homossexual é igual a ter aversão ao sexo oposto.

    De qualquer modo, é importante pontuar o fato de que o Chagdud Gonpa, dirigido porChagdud Khadro desde a morte de seu mestre, Chagdud Tulku Rinpoche, tem realizado cerimônias de casamento entre pessoas do mesmo sexo no Brasil. O termo “casamento” talvez não seja o mais adequado, pois se trata de um ritual de bênção do casal e ratificação dos seus votos budistas, bem como a formalização do desejo auspicioso de ambos de viver juntos e numa base dármica. Contudo, estas cerimônias não são anunciadas publicamente e tudo tem corrido de um modo muito escondido, numa espécie de “templo-armário” budista... Contudo, sei que tais cerimônias ocorrem porque ouvi os relatos diretamente de praticantes do Gonpa. A propósito, há uma grande quantidade de gays e lésbicas entre os praticantes do Chagdud Gonpa, e há rumores de uma lama já ordenada que seria lésbica... Uma visão bem diferente do quadro pintado pelo Dalai Lama em seus comentários ignorantes sobre a sexualidade humana. Isso me faz crer mais uma vez que um Buda Gay é possível... Não enquanto praticante de atos homossexuais, mas enquanto alguém que começou a praticar sendo homossexual e atingiu o estado de Buda, no qual ser heterossexual ou homossexual é irrelevante, já que nesta condição há o completo abandono dos apegos sensoriais e sexuais.

    A homossexualidade nos países budistas

    Nas escrituras budistas homens homossexuais são chamados asittapandaka e as mulheres são chamadas mulheres de feminilidade incerta (sambhinna) ou mulheres masculinas (vepurisikâ, Vin.II, 271). De acordo com o entendimento da Índia antiga, os homossexuais eram considerados simplesmente como “a terceira natureza” (trtîya Prakrti), ao invés de pervertidos, desviantes ou doentes.

    Do ponto de vista budista mais aberto, se um homossexual evita a sensualidade e a licenciosidade da chamada “cena gay” e entra em uma relação amorosa com outra pessoa, não há razão para que ele ou ela não possa ser um budista praticante sincero e desfrutar de todas as bênçãos da vida budista.

    Nenhum dos códigos legais dos países budistas tradicionais criminaliza a homossexualidade em si, embora, é claro, hajam penalidades contra estupro homossexual e atos homossexuais com menores assim como há por crimes semelhantes cometidos por heterossexuais. Na maioria dos países budistas hoje, a homossexualidade é geralmente considerada estranha, embora não má ou um mal em si. Tailândia, Laos, Camboja, China, Vietnã, Mongólia, Japão e Coréia do Sul não têm leis contra a homossexualidade entre adultos conscientes. A homossexualidade é ilegal na Birmânia e no Sri Lanka, principalmente porque seus códigos legais foram, em parte, elaborados durante a era colonial, evidenciando uma “contaminação” pelo fundamentalismo cristão. Recentemente, no Sri Lanka, a pena foi aumentada para a homossexualidade em uma resposta irrefletida para o crescente problema do turismo sexual no país.

    A visão do Budismo de Nitiren

    Conforme o texto intitulado “O Budismo e a Homossexualidade”, compilado porAdriano Brito (ver http://www.estadodebuda.com.br/materias/140-o-budismo-e-a-homossexualidade):

    No Budismo de Nitiren Daishonin não há julgamentos sobre a sexualidade ser boa ou má – somente ela existe, nem imposições para que seus praticantes manifestem um comportamento sexual em particular, deixando a decisão para o próprio indivíduo. Em uma de suas viagens para a Europa, o presidente Ikeda proferiu uma orientação sobre o tema, em Paris: 'O Budismo não considera a homossexualidade nem como um mal, nem como um bem. Como todos os senhores sabem, o Budismo é a filosofia da vida e, mais precisamente, a filosofia da vida humana. Quanto à homossexualidade, esta é uma questão que deve ser colocada em outra categoria. Consequentemente, o budismo não considera como um distúrbio ou vício. Como todos os seres humanos são considerados iguais, qualquer que seja a sua condição de vida, todos apresentam a natureza do Buda e podem evidenciá-la através da recitação do Nam-myoho-rengue-kyo. Por isso, é de suprema importância tomar cuidado para não considerar a homossexualidade como um desequilíbrio e absolutamente não pensar que seja um sinal de uma prática incorreta ou fraca.'

    (…) Outro ponto a ser destacado é quando a própria homossexualidade é vista como um sofrimento. Neste caso, o budismo ensina a luta para ultrapassar esta manifestação cármica, como qualquer outro desafio a ser enfrentado. Caso o indivíduo se sinta satisfeito com a sua opção sexual, não existe motivos para que modifique o seu comportamento.
    Finalizando, ele cita: 'O Budismo concentra-se na iluminação para a vida universal e no auto-aperfeiçoamento de acordo com tal iluminação. A conduta ética e moral naturalmente evolui como conseqüência do auto-aperfeiçoamento, mas não é a preocupação principal. Mas, isto não quer dizer que o budismo defenda a licenciosidade sexual. Moralidade é coisa relativa, que varia de uma cultura para outra. A tentativa de qualquer religião de impor a outra cultura, padrões morais estranhos só pode estimular a rejeição da mesma e a negação do seu poder em praticar o bem. Por essa razão, ensinar a verdade básica, universal e dar apenas ênfase secundária a questões de códigos de ética – como o budismo geralmente procedeu – parece prometer maiores vantagens a todos os interessados, do que dar excessivo destaque a pontos de moralidade que, na melhor das hipóteses, são apenas relativos.'”



    Categoria: REPORTAGEM
    Escrito por ligeirinho45 às 23h27
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    PARTE V

    O Buda Gay - Um Estudo Amplo Sobre a Visão Budista da Homossexualidade

    A tradição homossexual no Budismo japonês

    Vários escritores já notaram a forte tradição histórica da bissexualidade e homossexualidade aberta em instituições budistas masculinas no Japão. Segundo Chigo Monogatari , as chamadas “histórias de acólito” de amor entre monges e seus Chigoeram populares, e essas relações parecem ter sido comuns, ao lado de sexo com mulheres.

    Viajantes cristãos ocidentais que foram ao Japão a partir do Séc. XVI têm notado, escandalizados, a prevalência e aceitação de formas de homossexualidade entre os budistas japoneses. O padre jesuíta Francisco Cabral escreveu em 1596 que"abominações da carne" "hábitos viciosos" eram "considerados no Japão como muito honrados; homens de posição confiam seus filhos para os bonzos para ser instruídos em tais coisas, e ao mesmo tempo servir a sua luxúria".

    Um estudioso budista japonês do Séc. XVII, Kitamura Kigin, afirmou que o Buda teria defendido a homossexualidade sobre a heterossexualidade para os sacerdotes. Uma lenda popular japonesa atribui a introdução da homossexualidade no Japão a Shingon, fundador Kukai, embora estudiosos agora descartem a veracidade dessa afirmação. No entanto, a lenda serviu para afirmar a relação de mesmo sexo entre homens e meninos no Japão do século XVII.

    Não há discriminação contra os homossexuais ou repúdio da homossexualidade noBudismo Shin, fundado no Japão no Séc. XIII, ou de fato, a outras práticas sexuais.

    Até o surgimento do 
    Mestre Shinran, fundador do Budismo Shin, havia a crença geral de que você poderia purificar-se através de rituais próprios e abstendo-se de comportamento proibido. Por causa de sua experiência, Shinran era mais realista, entendendo que não podemos simplesmente nos purificar de paixão e desejos humanos. Ele viu que o Buda Amida (Amitabha) nos abraça, apesar destes problemas, e nos permite chegar a um meio ambiente - a Terra Pura - onde podemos deixar essas paixões que não são mais eficazes.

    No Hino 
    Shoshinge, Shinran afirma “Fudan bonno toku nehan”, o que significa que atingimos o nirvana sem cortar paixões. Este é um importante reconhecimento. Em outra passagem, ele indica que a quantidade de impurezas não é problema para receber o abraço do voto do Buda Amida e o dom da verdadeira confiança. O Budismo Shin é uma fé de afirmação, aceitando as pessoas como elas são e ajudando-as a desenvolver a espiritualidade profunda para vitalizar a vida. O que elas fazem é uma questão de sua própria consciência, mantendo a intenção do Buda Amida em suas mentes.

    Em suma, do ponto de vista do ensinamento budista 
    Shin, geralmente, não há nenhum problema com as relações do mesmo sexo.
    Homossexualidade no Budismo chinês

    A atitude quanto à homossexualidade entre os praticantes do Budismo na China, segundo o estudioso A. L. de Silva, tem sido de tolerância. Matteo Ricci, missionário jesuíta que viveu na China por vinte e sete anos a partir de 1583, já tinha expressado isso através de seu horror à atitude aberta e tolerante dos sacerdotes budistas chineses à homossexualidade.

    O Venerável 
    Hsing Yun, uma das primeiras figuras no Budismo chinês contemporâneo, afirmou belamente que o Budismo nunca deveria ensinar intolerância contra a homossexualidade, e que as pessoas deveriam expandir suas mentes:

    O casamento é uma instituição que reflete os valores da sociedade que a sustenta. Se as pessoas de uma sociedade já não acreditam que é importante se casar, então não há nenhuma razão para que eles não possam mudar a instituição do casamento. O casamento é um costume. Costumes sempre podem ser alterados. (…) a verdade suprema da questão é que as pessoas podem e devem decidir por si mesmas o que é certo. Enquanto elas não estão violando os outros ou violando as leis da sociedade em que vivem, então, são livres para fazer o que acreditam que é certo.

    (…) A mesma análise poderá ser aplicada a homossexualidade. Muitas vezes as pessoas me perguntam o que eu penso sobre a homossexualidade. Eles se perguntam, é certo, é errado? A resposta é, não é nem certo nem errado. É apenas algo que as pessoas fazem. Se as pessoas não estão prejudicando o outro, suas vidas privadas são o seu próprio negócio, devemos ser tolerantes com eles e não rejeitá-los.

    No entanto, ainda vai levar algum tempo para o mundo aceitar plenamente a homossexualidade. Todos nós devemos aprender a tolerar o comportamento dos outros. Assim como esperamos expandir nossas mentes para incluir todo o universo, do mesmo modo também deveríamos procurar expandir nossas mentes para incluir todas as muitas formas de comportamento humano.

    Tolerância é uma forma de generosidade e uma forma de sabedoria. Não há nada em qualquer lugar do Dharma que devesse levar alguém a se tornar intolerante. Nosso objetivo como budistas é aprender a aceitar todos os tipos de pessoas e ajudar a todos os tipos de pessoas a descobrir a sabedoria dos ensinamentos do Buda Sakyamuni.”
     (Hsing Yun, Buddhism Pure and Simple, pp. 137–138)

    Hsing Yun é um autor best-seller e um defensor do Budismo Humanista, uma abordagem à reforma do budismo chinês para corresponder às necessidades contemporâneas dos leigos. Mas, há quem se oponha sua visão, como o mestre tradicionalHsuan Hua, que afirmou que a homossexualidade “plantas as sementes que levam ao renascimento nos reinos inferiores de existência”.
    Hsuan Hua, que afirmou que a homossexualidade “plantas as sementes que levam ao renascimento nos reinos inferiores de existência”.

    A visão da homossexualidade no Budismo Ocidental

    Em contraste com o Budismo na Ásia, o moderno Budismo no mundo ocidental é tipicamente associado a uma preocupação com igualdade social, em parte como resultado de sua base de membros vinda da classe média intelectual e suas raízes filosóficas no livre-pensamento e no humanismo secular. Ao aplicar a filosofia budista à questão da homossexualidade, os budistas ocidentais enfatizam a importância que o Buda colocou sobre a tolerância, a compaixão e a busca de respostas dentro de si mesmo, salientando estes valores fundamentais, em vez de examinar passagens específicas ou textos. Por isso, o Budismo ocidental é relativamente gay-friendly, especialmente desde os anos 1990. Como a interpretação do que é má conduta sexual é uma decisão individual e não algo sujeito a julgamento por uma autoridade central, uma visão de aceitar todos os povos, mas rejeitando certos tipos de atos sexuais é mais predominante. Vários LGBT já foram ordenados monges e leigos budistas (Issan Dorsey, Caitriona Reed, Pat Enkyo O'Hara, Soeng Hyang).

    Segundo o estudioso ocidental Alexander Berzin“Os textos em tradições budistas foram escritos a partir do ponto de vista de um homem heterossexual. Precisamos explorar a intenção dos ensinamentos sobre má conduta sexual, o que em última análise é eliminar o apego, desejo obsessivo e insatisfação. Se um homem heterossexual não encontra limites para essas emoções perturbadoras, ele poderia ter relações sexuais com mais um outro parceiro, assim como outros homens. Podemos aplicar a mesma lógica e explorar o que constitui apego sem limites e insatisfação para homens ou mulheres homossexuais e bissexuais. Por exemplo, ter relações sexuais com mais parceiros e assim por diante pode ser destrutivo para estes tipos de pessoas também.”

    Dzogchen Ponlop Rinpoche, titular das linhagens tibetanas Karma Kagyu eNyingma, em uma palestra de 2008, em Nova York, destacou que para os praticantes leigos do Budismo Tibetano, as relações homossexuais não são melhores ou piores do que as relações heterossexuais, e que apenas relacionamentos não-saudáveis em geral, devem ser evitados. Tanto a sangha Nalandabodhi (fundada pelo Dzogchen Ponlop Rinpoche), como as sanghas Shambhala (fundadas por Chögyam Trungpa Rinpoche) declaram estar acolhendo pessoas de todas as orientações sexuais. OShambhala Meditation Center, de Nova York, hospeda um grupo de prática semanal, o Queer Dharma, especificamente para atender às necessidades da comunidade budista LGBT.

    Nesta mesma linha de visão ocidental do assunto, muito útil é transcrevermos alguns trechos de uma entrevista dada pela Lama norte-americana Chagdud Khadro (dirigente espiritual do Chagdud Gonpa, um importante centro do Budismo Tibetano, hoje com sede no sul do Brasil), que chega a contrastar com a própria opinião do Dalai Lama (verhttp://bossazen.blogspot.com.br/2008/11/budismo-x-homossexualidade.html):



    Categoria: REPORTAGEM
    Escrito por ligeirinho45 às 23h26
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    PARTE IV

    O Buda Gay - Um Estudo Amplo Sobre a Visão Budista da Homossexualidade

    Como, exatamente, a lei do Carma pode distinguir um orifício de outro? Outros problemas surgem quando percebemos que muitos homossexuais masculinos praticam sexo entre as coxas e masturbação mútua, em vez de sexo com penetração. E, exatamente qual o órgão sexual que uma lésbica usa para penetrar a vagina de sua parceira? Mais uma vez fica claro que o Dalai Lama (e a tradição responsável por sua opinião equivocada) não tem a mínima noção do que está afirmando.
    Segundo as informações dadas por Jeff Wilson no blogue Gay Tibet (verhttp://gaytibet.blogspot.com.br/2009/08/homosexuality-marriage-and-religion-in.html), monges gays eram comuns no Tibete tradicional e em outras culturas budistas, e foram aceitos como parte da sociedade, mesmo sem uma existência do moderno conceito de “orientação homossexual”. Tanto que há um termo tibetano, drombo, que se refere a um parceiro homossexual passivo, muitas vezes alguém em uma relação estreita com um monge. As posturas sócio-religiosas tibetanas consideram a penetração como uma inaceitável violação das regras monásticas de celibato, independente de se as pessoas envolvidas são do mesmo sexo ou de sexos opostos. Assim, a alternativa comumente aceita para um monge foi formar um relacionamento com um drombo, que poderia ser um jovem monge ou alguém da sociedade em geral. Em vez de sexo oral ou anal à moda ocidental, um drombo e seus patronos monásticos ficavam em uma posição agachada - odrombo deitado de costas com suas pernas cruzadas, e o monge ejaculando movendo seu pênis para trás e para frente entre elas. Sem penetração, portanto, nenhuma violação das regras.
    E, só para provar que a homossexualidade, o casamento e a religião no Tibete são infinitamente complicados: o sexto Dalai Lama, que se acredita ter renascido como o atual décimo quarto Dalai Lama, foi muito famoso por ser um bissexual extravagante. Apesar disso, o atual Dalai Lama insiste em dizer que relações sexuais com alguém do mesmo sexo é conduta inadequada... Contudo, o fato de que monges pagam drombosmuito jovens para manter relações com eles não parece ser um problema na hipócrita condenação do Dalai Lama aos LGBT. Parece o mesmo caso da hipocrisia do Vaticano que condena gays, mas defende padres pedófilos... O próprio Heinrich Harrer, no livro“Sete Anos no Tibet”, afirma categoricamente que os monges no Potala eram homossexuais... Ninguém precisa ser ingênuo e achar que nos mosteiros tibetanos a situação é diferente dos mosteiros católicos. Lá também há relações entre os mais velhos e os mais novos, e isso já foi denunciado na imprensa internacional algumas vezes.

    A visão polarizada do Budismo Theravada atual
    Uma das razões para uma certa homofobia contra gays masculinos em países predominantemente budistas como a Tailândia tem a ver com a misoginia e o desejo esmagador por descendentes masculinos em grande parte da cultura asiática. A misoginia muitas vezes se manifesta como um medo quase patológico de que algo num homem possa apontar traços femininos. Assim, para muitos, homens homossexuais parecem excessivamente femininos, e assim, são odiados ou temidos, ou ambos. Em muitas culturas asiáticas a continuação da linhagem é de suma importância, de modo que uniões sexuais que não possam produzir filhos são vistas como pervertidas.

    Na Tailândia, alguns setores budistas tradicionais propõem que a homossexualidade surge como uma consequência cármica pela violação de proibições budistas contra a má conduta heterossexual. Estas visões cármicas descrevem a homossexualidade como uma condição congênita que não pode ser alterada, pelo menos, na vida atual de uma pessoa homossexual, e têm sido associadas com apelos por compaixão e compreensão por parte da população que não é homossexual. Mas, a partir do final dos anos de 1980, alguns setores budistas tailandeses mais recentes passaram a considerar a homossexualidade como uma violação intencional da conduta heterossexual “natural” resultante da falta de controle ético sobre os impulsos sexuais. Peter Jackson, estudioso australiano de política sexual e do budismo na Tailândia, escreve que estas posições representam “duas escolas de pensamento amplas sobre a homossexualidade que estão em curso entre os escritores contemporâneos budistas tailandeses, uma de aceitação, a outra de não-aceitação”.

    O fator-chave de diferenciação destas posições divergentes é a conceitualização do autor da origem da homossexualidade. Os liberais sustentam que é uma condição que está fora do controle consciente dos homossexuais, tendo origens em erros do passado. Isso se assemelha à visão de alguns espíritas no Ocidente. Os não-liberais defendem que a homossexualidade é uma violação intencional de princípios éticos e naturais. Esta é a visão do Cristianismo fundamentalista. Para Peter Jackson, o fator que causou a mudança na visão budista tailandesa, aumentando o preconceito, foi o surgimento da AIDS e sua equivocada associação aos gays como causadores da síndrome.

    Contudo, há defensores da inclusão LGBT no Budismo Theravada, como o já citado monge Ajahn Brahmavamso, que declarou o seguinte, conforme conferência transcrita por Kelvin Wong (Homosexuality and other forms of queerness – Excerpt from Ajahn Brahm - http://heartlandsg.org/2006/12/30/homosexuality-and-other-forms-of-queerness-excerpt-from-ajahn-brahm/):

    A primeira coisa que eu gostaria de dizer a partir da perspectiva budista é que, sempre que temos uma decisão ou uma escolha difícil de fazer, temos de olhar para as nossas mentes para ver se temos o que o Buda chama de 'perversões do pensamento' (…). E, particularmente, as atitudes para com os homossexuais, se seus amigos, filhos ou outras pessoas da sociedade, não devem ser pensadas a partir da posição de medo.

    Tendo confrontado a homossexualidade só por estar em um país ocidental, esse assunto tem que vir à tona, os monges e monjas e todo mundo tem de enfrentar. Porque há algumas pessoas que vão se tornar seus discípulos e até mesmo querer se tornar monges e monjas e fazer parte da Sangha. Algumas delas são homossexuais, ou alguns dos filhos de seus discípulos são homossexuais.

    Muitas vezes, elas fazem a pergunta: 'A homossexualidade quebra os 5 preceitos?' Particularmente, isso diz respeito ao 3º preceito, que diz respeito a má conduta sexual. No entanto, os estudos do significado budista da expressão má conduta sexual certamente não inclui atividades homossexuais. E, é fascinante que o Buda foi certamente consciente sobre a homossexualidade em seu tempo. Havia muitos casos mencionados nas escrituras antigas, especialmente o Vinaya (o código de ética para os monges e monjas), dos atos homossexuais e daqueles que eram dessa forma inclinados, e ele certamente nunca os incluiu sob os 5 preceitos.
    Quando falamos sobre o 3º preceito, de má conduta sexual, isso literalmente se refere a adultério ou sexo ilícito, especialmente entre um homem ou uma mulher que não se casaram e cujas relações sexuais foram consideradas inadequadas na época, mas certamente não inclui atividades homossexuais e lésbicas.
    Assim, quando olhamos para as questões éticas da homossexualidade, não podemos usar os 5 preceitos, uma vez que eles não se aplicam. O fato de que isso não foi mencionado é uma indicação de que o Buda não achou, no final das contas, que fosse tão ruim, ou uma atividade a ser incluída nos 5 preceitos. E, por isso, temos de tratar logicamente relações homossexuais e lésbicas na mesma categoria do relacionamento heterossexual. Em outras palavras, a lei do carma, o entendimento de bondade e o que traz a felicidade na vida futura e a felicidade nesta vida... o que significa que temos de olhar para a homossexualidade na mesma luz que vemos a heterossexualidade. Em outras palavras, se é uma relação amorosa, de carinho, não-exploradora, com adultos responsáveis em idade apropriada, não parece haver nada de moralmente errado com ela. (...)
    Pergunta: Como podemos ajudar pessoas com homofobia a superar seus medos, especialmente os pais de filhos ou filhas gays?
    Por minha própria experiência, eu aprendi a superar esses medos reunindo-me com os gays para conhecê-los e ser amigo deles. E, por favor, você não tem que ser gay para ser amigo de uma pessoa homossexual! E, como tal, você pode aprender a partir de suas experiências.
    E, de como podemos ajudar os pais a compreender os gays, eu me lembro de algum tempo atrás, um pai estava muito chateado que seu filho era gay e veio me pedir conselhos. E eu lhe disse: 'Quando você entoa a bondade amorosa (na tradição Theravada), você diria: 'Que todos os seres possam estar felizes e bem. Que todos os seres possam estar livres do sofrimento.' Não é o seu filho um desses seres? Por que você distingue as pessoas que são gays, e você odeia seu filho, mas daria amor a animais e vacas e seria um vegetariano? Certamente, você pode estender a sua bondade a todos os seres, incluindo o seu filho?
    Pergunta: É um carma ruim nascer homossexual?
    No Budismo, se diz que seu carma ruim é ter que nascer de novo [risos e aplausos].
    Não é como nós nascemos, os cingapurianos ou ingleses, ou onde, é o que vamos fazer com este nascimento que é importante. Então, se você nasceu com essas tendências, aceite essas tendências e aprenda com elas e, certamente, certifique-se de que suas atividades homossexuais são gentis, acolhedoras e amorosas, e que você não abusa dos impulsos sexuais. Eu acho que o maior perigo da homossexualidade é o abuso de sua sexualidade, assim como, por vezes, a sexualidade masculina é abusada com prostitutas.”
    Em suma, “seja sua própria lâmpada”, um ensinamento dos mais libertadores deixado pelo Buda...



    Categoria: REPORTAGEM
    Escrito por ligeirinho45 às 23h23
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    PARTE III

    O Buda Gay - Um Estudo Amplo Sobre a Visão Budista da Homossexualidade

    Gampopa (Séc. XII), um dos principais mestres da escola Kagyu do Budismo Tibetano, seguiu a tradição budista indiana, vinda desde Vasubandhu (Séc. III), segundo a qual sexo oral e anal, se com um homem ou uma mulher, são violações do terceiro preceito em relação ao comportamento sexual inadequado. Longchenpa (Séc. XIII), fundador da escola Nyingma, citando textos Mahayana do mestre indiano Asanga (Séc. III), deduziu que no comportamento sexual inadequado incluem-se também as mãos entre as partes inadequadas do corpo para a atividade sexual. Mestres posteriores de todas as escolas do Budismo Tibetano aceitam todas estas especificações.
    Sangharakshita, dando uma interpretação moderna para budistas ocidentais, vê o terceiro preceito como referindo-se a evitar a atividade sexual, que é exploradora de qualquer modo ou machuca os outros. Isso significa que seria antiético ter sexo com a esposa ou o marido de alguém se isto é suscetível de perturbar-lhes, como seria antiético ter sexo com o namorado/namorada de alguém, onde isso teria efeitos ruins.Sangharakshita não tem nenhum problema com a homossexualidade, e de fato, às vezes tem sido acusado de favorecer a homossexualidade sobre outras formas de sexualidade. Mas, ele é uma exceção entre os mestres do Budismo Tibetano.
    Na prática, as atitudes para com o sexo variam muito entre as diferentes culturas budistas. Por exemplo, em algumas partes do Tibete a poliandria (uma mulher com vários maridos) foi livremente tolerada. Em outras, o Budismo é utilizado para apoiar uma forte condenação à homossexualidade, que parece ser em grande parte cultural. NoTantra da antiga Índia (ensinamento pertencente ao Budismo Vajrayana ou Tibetano), havia algumas práticas de meditação avançada que envolviam um acoplamento sexual em um estado de meditação profundamente absorvido, visualizando um parceiro como umadakini (uma deidade simbólica). Novamente, isto tem sido tolerado dentro de certas circunstâncias muito restritas, especialmente na Escola Nyingma. A relação dePadmasambhava com Yeshe Tsogyal seria desta natureza.

    O atual Dalai Lama segue a afirmação tradicional budista tibetana de que o comportamento sexual inapropriado inclui sexo lésbico e gay, e mesmo qualquer outro sexo envolvendo pênis-vagina em relações sexuais com o próprio parceiro monogâmico, quando incluindo sexo oral, anal e masturbação.

    Numa entrevista de 1994, ele afirmou: 
    "Se alguém vem a mim e pergunta se a homossexualidade é boa ou não, vou perguntar: 'Qual é a opinião do seu companheiro?' Se ambos concordam, então eu acho que eu diria 'se dois machos ou duas fêmeas concordam voluntariamente em ter satisfação mútua sem implicação de prejudicar outros, então é bom'." No entanto, em seu livro de 1996, Além do Dogma, ele afirma:"Um ato sexual é considerado adequado quando os casais usam os órgãos destinados à relação sexual e nada mais... a homossexualidade, seja entre homens ou entre mulheres, não é imprópria em si mesma. O que é impróprio é o uso de órgãos já definidos como impróprios para o contato sexual."

    O que o Dalai Lama propõe? Que gays podem estar juntos, mas não podem ter relações sexuais? Uma hipocrisia tamanha! Na verdade, sua opinião está fundamentalmente atrelada a esta doutrina dos órgãos adequados ao sexo. Resumindo, para quem acha que os mestres budistas estão imunes ao preconceito, é uma opinião fundamentalista vinda de um budista que é considerado um “Buda Vivo”!
    Contudo, o tema controverso é a conduta sexual inadequada para um praticante budista, já que o Dalai Lama repetidamente "expressou seu apoio ao pleno reconhecimento dos direitos humanos para todas as pessoas, independentemente da orientação sexual". Ele explicou, em 1997: "Isso é parte do que nós budistas chamamos de má conduta sexual. Órgãos sexuais foram criados para a reprodução entre o elemento masculino e o elemento feminino – e tudo o que se desvia disso não é aceitável do ponto de vista budista", enquanto o sexo não-procriativo pênis-vagina não é considerado má conduta sexual. Mais um fundamento hipócrita? O Dalai Lama admite que "do ponto de vista da sociedade, relações homossexuais de acordo mútuo podem ser de benefício mútuo, agradáveis e inócuas." Inócuas por ocorrerem entre não-budistas? Quem disse que oDalai Lama representa a palavra budista sobre o assunto? Nem sobre o Tibete invadido ele é unanimidade!

    Dalai Lama declarou que antes, esteve incerto sobre se uma relação de mesmo sexo não-abusiva e de acordo mútuo seria aceitável dentro dos princípios gerais do Budismo. Ao ter dificuldades em imaginar os mecanismos de sexo homossexual, dizendo que a natureza tinha arranjado órgãos masculinos e femininos "de tal maneira que é muito apropriado... órgãos do mesmo sexo não podem funcionar bem", o Dalai Lama tem dito repetidamente aos grupos LGBT que ele não pode reescrever os textos. O mesmo dizem padres e pastores cristãos fundamentalistas sobre os textos bíblicos. A diferença é que oDalai Lama pensa que este é o tipo de questão que precisa ser discutida por um conselho de anciãos budistas de todas as tradições. Apenas um tal conselho poderia alterar questões relativas ao Vinaya e à ética. Contudo, o Dalai Lama também recomenda a questão da igualdade das mulheres, especialmente em rituais e cerimônias monásticas, sendo algo a ser reconsiderado e revisado. Isso tem acontecido na prática, mas a questão LGBT permanece polêmica e sem “reconsideração” ou “revisão”...

    Em 1999, numa entrevista com Alice Thompson, ele declarou de modo enfático, demonstrando seu fundamentalismo anti-LGBT: "Eles querem que eu tolere a homossexualidade. Mas, eu sou um budista e, para um budista, um relacionamento entre dois homens é errado. Algumas condutas sexuais no casamento também são erradas.", falando sobre masturbação e sexo oral. Também disse que "Se uma pessoa não tem fé, é uma questão diferente"... "Se dois homens realmente se amam e não são religiosos, então, está OK para mim." Um discurso moderno de exclusão? Afinal, o que o Dalai Lama deixa claro é que, se os LGBTs querem ser como são, mas não forem religiosos budistas, tudo OK. Isso é exclusão pura e abominável! Um discurso anti-inclusivo feito por um Nobel da Paz! Inaceitável!!! O alento é que ele não representa MESMO a palavra de todos os budistas – mestres, monges e leigos – no mundo.

    Numa entrevista com WikinewsTashi Wangdi, representante do Dalai Lama, tentou elaborar melhor a questão, mas só evidenciou mais fundamentalismo, ao dizer que se uma pessoa se envolveu com homossexualidade, "não seria considerada como seguindo todos os preceitos dos princípios budistas. Pessoas não seguem todos os princípios. Muito poucas pessoas podem alegar que seguem todos os princípios. Por exemplo, contar uma mentira. Em qualquer religião, se você perguntar se contar uma mentira é um pecado – dizem os cristãos – , eles vão dizer que sim. Mas você encontra muito poucas pessoas que em algum momento não contam uma mentira. Homossexualidade é um ato, mas você não pode dizer [a pessoa que é homossexual que ela] não é um budista. Ou que alguém que diz uma mentira não é um budista. Ou que alguém que mata um inseto não é um budista, porque há uma forte proibição contra isso." Muito sutil...

    Certa vez, o monge budista Theravada Ajahn Brahmavamso escreveu para o JornalWest Australian, respondendo a um artigo publicado ali, em que o Dalai Lama foi citado como tendo dito que a homossexualidade era imoral. Eis o que ele escreveu ao jornal:

    "Caro senhor/senhora, o Dalai Lama estava fora de sintonia quando disse (de acordo com o seu artigo no West, 15 de abril, página 7) 'se você é um budista, a homossexualidade é errada. Ponto final.' O Dalai Lama não é o 'papa' do Budismo e, encantador como ele muitas vezes é, às vezes ele erra. Ele é apenas a cabeça de um das quatro principais seitas do Vajrayana (Budismo Tibetano) e ele fala apenas para o seu grupo.

    A grande maioria dos budistas em todo o mundo moderno são inspirados a aprender que o Buda certamente não discriminou a homossexualidade. Os ensinamentos fundamentais do Budismo original mostram claramente que não é se a pessoa é heterossexual, homossexual ou celibatária que é boa ou ruim, mas é como uma pessoa usa a sua orientação sexual que contribui para bom ou mau 
    karma.

    Portanto, o fato é que o Buda, e, portanto, o Budismo, abraça gays e lésbicas e transexuais com equidade e respeito. Por muito tempo o fanatismo religioso tem causado sofrimento a grupos minoritários em nossa sociedade. Todas as religiões devem ser mais amorosas. Ponto final!" 
    Ajahn Brahm

    Agora é a opinião de um outro monge budista confrontando o Dalai Lama (que também é monge) em seu argumento de autoridade, colocando-o em seu devido lugar.

    A verdade é que, embora o Dalai Lama seja uma das pessoas mais amáveis que se possa imaginar, um Nobel da Paz, é também um tibetano muito tradicional sob vários aspectos - e a cultura tibetana tradicional, como a maioria das culturas, tem idéias muito confusas e enviesadas sobre a homossexualidade. O Budismo Tibetano não deriva suas idéias sobre a homossexualidade dos primeiros ensinamentos do Buda, mas a partir de sutras e shastrasMahayana, o mais antigo dos quais data de cerca de 500 anos depois de Buda. Nesta época, budistas indianos estavam sendo influenciados por várias noções populares indianas, incorporando-as em sua compreensão do Dharma, às vezes com resultados não muito felizes. Uma dessas noções era a idéia de que atos sexuais podem ser julgados certos ou errados dependendo do “lugar, pessoa e orifício”.



    Categoria: REPORTAGEM
    Escrito por ligeirinho45 às 23h21
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    PARTE II

    O Buda Gay - Um Estudo Amplo Sobre a Visão Budista da Homossexualidade

    Só podemos especular que esta visão do Pandaka como lascivo, desavergonhado e vacilante transmitida pelos antigos mestres budistas é baseada nas deficiências sociais ocasionadas pelo Pandaka como membro de um grupo estigmatizado e pária, tal como acontece com seus atuais colegas, as hijras, bem como sobre a incapacidade ou falta de vontade de trazer satisfação aos seus pais através da produção de crianças nesta vida, ou devido à sua desqualificação para os ritos funerários e de pós-morte.

    A origem do termo Pandaka ainda é debatida por acadêmicos budistas e ainda é desconhecido o que e que isso significava durante o tempo de Buda. Alguns comentam que significava um eunuco e ainda listam 5 tipos de Pandaka, sendo que apenas os últimos 3 foram considerados impedidos de ser ordenados.

    (1) asittakapandaka: Um homem que ganha a satisfação ao realizar sexo oral em outro homem e ingerir seu sêmen, ou que só se torna sexualmente excitado depois de ingerir o sêmen de outro homem.
    (2) ussuyapandaka: Um voyeur, um homem que ganha a satisfação sexual em assistir a um homem e uma mulher fazendo sexo.
    (3) opakkamikapandaka: Eunucos, isto é, homens castrados faltando os órgãos sexuais completos. Ao contrário dos outros quatro tipos de Pandaka, Bunmi descreve que estes homens atingem sua condição após o nascimento e não nascem como Pandaka. Leonard Zwilling não chama a esse tipo de Pandaka um eunuco, mas diz que o termo descreve um homem que “atinge a ejaculação através de algum esforço especial ou artifício”.
    (4) pakkhapandaka: As pessoas que tornam-se sexualmente excitadas em paralelo com as fases da lua, ou excitam-se durante a quinzena da lua minguante e cessam a excitação durante a quinzena da lua crescente ou, ao contrário, tornando-se sexualmente excitadas durante o período da lua crescente e deixando de ser excitadas durante o período da lua minguante.
    (5) napumsakapandaka (às vezes também chamado simplesmente napumsaka): Uma pessoa sem órgãos genitais claramente definidos, seja homem ou mulher, tendo apenas um trato urinário. Outra definição de napumsaka dada por Bunmi é“um [> macho] pessoa que não é capaz de se envolver em atividades como um homem”. Em outros lugares, Bunmi acrescenta que napumsakapandaka nasce sem os órgãos genitais, como punição cármica.

    As proscrições do Buda contra certos tipos de pessoas que se juntam a comunidade monástica parecem ter a ver com um “resguardo” da imagem pública da mesma como virtuosa. Seria uma espécie de “conveniência”, o que hoje seria visto como puro preconceito. Não sabemos se foi o Buda que prescreveu tais regras ou isso se deve às “conveniências” de seus discípulos após sua morte. Para pesquisadores como Peter Jackson, estudioso de política sexual e do Budismo na Tailândia, o Buda era inicialmente relutante em permitir que as mulheres se juntassem à comunidade monástica (sangha) pelo mesmo motivo. Jackson explica (verhttp://en.wikipedia.org/wiki/Buddhism_and_sexual_orientation): “O Budismo, o caminho do meio, sempre foi preocupado com a manutenção da ordem social e, desde o tempo do Buda a sangha nunca pretendeu fornecer um veículo universal para a libertação espiritual de todos os indivíduos na sociedade, excluindo explicitamente aqueles que se considera um mau reflexo sobre a vida monástica em termos de normas e atitudes sociais vigentes.”

    O “terceiro sexo” é excluído de uma variedade de práticas budistas, além da ordenação:atuar como preceptor em cerimônias de ordenação, fazer doações aos monges mendicantes, pregar, meditar e habilidade de compreender o Dharma (o conjunto de ensinamentos do Buda). Qualquer paralelo aqui com a afirmação cristã de que gays não podem ser salvos, não é forçado, pois as religiões, em sua origem, são amplamente intolerantes com o diverso, o diferente e o que não se encaixa no perfil da maioria. Aliás, uma das tendências mais comuns das religiões em sua formação é uma padronização pela maioria, uma “normatização” e “normalização”. Quem não se encaixa (impedimento moral) ou não tem como se encaixar (impedimento fisiológico), é simplesmente excluído.

    Em contraste, textos posteriores, especialmente budistas tibetanos, ocasionalmente dão um valor positivo ao pandaka por seu “meio termo” e equilíbrio. Nestes textos tibetanos,pandaka é traduzido com o termo ma ning, “sem gênero” ou “sem genitália”. Gyalwa Yang Gonpa (monge tibetano do Séc. XIII), uma das figuras significativas no início da escola Drukpa Kagyu, escreve sobre ma ning como sendo um estado de equilíbrio entre a masculinidade e a feminilidade, como “o sopro permanente entre a expiração masculina e a inalação feminina” “o canal equilibrado do Yoga, em oposição ao canal muito apertado do sexo masculino, e o muito solto do sexo feminino”. Há, inclusive, na prática tibetana, Mahakala Ma Ning, uma deidade irada reverenciada sob esta visão, especialmente na escola Nyingma, como um defensor do Dharma. Nas imagens, o macabro Ma Ning tem um coração humano em sua mão, e também uma guirlanda de corações ao redor de sua cintura. Poderíamos dizer que se trata de uma espécie de “deidade gay” ou “queer” no Budismo Tibetano? Quem sabe... um alento para os LGBTs e a possibilidade de um Buda Gay...
    Tripitaka (textos budistas mais antigos) referem-se a casos de homossexualidade e transexualidade. Especificamente, o Tripitaka destaca o caso de um monge, Wakkali, que se tornou monge simplesmente porque estava fisicamente atraído pela beleza do Buda. O Tripitaka também destaca um incidente transexual em que um homem casado, com filhos, foi fisicamente atraído por um monge, depois do qual o homem passou por metamorfose e se tornou uma mulher, e se casou com alguém do mesmo sexo. Outra seção do Tripitaka refere-se a um incidente em que um monge novato masturbou um elevado monge ordenado.

    A referência mais importante para praticantes leigos quanto à homossexualidade ou comportamento sexual no Budismo está contida no terceiro preceito que se refere à má conduta sexual. No entanto, este preceito em si é um guia insuficiente, uma vez que não faz distinção em relação a orientação ou prática sexual. A fim de aplicar o princípio dentro do terceiro preceito à homossexualidade, deve-se voltar para o princípio budista mais amplo de “não causar sofrimento” e considerar este preceito em uma interpretação holística.
    Ao considerar o preceito de má conduta sexual pode-se tirar algumas especificidades para o que é permitido ou não. Questões de estupro, adultério e pedofilia pode ser consideradas como incompatíveis com os ensinamentos budistas, já que causam danos a outros.
    A visão do Budismo Tibetano e a polêmica do Dalai Lama anti-LGBT
    Padmasambhava (730-805) foi o Buda que levou o Budismo para o Tibete. Ele passou 55 anos transmitindo ensinamentos avançados e secretos a seus alunos. Muitos desses alunos (tertons) foram destinados a renascer para revelar certos ensinamentos (termas) em momentos posteriores para as gerações futuras. Yeshe Tsogyal, uma princesa, era sua principal discípula e consorte de práticas sexuais tântricas – apesar de ser esposa de um rei, ele permitiu esta relação no mínimo incomum! Padmasambhava deu algumas instruções pontuais para Yeshe Tsogyal sobre sexo e homossexualidade. As seguintes citações são tiradas de uma das termas mais importantes transmitidas por Guru Rinpoche ou Padmasambhava. É conhecido como os “Ensinamentos de Dakini”(ver http://www.reversespins.com/buddhismandgays.html):
    Má Conduta Sexual ...
    Há também ocasiões em que não é adequado ter relações sexuais mesmo com o seu companheiro de direito. ...
    3. Não é adequado o intercâmbio em um orifício inapropriado, tais como envolvimento em formas de animais.
    Tsogyal, ... Como antes, o ato de má conduta sexual é consumado por meio dos quatro aspectos completos, e novamente há três tipos de resultados.
    1. Através do resultado da consumação, você vai renascer nos três reinos inferiores. Mesmo se você vir a renascer nos reinos superiores, você vai ter brigas com seu cônjuge e assim por diante.
    2. O resultado dominante é que, mesmo em vidas futuras, seus ajudantes, cônjuge e assim por diante serão irresponsáveis e mostrarão vários atos de ingratidão.
    3. O resultado correspondente à causa é que suas tendências habituais prejudiciais farão com que você tenha prazer na má conduta sexual.

    Tsogyal, se você desistir estes actos e se abstiver deles, você vai obter os opostos de seus resultados, por isso abandoná-los é de grande importância. ...”
    (Ensinamentos de Dakini, pp 39-40)



    Categoria: REPORTAGEM
    Escrito por ligeirinho45 às 23h20
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    PARTE I

    O Buda Gay - Um Estudo Amplo Sobre a Visão Budista da Homossexualidade

    Por Paulo Stekel

    Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.” [O Buda]

    A presença da homossexualidade não parece ser uma questão de escolha; sua expressão é uma questão de escolha.” [David Hawkins]


    Assim que o Movimento Espiritualidade Inclusiva foi criado, vários amigos, apoiadores e curiosos passaram a pedir um artigo profundo sobre a homossexualidade na visão budista. Fiquei alguns meses pesquisando tudo o que havia sobre o assunto em websites budistas e afins, e encontrei uma certa quantidade de material que posso considerar de alta qualidade sobre o assunto. São 12 links em Português e 24 links em Inglês (os mais relevantes), todos disponíveis na lista ao final deste artigo.

    Unindo minhas experiências pessoais como budista à leitura atenta destes 36 links que, juntos, equivalem a quase 120 páginas de texto, consegui formar uma ideia bem clara da visão que o Budismo apresenta da homossexualidade e das orientações sexuais LGBT em geral. Citarei várias vezes os textos presentes nestes links e, no caso do material em Inglês, eu mesmo fiz as traduções para a Língua Portuguesa.

    Quanto ao título aparentemente provocativo deste artigo – O Buda Gay –, foi inspirado numa das referências adiante, onde fica claro que um homossexual pode, sim, atingir a Iluminação. Para o Budismo, portanto, a expressão “Buda Gay” é bem menos impactante que “Cristo Gay”, uma vez que o Cristianismo tem se demonstrado controverso quanto à homossexualidade.

    Deixo claro que, apesar de ser budista desde 1995, escrevi este texto de maneira crítica, sem meias palavras, pois meu compromisso é com a verdade e com os direitos humanos das pessoas LGBT, independente da religião que pratiquem, ou nenhuma. Não pouparei mestres hipócritas, instrutores homofóbicos ou opiniões equivocadas, pois, ao fazer isso, tenho certeza de não estar quebrando nenhum preceito budista.

    Orientação Sexual

    A relação entre Budismo e orientação sexual varia conforme a tradição e o instrutor. Para alguns especialistas, o Budismo mais antigo parece não ter professado qualquer condenação especial às relações homossexuais, já que o assunto não foi sequer mencionado. Algumas tradições mais recentes apresentam sanções à conduta homossexual. O próprio Dalai Lama é acusado, em certa medida, de preconceito contra a homossexualidade, como veremos mais adiante.

    Nos antigos sutras do Budismo, a conduta sexual humana aceita ou não-aceita no caso de leigos não é mencionada de forma específica. “Má conduta sexual” é um termo amplo, sujeito a interpretações de acordo com as normas sociais dos praticantes. O Budismo primitivo parece não ter tido qualquer problema com as relações homossexuais. Todos os preceitos sobre relações sexuais encaixam-se tanto nas relações hetero quanto homossexuais.

    No caso dos monges, a situação muda. O Vinaya (código de disciplina monástica) proíbe a eles toda a atividade sexual, mas só em termos fisiológicos, sem distinções morais entre as muitas formas possíveis de relações.

    Entre os praticantes budistas, há uma grande diversidade de opinião sobre a homossexualidade. Isso ocorre porque o Budismo, de uma maneira geral, ensina que o prazer sensual e desejo, e em particular, o prazer sexual, são obstáculos à Iluminação ou Despertar Último, devendo ser de certa forma dominados ou até eliminados. Mas, como a maioria dos budistas não busca habilidade em meditação ou a Iluminação, e sim uma vida agradável e, após a morte, um renascimento agradável, para estes, desfrutar de prazeres sensuais de uma maneira não-prejudicial é algo normal.

    No caso dos transexuais, os primeiros textos mencionam a possibilidade de uma pessoa mudar de sexo, de modo que tais pessoas não estão impedidas de ordenação. O próprio Buda é muitas vezes retratado como uma figura andrógina e assexuada, como em várias pinturas nos mosteiros.

    Nos primeiros textos monásticos, como o Vinaya (Séc. IV a.C.), os monges do sexo masculino estão expressamente proibidos de ter relações sexuais com qualquer um dos quatro gêneros: masculino, feminino, ubhatovyanjañaka e pandaka. Mais tarde, o Buda permitiu a ordenação de mulheres, mas proibiu a ordenação para os dois últimos tipos de pessoas. Os motivos de tais proscrições do Buda contra certos tipos de pessoas que se juntam à comunidade de ordenados são uma questão de interpretação, mas podem ter a ver com uma preocupação com a manutenção da imagem pública de virtuosidade da comunidade. Em alguns casos, isso é explicitamente indicado. A aceitabilidade social foi fundamental para a comunidade monástica primitiva, que precisava do apoio material da sociedade leiga para sobreviver.

    Mas, a quem os textos se referem com os termos ubhatovyanjañaka e pandaka? A palavra ubhatovyanjañaka geralmente descreve pessoas que têm características sexuais masculinas e femininas, ou seja, os hermafroditas. O Vinaya, diz que os hermafroditas não devem ser ordenados porque poderiam seduzir um monge ou monja companheiro, levando-os a ter relações sexuais. O Pandaka é uma categoria complexa. Nos primeiros textos, a palavra parece referir-se a uma classe socialmente estigmatizada de homossexuais promíscuos, passivos, provavelmente travestis, que eram possivelmente prostitutas.

    O termo Pandaka também serve para classificar outros que também estão excluídos da ordenação: pessoas com anormalidades físicas (surdez, nanismo, etc) ou que cometeram crimes. “A História da Proibição da ordenação de Pandakas” do Vinaya explica que a proibição é uma resposta ao exemplo de um monge que tinha um desejo insaciável de ser penetrado sexualmente por homens, de modo que solicitou isso e recebeu de alguns manipuladores de animais, que, em seguida, relataram o incidente para a comunidade em geral, trazendo desgraça para a sangha (comunidade de ordenados).

    Alguns comentaristas modernos interpretam a palavra ubhatovyanjañaka como incluindo aqueles que não são hermafroditas físicos, mas que apresentam características comportamentais e psicológicas de ambos os sexos, como uma mulher que se sente atraída por outras mulheres. O escritor budista Buddhaghosa (Séc. V d.C.) descreveubhatovyanjañaka como sendo pessoas com o corpo de um dos gêneros, mas a “potência” do outro. Há quem pense que Buddhaghosa aqui não descreve, de fato, o hermafroditismo, mas a bissexualidade ou a homossexualidade, o que é controverso.

    Em outros textos, o termo Pandaka pode incluir os nascidos sexualmente indeterminados ou sem sexo, eunucos, aqueles cuja sexualidade muda a cada mês e meio, homens que ganham a satisfação sexual através de sexo oral em outros homens, e voyeurs. Às vezes, inclui homens e mulheres com qualquer disfunção sexual, como impotência ou ciclos menstruais irregulares. No geral, o termo parece se referir a pessoas cuja sexualidade é limitada quer fisiologicamente, ou que têm uma sexualidade “perversa” ou extra. Este “terceiro sexo” é quase sempre retratado negativamente como uma classe pária, especialmente nos primeiros textos. Em contextos modernos, Pandaka é muitas vezes interpretado de modo equivocado para incluir lésbicas, gays e pessoas trans e intersexuais, embora em tempos antigos, um homem que penetrasse sexualmente outro homem ou um Pandaka não era ele mesmo considerado um Pandaka.

    No Samantapasadika, uma obra do Séc. V d.C., os Pandaka são descritos como estando cheios de paixões contaminantes (ussanakilesa), luxúria inextinguível (avapasantaparilaha) e sendo dominados por sua libido (parilahavegabhibhuta).Vasubandhu (Séc. IV d.C.) afirma que os Pandaka não têm disciplina para a prática espiritual, devido às suas paixões contaminantes de ambos os sexos masculino e feminino. Eles não têm a coragem moral para conter essas paixões, porque não têm pudor e vergonha. Incapazes de mostrar contenção, esses seres são abandonados por seus pais e sem tais laços são incapazes de manter opiniões fortes.

    Essa opinião de Vasubandhu nos faz lembrar do moderno preconceito familiar para com LGBTs, levando ao abandono, a uma formação de personalidade deficiente e a tendências depressivas. Hoje, buscamos mudar este quadro pela conscientização, mas nos tempos antigos, isso era apenas mais um motivo para exclusão. A prova disso é que oAbhidharma (um dos textos contendo as palavras do Buda) afirma que um Pandaka não pode atingir a iluminação em sua própria vida, tendo que esperar o renascimento como um homem ou uma mulher normal. Ananda – primo e discípulo do Buda – se diz ter sido um Pandaka numa de suas vidas passadas, o mesmo sendo dito da monja budista Isidâsî. Em ambos os casos o nascimento como um Pandaka seria resultado de carma ruim, e a idéia de que ser um Pandaka decorre de mau comportamento numa vida anterior é comum na literatura budista.
    Fonte: Movimento Espírita Inclusivo



    Categoria: REPORTAGEM
    Escrito por ligeirinho45 às 23h14
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    Cresce o número de apresentações de tango gay em Buenos Aires. Shows atraem grande número de turistas, diz jornal

    Tango gay vira destaque do turismo em Buenos Aires

    Os turistas gays brasileiros que estão invadindo a capital argentina contam com mais um atrativo na cidade. As tradicionais casas de milonga no centro de Buenos Aires estão abrindo espaço para apresentações de tango com casais do mesmo sexo, segundo o jornal Clarín.

    De acordo com o jornal, a noite portenha está quebrando as regras rígidas da dança para que cada pessoa possa assumir o papel que mais a agrada, os papéis na dança seriam divididos entre condutor e conduzido. No entanto, a prática do tango gay não é uma novidade nas casas noturnas argentinas e teria começado alguns anos atrás, timidamente, em pequenos redutos. Agora, as apresentações são realizadas em 70 locais do circuito noturno de Buenos Aires com a presença de um grande número de turistas. Cerca de 40% dos visitantes são estrangeiros, com idade entre 25 e 40 anos, aponta o Clarín.

    “Em 2002, quando comecei, havia somente quatro mulheres. Agora, entre 30 e 70 pessoas aparecem toda noite”, conta Mariana Docampo, proprietária do “Tango Queer”. Javier, do clube “La Marshall”, acrescenta que trata-se de um público fiel que se está familiarizado com a dança.

    No “La Marshall” é possível aprender as técnicas do tango tradicional. “Há costumes que não se devem perder, como 'El Cabeceo', que consiste em um convite para dançar a distância”, explica Javier. Já no “Tango Queer”, os frequentadores ficam em mesas e são tirados para dançar.

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 13h38
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    Elton John teme que filho sofra com homofobia


    Publicado no Terra
    Informações da AFP

    O astro pop Elton John acredita que a infância do seu filho, Zachary, será "muito difícil", tendo que enfrentar a homofobia e o impacto da fama de seu pai.

    Em 25 de dezembro de 2010, o astro britânico de 65 anos e seu companheiro civil, David Furnish, 49, se tornaram pais de um menino concebido com o óvulo de uma doadora e gerado no ventre de uma mãe de aluguel.

    Mas o cantor e compositor disse que está se preparando para o que seria uma fase difícil durante o crescimento de seu filho, agora com 19 meses, declarou ao programa semanal britânico Radio Times.

     "Na escola as outras crianças dirão: ''Você não tem uma mãe''", afirmou John. "Percorremos um longo caminho, mas ainda existe homofobia e haverá até que a próxima geração de pais trabalhe isso com seus filhos", acrescentou.

    O cantor explicou que o menino lida com naturalidade com a sua origem: "É natural para ele. Ele me chama ''papai'' e a David, ''paizinho''". O cantor, cujo remake em 1997 de seu sucesso "Candle in the wind", de 1973, vendeu 33 milhões de cópias, disse que o filho ainda não compreende a fama do pai.

    "Quando descobrir, ele vai olhar para mim como se eu fosse maluco", afirmou. "Ser filho de alguém famoso é como estar numa prisão. Será muito difícil", acrescentou.

    John explicou que agora tenta dar ao filho uma criação musical. "Quero que a música seja grande parte da vida dele. Eu o coloco no colo e ele não esmurra o piano", contou. "Ele tenta me imitar, mas ainda não está totalmente formado para compreender o que eu faço, graças a Deus", continuou.

    John disse ter apresentado a Zachary compositores clássicos como Chopin, Mozart e Beethoven desde muito cedo, mas afirmou que seu filho demonstrou mais interesse em futebol e culinária.

    "Eu não pressiono Zachary a fazer nada. Até agora, ele simplesmente adora chutar a bola e ver as pessoas cozinharem", contou.

    Na entrevista, John também elogiou Madonna, apesar de recentemente ter posto lenha na fogueira da eterna disputa com a cantora americana, durante entrevista à TV austaliana, na qual ele disse que ela parecia uma "stripper de feira" cuja carreira chegou ao fim.

    "Madonna pegou a indústria pelo pescoço, criou oportunidades para outras mulheres, como (Lady) Gaga e Katy Perry", disse à Radio Times.

    Sobre sua própria carreira, afirmou: "Eu me aposentaria se sentisse que a voz foi embora, mas aos 65 está cada dia melhor e estou no ponto alto da minha vida".

    Elton John vendeu mais de 250 milhões de cópias em 40 anos de carreira e ingressou no Hall da Fama do Rock and Roll em 1994.

    Fonte: homorrealidade



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 12h36
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    Série gay que retrata vida de "ursos" estreia na web



    Estreou na web a série Where the Bears Are, que conta a história de três amigos ursos que moram juntos no bairro de Silver Lake, em Los Angeles (EUA), num mix de mistério, romance e humor.

    Já no primeiro episódio, um dos amigos acorda com um belo urso forte e malhado ao seu lado e fica surpreendido ao saber que passaram a noite juntos. O suspense começa quando os rapazes encontram um ursão, que estava presente na festa da noite anterior, morto na banheira. Chocados, eles tentam descobrir o motivo da morte do colega.

    "Em cada episódio haverá uma surpresa que irá agradar até os héteros", afirmou Rick Copp, autor do seriado. Ian Parks, Chad Sanders, Mario Diaz, Scott Beauchemin, Jesse Mel, James Parr e Pete Cincinnato formam o time de atores da série. "O elenco é maravilhoso, engraçado e sexy e eu acho que o público irá adorar a qualidade da série que foi feita com um orçamento baixo. Obviamente, a comunidade bear gay é o nosso público-alvo", completou Copp.

    O único contratempo de Where the Bears Are, que já se encontra em seu 5º episódio, é a falta de legenda em português. Tirando isso a produção é excelente e ocupa uma lacuna na comunidade LGBT ao retratar a vida de três amigos ursos. Cada episódio dura aproximadamente cinco minutos e você pode conferir tudinho aqui no Muza. Novos episódios são lançados às segundas e quintas, no site da série.

    Fonte: Homorrealidade



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 12h35
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    Grupo do DF pede ajuda para manter seus projetos em favor da comunidade LGBT

    DF: Grupo pede ajuda para continuar ações LGBT

    A ONG ELOS LGBT DF, do Distrito federal, está passando por dificuldades financeiras para manter seu espaço e seus projetos e lançou no Facebook um apelo para quem quiser e puder fazer doações a seu caixa. Se propondo a prestar contas de sua movimentação financeira, o grupo pede ajuda para manter seu espaço no CONIC (Plano Piloto do Distrito Federal).

    Atualmente, todos os profissionais são voluntários e a única despesa da entidade é manter o espaço físico (aluguel, condomínio, água e luz). Ela pede que os depósitos sejam feitos no valor mínimo de R$ 2 no BRB - Banco de Brasília, Agência: 063 - Conta: 006855-0.

    O dinheiro também será usado na manutenção de projetos como o Cine Elos (mostra e discussão de filmes), o grupo de pais e mães (grupo terapêutico e relacional para pais e mães da comunidade LGBT), o atendimento psicológico, o grupo Escuta Diversa (grupo de acolhimento da população LGBT e capacitação para instituições no intuito de desconstruir os preconceitos) e as oficinas regulares de teatro e dança.

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 11h52
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    Lésbicas do Distrito Federal organizam ato pela visibilidade e Lei Maria da Penha

    Brasília recebe manifestação pela visibilidade lésbica

    Capital e centro das decisões administrativas e políticas de todo o Brasil, a cidade de Brasília vai comemorar com manifestação militante o Dia da Visibilidade Lésbica, 29 de agosto. Será realizada no próximo domingo, 26 de agosto, a 8ª Ação Lésbica do Distrito Federal, que comemora os seis anos da Lei Maria da Penha e pretende divulgar que a lei também protege as lésbicas e mulheres bissexuais.

    O objetivo é divulgar informações sobre a lei e ampliar a sua abrangência para todas as mulheres, inclusive para as lésbicas e mulheres bissexuais.  A concentração para a manifestação será no estacionamento entre quadras 502/503 Sul. A saída da caminhada está prevista para as 16h30.

    O ato vai ainda lançar a cartilha “Lei Maria da Penha (LMP) em Casos de Lesbofobia”, financiada pelo fundo Direitos Humanos Brasil e executada pela ONG Coturno de Vênus – Associação Lésbica Feminista de Brasília, que entrevistou cerca de duas mil pessoas do Distrito Federal e Entorno.

    O levantamento constatou que cerca de 59% das pessoas entrevistadas não sabem que Lei Maria da Penha também foi criada para prevenir e punir violências contra lésbicas e mulheres bissexuais, mesmo em casos de violência intrafamiliar (dentro da família) e doméstica. A lei também prevê punição à violência que ocorre entre casais de lésbicas, sejam atuais ou já rompidos, que morem ou não na mesma casa.

    A 8ª Ação Lésbica DF é organizada pela Associação Lésbica Feminista – Coturno de Vênus; Liga Brasileira de Lésbicas (LBL /DF); Associação Brasileira de Lésbicas (ABL/DF) e Lésbicas Autônomas DF. Tem parceria com Marcha das Vadias DF; Marcha das Mulheres DF; Cia. Revolucionária Triângulo Rosa; Subversiva UnB; Roda de Mulheres da Católica; Grupo Elos DF; Fórum de Mulheres do DF e Rede Feminista de Saúde – Regional DF.

    Confira a programação da 8ª Ação Lésbica DF:
    10h – abertura Oficial e inicio da Feira de Moda, Comida, Música, Cultura e Arte;
    14h às 16h – Roda de Conversa sobre a Lei Maria da Penha em casos de Lesbofobia e Violência contra LGBT (participação da SPM, SDH, Secretaria da Mulher do DF, Deputada Érika Kokay e Coturno de Vênus). Na ocasião, haverá o lançamento da cartilha Lei Maria da Penha (LMP) em Casos de Lesbofobia, e distribuição de exemplares da Lei Maria da Penha;

    16h30 – Inicio da caminhada pelo fim da Violência contra Lésbicas;

    20h – Previsão de chegada ao Complexo Cultural da República;

    22h – Encerramento com shows e discotecagem de artistas lésbicas da cidade.

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 11h48
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    INCLUSÃO

    Mãe de gay procura namorado
    para filho em programa da Band

    A cada dia, gays são mais inseridos na tevê brasileira de forma respeitosa! A vez agora é do programa “Quem quer casar com meu filho?”, da Band. O reality show vai mostrar pretendentes disputando um homem. E haverá uma versão gay!

    O moçoilo é Ramon, de 27 anos, morador de São Paulo. Em propaganda já em exibição na tevê, a mãe (sem nome divulgado) fala do quanto o filho deseja um companheiro e formar família! O mote da atração está aí: a sogrona terá de aprovar o candidato a genro!

    Bom, se gostar do Ramon, é só ir ao site do programa (http://www.band.com.br/quemquercasarcommeufilho/fase2/escolha2.asp?candidato=1&video=true), conferir o vídeo e responder a um extenso questionário! Quem sabe o seu grande amor seja descoberto em rede nacional!?

    Fonte: Parou Tudo



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 11h46
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    Ex namorado de Calvin Klein prepara livro bombástico sobre relacionamento com o estilista


    Nick Gruber, ex-parceiro de Calvin Klein, está escrevendo um livro sobre seu conturbado relacionamento de dois anos com o estilista. O modelo de 24 anos, que contratou um autor para escrever a obra, pretende revelar todos os detalhes sórdidos. 
      O site americano Daily News tentou fazer contato com o escritor anônimo, que adiantou: “É além do chocante. Nick tem muitos segredos em relação a Calvin e tem o direito de contar às pessoas. É apenas sua história, mas pelo fato de envolver o relacionamento com uma figura pública, tem gerado bastante interesse.” 
    O casal terminou o namoro em janeiro deste ano. Após ser flagrado com cocaína, o modelo passou por um centro de reabilitação, no Arizona, Estados Unidos, se declarou culpado das acusações, prestou serviços comunitários durante 20 dias e se mudou para Los Angeles. “Eu não quero voltar a ser como antes, quero focar no meu futuro”, declarou, em maio deste ano, no Facebook.
    Fonte: Superpride



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 11h15
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    Madonna pode responder processo por apoiar gays na Rússia

     

    Após o show de 09 de agosto em São Petersburgo, Rússia, Madonna vem enfrentado a ira de grupos nacionalistas e conservadores que querem enquadrar a cantora sob a lei polêmica municipal que proíbe qualquer menção a homossexualidade em frente a menores de idade, criada no início do ano. Na ocasião, a cantora defendeu a comunidade gay em seu show, afirmando que "a comunidade gay, os homossexuais, têm os mesmos direitos de viver com dignidade, com respeito e amor" e pedindo “amor e simpatia” com os gays russos. 

    Após o espetáculo, a promotoria de São Petersburgo registrou mais de 140 denúncias contra a cantora. Militantes russos pedem US$ 10,5 milhões (R$ 21 milhões) por danos morais das declarações feitas na apresentação da turnê MDNA. O processo inclui ainda denúncias de desrespeito a cruzes ortodoxas e incentivo para que o público apóie a causa gay. O processo inclui ainda os produtores locais do show. 

    Fonte: LadoA



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 11h11
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    Candidato à reeleição, Eduardo Paes pede respeito a diversidade em evento na Assembleia de Deus

    Rio: Eduardo Paes pede respeito aos LGBT em evento religioso

    Candidato à reeleição pelo PMDB, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, fez uma declaração a favor da diversidade e contra a intolerância no último domingo, 19 de agosto, em um evento religioso da Igreja Assembleia de Deus, em Senador Camará, zona oeste da cidade.

    "Vocês podem contar comigo, sem pregar o ódio e respeitando a diversidade e as diferenças", declarou Paes.

    O candidato declarou ainda que foi a Igreja no intuito de receber forças na campanha e não para pedir votos. "Não vim pedir voto, vim pedir oração para iluminar e ter forças para seguir e construir um Rio muito melhor", explicou. 

    Recentemente, o coordenador especial da Diversidade Sexual do Rio e estilista Carlos Tufvesson gravou participação na campanha de Paes (PMDB). No vídeo, Tufvesson ressalta o trabalho pela diversidade sexual realizado pela administração nos últimos quatro anos.

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 11h07
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    Alunos de curso de drag queen em Santos apresentam musical inspirado em divas

    Musical encerra curso de formação de drags em Santos

    O curso pioneiro no Brasil destinado à formação de drag queens vai apresentar o resultado da edição deste ano em Santos, Estado de São Paulo, em duas apresentações gratuitas na cidade no próximo fim de semana. O espetáculo “Sereias de Salto” é tipo uma formatura da turma de drags que começou a ter aulas em março deste ano.

    O curso que rolou no SESC Santos deu fruto ao musical que reúne oito homens e três mulheres, todos drag queens: André Alves, Bruno Ribeiro, Dyego Silva, Filipe S. C. Lima, Fraÿla Rosa, Kelly Franco, Lais Rossini, Regis Cardoso, Ricardo Ornelas, Rodrigo Gomes e Tiago Ozz. Eles fazem um musical inspirado nos grandes musicais do século XIX, nas divas do século XX e nas boates gays atuais.

    O espetáculo tem direção e concepção de Zecarlos Gomes, que divide o roteiro com Kadu Veríssimo. As apresentações rolam nos próximos dias 26 e 27 de agosto (domingo e segunda-feira), às 20h, no Teatro Braz Cubas, que fica na Avenida Pinheiro Machado, 48. A entrada é gratuita. 

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 13h21
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    Cartas de Londres: Adoção, um direito que não tem sexo

    Meu grande amigo John vai casar-se em breve com seu parceiro Gary. Semana passada, o casal comemorou a “Stag Night”, que corresponde à nossa despedida de solteiro. A farra foi em Manchester, e eu ainda não acredito que a perdi...

    Desde os nossos tempos de mestrado em Nottingham, escuto John falar sobre o sonho de ser pai. Agora que encontrou o parceiro para a vida, seus planos imediatos se resumem ao reconhecimento do direito pela Justiça.

    Aqui na Inglaterra, a adoção de crianças por casais gays, como no caso de John e Gary, vem-se tornando cada vez mais comum. O fato, garantem especialistas, contribuiu para o aumento de 6% no número de adoções no ano passado: quase cinco mil, de acordo com as estatísticas do Governo.

    Ainda assim, segundo a British Association for Adoption & Fostering, existem hoje mais de 4 mil crianças em todo o Reino Unido à espera de adoção. A maioria delas, na faixa dos meses de vida até os 4 anos de idade.

    Graças à política de incentivo à adoção do Governo inglês, dois terços dessas crianças já estarão integradas a uma família antes de apagar as velas do quinto aniversário.

    Por aqui, o único pré-requisito para adotar uma criança é ser maior de 21 anos e ter condições de proporcionar-lhe uma vida estável e amorosa.

    As condicões financeiras não constituem grande problema, nem excluem um candidato mais carente, já que o Governo oferece benefícios para aqueles que, por exemplo, ainda não possuem casa própria.

    Também não há uma idade limite para tornar-se pai ou mãe adotivos. O importante é demonstrar vontade, e, obviamente, ter saúde e energia para poder cuidar da criança, condições avaliadas em um check-up médico logo no início do processo.

    Desde o primeiro contato com a agência de adoção, passando pelas visitas dos assistentes sociais, até à decisão final da Justiça, meus amigos devem esperar coisa de oito meses.

    Para eles, tempo demais; não para muitos estrangeiros que vivem aqui, quase unânimes em considerar o processo de adoção inglês um exemplo de agilidade e eficiência.

    Enquanto os dois se preocupam com a papelada e tentam administrar a ansiedade, só consigo pensar que serei “titia” muito em breve…

     

    Mariana Caminha é formada em Letras pela UnB e em jornalismo pelo UniCEUB. Fez mestrado em Televisão na Nottingham Trent University, Inglaterra. Casada, mora em Londres, de onde passa a escrever para o Blog do Noblat sempre às segundas-feiras. Publicou, em 2007, o livro Mari na Inglaterra - Como estudar na ilha...e se divertir

    Fonte: Blog do Noblat



    Categoria: CRÔNICA
    Escrito por ligeirinho45 às 13h15
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    ABGLT divulga termo de compromisso para os candidatos às Eleições 2012


    A ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Trans) divulgou no início do mês de agosto o Termo de Compromisso para os candidatos às eleições municipais 2012. O termo é para firmar um compromisso com os candidatos que, se eleitos, ajudarão a implantar ações em prol da população LGBT e faz parte da campanha “Voto contra a homofobia, defendo a cidadania”.

    Dentre as ações estão: a elaboração de um plano municipal da cidadania e Direitos Humanos de LGBT, utilização do nome social de travestis e transexuais nos órgãos da administração pública, apresentar ou sancionar projetos que promovam a cidadania LGBT, bem como vetar aquelas que firam a igualdade de direitos desta população, entre outros.

    A convocação para o termo de compromisso atenta para que os LGBT não votem em candidatos pela sua orientação sexual e sim pela sua parceria na luta contra o preconceito e a discriminação.

    Campanha

    “Voto contra a Homofobia, Defendo a Cidadania”

    TERMO DE COMPROMISSO DE CANDIDATOS(AS) NAS ELEIÇÕES DE 2012 COM PROPOSTAS DA ABGLT PARA A CIDADANIA PLENA

    de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT)

    A ABGLT está propondo que os(as) candidatos(as) nas eleições de 2012 assumam e firmem o compromisso para com as seguintes propostas voltadas para a cidadania plena da comunidade LGBT, para que possamos recomendar o voto:

    ABGLT

    A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT é uma entidade de abrangência nacional, fundada em 1995, que atualmente congrega 257 organizações congêneres de todos os estados e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população. Informações adicionais sobre a ABGLT podem ser encontradas em www.abglt.org.br

    Contextualização da população LGBT

    O Relatório Kinsey e outros estudos estimam que lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) representam em torno de 10% da população, ou 20 milhões de brasileiras e brasileiros. Apesar dos avanços obtidos nos últimos 20 anos no que diz respeito à promoção da cidadania das pessoas LGBT, é um segmento da sociedade que ainda enfrenta problemas e desigualdades provocados pela desinformação, o preconceito, e discriminação e a intolerância. Pesquisas realizadas durante as Paradas LGBT apontam que pelo menos 60% das pessoas LGBT entrevistadas já sofreram discriminação por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero. Diversas outras pesquisas corroboram estas informações (www.abglt.org.br/port/pesquisas.php).

    No Congresso Nacional, nos 24 anos da Constituição Cidadã, nenhum projeto de lei de promoção ou defesa dos direitos da população LGBT foi aprovado, e até tem parlamentares que apresentam proposições que ferem a Constituição e visam a discriminar e gerar preconceito contra esta população. Aos casais do mesmo sexo são negados 78 direitos existentes para casais heterossexuais.

    O Judiciário tem preenchido a lacuna deixada pelo legislativo federal, preservando os conceitos constitucionais da igualdade, da não discriminação e da dignidade humana, no julgamento dos casos envolvendo a cidadania das pessoas LGBT, em especial a decisão do Supremo Tribunal Federal em 05 de maio de 2011, que equiparou as uniões estáveis homoafetivas às uniões estáveis heterossexuais.

    O Executivo Federal tem se esforçado consideravelmente neste sentido, com o Programa Brasil Sem Homofobia, a 1ª e a 2ª Conferência Nacional LGBT, o Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, e a instituição da Coordenação-Geral dos Direitos de LGBT e do Conselho Nacional de Combate à Discriminação.

    Diferente de alguns outros setores sociais, que lançam e apoiam predominantemente candidatos apenas do seu meio, as pessoas LGBT, além de apoiar candidatos(as) da nossa comunidade, apoiam especialmente candidatos(as) que são parceiros(as) de nossa luta contra o preconceito e a discriminação, independente de sua cor, raça, credo religioso, orientação sexual ou identidade de gênero. 

     

    PROPOSTAS PELA PROMOÇÃO DA CIDADANIA LGBT

    CANDIDATOS(AS) A PREFEITO(A)

    Caso já não exista, garantir a efetiva implantação e funcionamento do “Tripé da Cidadania LGBT” composto por:

    1. Plano Municipal de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, respeitando as decisões das Conferências Municipais /Regionais LGBT de 2008 e 2011 (caso tenham sido realizadas), ou elaborando-o em conjunto com a sociedade civil, destinando orçamento para a execução do mesmo;

    1. Coordenadoria Municipal da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, dentro da estrutura do Executivo, com orçamento próprio;

    1. Conselho Municipal da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, com representação no mínimo paritária da sociedade civil no mesmo.

    Convocar, destinar recursos e realizar as Conferências Municipais LGBT, nas etapas que precedem às Conferências Nacionais LGBT convocadas pelo Governo Federal.

    Garantir no orçamento do Governo Municipal recursos financeiros para ONGs LGBT e a Gestão Pública executarem ações de promoção da cidadania e dos direitos civis de LGBT.

    Apresentar ou sancionar projetos de lei de garantia, defesa, promoção e proteção da cidadania e dos direitos humanos de LGBT.

    Vetar leis que firam, propositadamente ou não, a igualdade de direitos da população LGBT garantida pela Constituição Federal.

    Baixar decretos determinando a utilização do nome social de travestis e transexuais por todos os órgãos da administração pública direta e indireta.

    Zelar pela defesa do Estado Laico, inclusive no que diz respeito à não utilização de símbolos religiosos em repartições públicas.

     

    PROPOSTAS PELA PROMOÇÃO DA CIDADANIA LGBT

    CANDIDATOS(AS) a VEREADOR(A)

    Integrar ou instituir a Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT

    Integrar ou instituir a Frente Parlamentar em HIV/Aids

    Integrar ou instituir outras Frentes Parlamentares voltadas para questões sociais e a promoção da cidadania de populações mais vulneráveis

    Apresentar / aprovar projetos de lei:

    Proibição e penalização administrativa da discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero praticada por agentes públicos ou privados.

    Utilização do nome social de travestis e transexuais por todos os órgãos da administração pública municipal direta e indireta.

    Revisão do estatuto dos servidores públicos, criando a isonomia de direitos entre servidores heterossexuais e LGBT.

    Instituição de datas comemorativas alusivas à promoção da cidadania LGBT:

    - 29 de janeiro – dia da visibilidade de travestis e transexuais

    - 17 de maio – dia contra a homofobia, lesbofobia e transfobia

    - 28 de junho – dia do orgulho LGBT

    - 29 de agosto – dia da visibilidade das mulheres lésbicas e bissexuais

    Apresentar / aprovar outras proposições a favor da garantia, defesa, promoção e proteção da cidadania e dos direitos humanos de pessoas LGBT.

    Votar contra projetos de lei que firam, propositadamente ou não, a igualdade de direitos da população LGBT garantida pela Constituição Federal.

    Zelar pela defesa do Estado Laico, inclusive no que diz respeito à não utilização de símbolos religiosos em repartições públicas.

    Garantir no PPA, LDO e LOA recursos financeiros para ONGs LGBT e a Gestão Pública executarem ações de promoção da cidadania e dos direitos civis de LGBT.

    Para ver quais candidatos já assinaram o termo acesse http://www.abglt.org.br/port/eleicoes2012.php

    Fonte: ABGLT



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 14h41
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    Após críticas a 'kit gay', Haddad defende respeito à diversidade


    O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, defendeu neste sábado (18) "respeito à diversidade" após ter sido criticado na internet pelo presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, que o chamou de "pai e mentor intelectual do kit gay".

    Coordenador da campanha de Celso Russomanno (PRB), Pereira, que é bispo da Igreja Universal, disse ontem no Twitter que Haddad "queria iniciar as crianças na sexualidade precoce". Ele se referia ao material anti-homofobia produzido para escolas quando o petista era ministro da Educação.

    Luiz Carlos Murauskas/Folhapress
    O candidato do PT à Prefeitura de SP, Fernando Haddad
    O candidato do PT à Prefeitura de SP, Fernando Haddad

    A declaração de Pereira foi uma reação ao fato de um perfil de apoiadores do petistas no Twitter ter divulgado processos contra Russomanno na Justiça.

    Após caminhar pela Bienal do Livro, Haddad afirmou, sem defender especificamente o 'kit gay': "Entendo que a diversidade é a força de São Paulo. Se nós pudermos respeitar todas as pessoas em relação a todas as possibilidades, é muito bom para a cidade. Uma cidade em que as diferenças sejam respeitadas e até enaltecidas", afirmou Haddad.

    Ele disse não ter acompanhado o bate-boca entre Pereira e os petistas e afirmou que debates na internet devem permanecer no espaço virtual. Defendendo uma campanha de "alto nível", o petista disse ser preciso "perdoar e compreender um gesto que tenha sido impensado da parte de quem quer que seja".

    O candidato José Serra (PSDB) também visitou a Bienal do Livro, mas petista e tucano não se encontraram.

    Haddad, que fez campanha ao lado do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, passou em frente a um stand fechado em que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso dava uma palestra, mas também não houve encontro dos dois.

    Fonte: Folha de S. Paulo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 00h46
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    Transexual masculino vence Big Brother do Reino Unido. Ano passado vitória também foi de um transexual.

    Lucas Anderson, transexual vencedor 
    do Big Brother do Reino Unido.
    Um homem transexual, Lucas Anderson, foi o vencedor do Big Brother do Reino Unido (14/08), depois de passar 70 dias seguidos confinado em uma casa. Ele começou sua mudança de sexo há quatro anos na África do Sul e é agora o segundo homem transexual a ganhar o o mesmo programa. 

    O chef de 31 anos de idade, do País de Gales, ficou emocionado sobre sua realização e disse para o apresentador e vencedor do Big Brother Reino Unido do ano passado, Brian Dowling, o quão chocado ele estava:
    - A ficha ainda não caiu. Grande parte disso foi de aceitação. Toda a minha vida eu fui alguém fora dos padrões. Muito obrigado.

    Pelo visto, no Reino Unido, a aceitação e respeito pelos transexuais é grande. Exemplo!

    Fonte: Nação LGBT



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 00h41
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    Juntos há dez anos, eles transformaram união estável em casamento.

    Homens celebram casamento civil homoafetivo na Zona Leste de São Paulo

    Segundo advogado do casal, trata-se da primeira união do tipo na capital. 

    Os noivos Gledson (direita) e Mário celebram sua união em cartório no bairro de Itaquera, eles estavam juntos há dez anos (Foto: Gustavo Magnusson/AE)

    Os noivos Gledson (direita) e Mário celebram sua união em cartório no bairro de Itaquera, eles estavam juntos há dez anos (Foto: Gustavo Magnusson/AE)



    Um cartório da Zona Leste de São Paulo realizou na manhã deste sábado (18) um casamento entre dois homens. O técnico de enfermagem Gledson Perrone Cordeiro, de 32 anos, e o vendedor Mário Domingos Grego, de 46 anos celebraram sua união civil no cartório de Itaquera, às 12h.

    De acordo com o advogado do casal, Horácio Neto, trata-se do primeiro casamento entre pessoas do mesmo sexo da capital em que os interessados não precisam acionar a Justiça para transformar uma união estável em casamento. Segundo o advogado, um acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo referente a um caso de Bauru que citou um julgamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi usado como jurisprudência para que o casamento fosse aceito. 

    Mário e Gledson estão juntos há dez anos e já viviam em união estável desde 2010. O casamento seguiu os mesmos trâmites de uma união entre heterossexuais. Foi levada toda a documentação necessária ao cartório e depois foram publicados os proclames.

    Para Mário Grego, o casamento foi não apenas uma realização pessoal, mas também uma "conquista coletiva para gays e lésbicas", disse.
    Fonte: Gay1



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 23h49
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    República Checa: Parada Gay reúne milhares de pessoas nas ruas de Praga

    Manifestantes realizam ato no centro de Praga. Objetivo é reivindicar os direitos dos homossexuais.

    Milhares de pessoas participam de parada gay na República Tcheca, neste sábado (18). Os manifestantes realizam ato pelo centro de Praga com o objetivo de reivindicar os direitos dos homossexuais.

    Parada é realizada em prol do orgulho gay e manifestantes seguram bandeira que simboliza o movimento.

    Parada Gay Praga 2012 01
    Parada Gay Praga 2012 02

    fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 16h36
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    Lady Gaga posa sexy e diz que ‘seria feliz se pudesse fazer o mundo inteiro gay’

    A cantora concedeu uma entrevista e fez um ensaio para a revista 'Maxim' australiana.

    Lady Gaga Maxim 01Lady Gaga promete causar mais polêmicacom uma entrevista dada para a edição de julho da revista "Maxim" australiana. De acordo com o site "GossipCenter", a cantora revelou se prefere ter relações sexuais com homens ou com mulheres.

    "Depende do cara ou da menina. Mas eu não estou discutindo minha vida sexual com você. Vou dizer que eu seria uma garota feliz se pudesse fazer o mundo inteiro gay", declarou ela.

    Lady Gaga Maxim 02Ainda na entrevista à publicação, Gaga falou sobre sua suposta paixão por Britney Spears. "Eu tinha 13 anos quando Britney se tornou uma estrela. Meus amigos e eu costumávamos ir para o  'TRL' [programa da MTV Americana] uma vez por semana apenas para ficar do lado de fora. Mas mesmo assim eu não era um superfã. Ficava espantada com o nível de superfãs que Britney havia criado e gostava dessa parte".

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 16h33
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    Campeonato de ‘Gaymado’ agita a Cidade de Deus

    Um campeonato de queimado, aquele jogo infantil, como forma de integrar comunidades e diminuir o preconceito contra gays e lésbicas. Este é o sétimo campeonato de “Gaymado” da Cidade de Deus, organizado pela funkeira Tati Quebra Barraco e que leva anônimos e famosos até a favela.

    — O campeonato une a comunidade e é uma forma de lazer para uma região carente de opções. Entre os jogos, temos a apresentação de DJs e distribuição de brindes — explica Diogo Max, um dos organizadores da competição.

    Neste domingo, o campeonato entra na semifinal. As 12 equipes — seis gays e seis femininas — estão disputando o tírulo desde o dia 29 de julho. Cada time tem dez pessoas e são formados nos mais diversos bairros. Nesta edição, equipes de Ipanema, Leblon, Mandela e Mangueira, entre outras, estão participando.

    — Existem algumas equipes mais fortes e que são as tradicionais vencedoras. Na ala das meninas, o time do Bloco Velho, aqui da Cidade de Deus. Já na parte dos meninos, a equipe A.P. está na vantagem — diz Diogo.

    A platéia geralmente é recheada de artistas. Neste e no próximo domingo, são esperados, além da Tati Quebra Barraco, que é competidora, o colunista David Brazil, Monique Evans, Preta Gil, Adriana Bombom e alguns jogadores do Vasco da Gama, que foram convidados.

    O evento é gratuito e as partidas acontecem na esquina da Estrada do Gabinal com Rua Tiago, na Cidade de Deus. A primeira partida será às 15h.

     

    Fonte: Extra



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 16h20
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    Documentário sobre surfistas gays será feito no Brasil (e você pode participar!)


    Você é gay? Surfista? Então se liga... 

      O site americano GaySurfers.net está preparando um documentário sobre gays surfistas, chamado “Out In The Line Up”, que terá cenas filmadas nos Estados Unidos, na Austrália e aqui no Brasil. 

      A produção está à procura de personagens que queiram contar suas histórias. Você se encaixa nesse perfil? Então participe se inscrevendo pelo site oficial do projeto, acessando 
    http://outinthelineup.com/ 

    O lançamento está previsto para dezembro de 2013, e a intenção é promover o documentário em festivais de cinema ao redor do mundo.
    Fonte: Superpride



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 10h32
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    Projeto que inclui na lei união civil de casal homoafetivo está pronto para votação

     

    Projeto é de autoria da senadora Marta Suplicy (Foto: Hernanny Queiroz/Arquivo/Gay1)Projeto é de autoria da senadora Marta Suplicy
    (Foto: Hernanny Queiroz/Arquivo/Gay1)
    Já está pronto para ser votado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa, projeto que altera o Código Civil para reconhecer a união estável entre casais do mesmo sexo e para possibilitar a conversão dessa união em casamento.

    O projeto (PLS 612/2011), de autoria da senadora Marta Suplicy (PT-SP), reconhece como entidade familiar “a união estável entre duas pessoas, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família”. Hoje, o Código Civil (Lei 10.406/2002) limita o reconhecimento a relacionamentos entre homem e mulher.

    A proposta determina ainda que a união estável “poderá converter-se em casamento, mediante requerimento formulado pelos companheiros ao oficial do Registro Civil, no qual declarem que não têm impedimentos para casar e indiquem o regime de bens que passam a adotar, dispensada a celebração”.

    O direito à formalização da união entre casais homoafetivos é reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2011, em decisão que resultou em inúmeros casamentos noticiados pela mídia. Mas Marta Suplicy argumenta que a segurança jurídica em relação à matéria somente ocorrerá com a previsão do direito no Código Civil, conforme proposto no PLS 612/2011.

    O relator na CCJ, senador Roberto Requião (PMDB-PR), concorda com a autora do texto e observa que cabe ao Legislativo adequar a lei em vigor ao entendimento consagrado pelo Supremo, “contribuindo, assim, para o aumento da segurança jurídica e, em última análise, à disseminação da pacificação social”.
    Fonte: Gay1



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 20h14
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    Rio Grande do Norte:

    Goleiro homossexual aconselha gays do futebol a saírem do armário

    Enquanto faz a sobrancelha e fecha o gol na 2ª divisão, Messi critica preconceito e diz que sua vida melhorou após ter revelado opção sexual

    Messi RNMessi é um homem vaidoso e cheio de personalidade. Duas vezes por semana, o goleiro do Currais Novos, finalista da Segunda Divisão do Campeonato Potiguar, vai ao salão de beleza de um amigo para assegurar um bom visual para entrar em campo. O corte em estilo moicano discreto e o acerto na sobrancelha são os serviços mais comuns pedidos por um dos poucos jogadores de futebol no mundo a assumir publicamente a homossexualidade.

    Desde que "saiu do armário", em 2010, às vésperas da decisão do Campeonato Potiguar, quando com a defesa de um pênalti assegurou o acesso à elite do futebol norte-riograndense, o jogador garante que sua vida mudou. Hoje no Currais Novos-RN, novamente em vias de enfrentar uma decisão de título, Jamerson, seu verdadeiro nome, conta que o preconceito ficou em segundo plano na vida de boleiro e aconselha os indecisos.

    - Cada cabeça é um mundo, mas acho que assumir seria mais fácil para eles. Sou feliz assim. Posso dizer que mudaram muitas coisas e as pessoas me respeitam mais - assegura o goleiro que, em campo, sofreu apenas um gol em seis jogos e promete fechar a meta para o confronto de domingo, diante do arquirival Potyguar-RN, no jogo de ida da decisão da vaga à Primeira Divisão do RN.

    O goleiro conta nunca ter sido vítima de qualquer ofensa por companheiros de clube ou dirigentes e que geralmente a torcida é quem costuma "pegar no pé" em dias de jogos, fato que o profissional lida com a habilidade de um camisa 10.

    - Sempre que tem clássico, o preconceito por parte da torcida existe, mas isso nunca me influenciou dentro de campo. Acho que tenho que fazer minha parte, pode dizer o que for, o importante é que eu possa ajudar o meu clube a conseguir alcançar os objetivos - afirma o arqueiro.

    O gosto por roupas coladas e o desejo de ser dançarino de forró reprimido pelo talento com as luvas, de longe, não é motivo para pensar no jogador como um personagem pitoresco do futebol. A discrição sobre a vida pessoal, inclusive, é uma das principais características do goleiro-celebridade.

    - Não falo sobre minha vida pessoal. Sou jogador de futebol e acho que não tem por que falar nada sobre se estou ou não com alguém - reforça.

    Messi RN 01

    Messi foi descoberto há pouco mais de três anos pelo ex-lateral direito do ABC-RN, Teci, durante uma jogo de futebol na várzea. No campinho de terra na comunidade de Passagem, a 40 minutos de Goianinha, no interior do Rio Grande do Norte, nasceu o atacante que com o passar dos anos se transformou em goleiro.

    Apesar dos 26 anos e os nove dedicados ao futebol - três deles em times profissionais -, Messi conta que as semelhanças com o xará argentino do Barcelona param no apelido e no fato de ter atuado também no ataque, ainda quando era apenas uma criança.

    Os ganhos no futebol, por outro lado, ainda não foram suficientes sequer para lhe oferecer condições para que pudesse comprar um carro ou mesmo uma nova casa para sua família.

    - Ainda não tive essas condições (de comprar algo mais caro) - afirma.

    O apelido veio da infância e foi dado pela mãe, que preferiu em vez de Jamerson, o “novo batismo” para facilitar a convocação para as obrigações da casa.

    Ainda sem alcançar o que para ele seria a realização profissional, o potiguar evita mirar alto, garante não ter pretensão de deixar o futebol do Rio Grande do Norte e revela o sonho a realizar na sua trajetória entre as quatro linhas.

    Abecedista desde a infância, não deixa paixão pelo clube impor limites para o crescimento em campo e não descarta o maior rival do seu time do coração.

    - Sonho em jogar num grande clube aqui do estado, um time da região, jogar no ABC ou no América, que é também uma grande equipe - diz.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 15h01
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    HOMOFOBIA

    "Foi ataque homofóbico, não houve provocação ", diz gay agredido por adolescentes em Curitiba

     

    "Foi ataque homofóbico, não houve provocação ", diz gay agredido por adolescentes em Curitiba

    Um rapaz de 28 anos (foto ao lado), que preferiu manter sua identidade em segredo, foi agredido na noite da última sexta-feira (10) no centro de Curitiba.

    De acordo com o jovem, ele estava no Café Teatro quando resolveu sair na rua com uma amiga para fumar e foi abordado por um casal de adolescentes, de 16 e 15 anos.

    "Eles perguntaram algo para mim e nem deu tempo de responder. Logo começaram a dar golpes no rosto de nós dois. Mas eles diziam que o alvo era eu por ser gay", revelou a vítima.

    De acordo com os relatos, os adolescentes portavam um soco inglês e uma faca. A agressão aos dois amigos só parou quando seguranças do Café Teatro se aproximaram para ver o que estava acontecendo.

    Os dois adolescentes tentaram fugir, mas foram localizados por uma viatura que passava próximo ao local. O casal foi encaminhado à Delegacia do Adolescente, prestaram depoimento, e logo em seguida foram liberados.

    "Foi um ataque homofóbico, não houve provocação da nossa parte, eles simplesmente chegaram e começaram a desferir golpes", declarou a vítima, que foi levado para o Hospital Cajuru, onde levou sete pontos no supercílio e três pontos no couro cabeludo.

    "A sensação é de que você está em um país onde as leis protegem os criminosos e não a sociedade", desabafou o rapaz, que realizou exame do corpo de delito e registrou um boletim de ocorrência.

    O Ministério Público do Paraná afirmou que os adolescentes podem ser responsabilizados. "Isso pode ser através de medidas socioeducativas, como prestação de serviços comunitários, ou de medidas protetivas, com encaminhamento para tratamentos psiquiátricos ou psicológicos", explicou o promotor de Justiça Mário Luiz Ramidoff à Band.

    "Espero que eles paguem pelo que fizeram. Vou até o fim, quero justiça", afirmou a vítima.

    Fonte: ACAPA



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 19h09
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    Campanha virtual que informar sobre violência sexual entre lésbicas

    Distrito Federal: Lésbicas lançam campanha virtual para falar de violência

    ação lésbica DFComemorando o mês da visibilidade lésbica, a 8ª Ação Lésbica do Distrito Federal lançou uma campanha virtual sobre o consenso sexual entre lésbicas. O objetivo é informar as pessoas sobre as diversas formas de abuso que podem haver entre meninas que curtem meninas e alertar sobre a lesbofobia. Ao todo são três artes que revelam algumas das falsas ideias que podem haver na relação.

    A campanha nas redes sociais busca divulgar informações sobre violência a partir da Lei Maria da Penha (LMP) em casos de lesbofobia, da ONG Coturno de Vênus, e da cartilha Consenso Sexual para Jovens Lésbicas do Portal Quitéria de Elisa Gargiulo e Geisa França. A ação faz parte de uma série de ações e atividades promovidas no mês de agosto e que serão finalizadas no dia 26, durante a Caminhada Lésbica. Na ocasião haverá uma feira de artesanato, roda de conversa e lançamento de uma cartilha. A concentração acontece no estacionamento das quadras 502/503 Sul a partir das 14h.

    No sábado, 18 de agosto, acontecerá o Sarau/Ocupação na passagem subterrânea da 203 norte, a partir das 21h. O ato faz parte da série de festas e saraus que têm acontecido durante todos os fins de semana de agosto.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 19h08
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    São Paulo terá feira com livros LGBT neste mês de agosto!


    No dia 25 de agosto, sábado que antecede o Dia da Visibilidade Lésbica, a Editora Brejeira Malagueta vai promover um sarau em prol da diversidade LGBT, com o acréscimo de uma feira de livros de diferentes editoras e autores.

    O evento, que acontece na Casa das Rosas, em São Paulo, comemora quatro anos de existência da primeira e única editora lésbica da América Latina e está aberto para a participação de poetas e escritoras(es) que queiram ler trechos de seus textos.

    Vange Leonel, Rita Moreira, Anna Roxo, Bertha Solares, Lara Lunna, Karina Dias, Drikka Silva, Léa Carvalho estão entre as mulheres que vão participar. Serão mais de trinta escritores e poetas gays, lésbicas, bissexuais e simpatizantes a falar de suas obras, que estarão à venda nos salões da Casa das Rosas.

    Já confirmaram participação editoras independentes como as gaúchas Não Editora e Fábrica de Leitura, as cariocas Azougue, Cassará e Apicuri, e as paulistas Terceiro Nome, Livro Falante e Tarja Editorial.

    Haverá títulos das grandes editoras comerciais, como Leya e Rocco, e das editoras especializadas no público LGBT, como Metanoia, Edições GLS, Escândalo, além, é claro, da Brejeira Malagueta.

    A cantora Érica Pinna fecha o evento com um pocket-show ao final do dia. A seguir, veja o convite que ela faz para o sarau!



    Serviço: 
    Sarau das brejeiras e Feira do Livro LGBT 
    Sábado, dia 25 de agosto de 2012, das 14 às 22 horas 
    Casa das Rosas – Avenida Paulista, 37 
    Entrada franca

    Fonte: Homorrealidade



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 19h04
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    42% das empresas praticam a extensão do plano de saúde a aposentados.

    MAIS EMPRESAS ACEITAM COMPANHEIRO DO MESMO SEXO EM PLANO DE SAÚDE

    Pesquisa foi feita com 198 empresas nacionais e multinacionais.

    A 29ª Pesquisa de Benefícios da Towers Watson, feita com 198 empresas nacionais e multinacionais de diversos segmentos de mercado em 2011, mostra que 66% das companhias aceitam companheiros do mesmo sexo como beneficiários do plano de saúde. Em 2010, o percentual era de 41%. Outra constatação é que 42% das empresas praticam a extensão do plano de saúde a aposentados, como prevê o artigo 31 da Lei 9.656/98, ou seja, 5% a mais de adesões que no ano anterior.

    O chamado Employee Assistance Program, que anteriormente era encontrado em 20% das empresas, agora está presente em 36%. O serviço oferece apoio jurídico e psicológico à pessoa que tem problemas pessoais que possam afetar seu desempenho em casa e no trabalho. Já o plano odontológico está presente em 90% das empresas pesquisadas.

    O plano de saúde é oferecido em 100% das empresas, das quais 73% apontaram variação no custo em relação ao ano anterior. Entre as empresas que registraram aumento de custos com o plano de saúde, o índice médio foi de 9,81% contra 8,43% identificado em 2010, o que representou um incremento de 1,38% em relação ao ano anterior. A média per capita do plano de saúde também apresentou aumento - atualmente é de R$ 171,60, contra R$ 168,10 em 2010. Já o plano odontológico, oferecido em 91% das empresas, tem um custo médio mensal de R$ 12,89.

    Do total de pesquisados, 43% afirmaram que já sofreram algum tipo de demanda judicial referente ao plano de saúde, tendo a manutenção de demitidos e aposentados como tema de 61% das reclamações. A Previdência Privada complementar está presente em 79% das empresas pesquisadas.

    O perfil das empresas participantes da pesquisa é o seguinte: 37% têm de 1 mil a 5 mil funcionários; 31% possuem mais de 5 mil empregados; 34% apresentam faturamento anual de até R$ 500 milhões e 24% alcançam faturamento entre R$ 500 milhões e R$ 2 bilhões; 75% estão em operação no país há mais de 20 anos; 42% são de origem sul-americana.

    Veja a participação dos benefícios-padrão oferecidos pelas empresas aos funcionários:
    Plano de saúde - 100%
    Plano odontológico - 90%
    Auxílio-alimentação - 90%
    Seguro de vida - 90%
    Previdência privada - 79%
    Empréstimos - 73%
    Check-up - 70%
    Carro - 69%
    Complementação auxílio doença - 67%
    Benefício farmácia - 63%
    Serviço de apoio ao indivíduo (EAP) - 36%
    Benefícios flexíveis - 4%.

    Além dos benefícios abordados na pesquisa, 97% das companhias oferecem:
    Auxílio creche – 78%
    Estacionamento – 77%
    Automóvel/ combustível - 74%
    Reembolso parcial ou integral de cursos de idiomas - 70%
    Auxílio funeral - 69%
    Cesta de natal - 67%
    Desconto/ convênios comerciais - 61%
    Auxílio educação - 50%
    Desconto em academias de ginástica - 49%
    Cesta básica - 36%
    Presente para funcionários/ dependentes - 34%.

    Fonte: G1



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 14h17
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    A EMPREGABILIDADE GERA CIDADANIA

     

     

    5ª Parada da Diversidade de Bauru

    Encerrando a II Semana de Combate ao preconceito e à discriminação – Lei 5.972

    Contra o preconceito, a intolerância e a violência

    ConcentraçãoPraça da Paz, 13h
    DesfileAv. Nações Unidas, 16h
    Show da DiversidadeO Teatro Mágico – a partir das 20:30h

     

    Entre os dias 20 e 26 de Agosto de 2012 a Associação Bauru pela Diversidade, Secretaria Municipal do Bem Estar Social e o Conselho Municipal de Atenção a Diversidade Sexual (CADS) em parceria com as demais Secretarias Municipais realizarão a II Semana de Combate ao Preconceito e à Discriminação em cumprimento da Lei 5.972 que terá em seu encerramento a 5ª Parada da Diversidade. O tema desse ano é: "A Empregabilidade Gera Cidadania". Durante essa semana, serão realizadas diversas manifestações políticas, culturais, sociais e educativas em toda a cidade de Bauru. As instituições do primeiro, segundo e terceiro setor interessadas em desenvolver atividades basta se inscrevê-las em http://www.baurupeladiversidade.org.br/ que iremos divulgá-las.

     

    Fonte: Associação Bauru pela Diversidade



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 14h10
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    "Nós temos que legalizar isso", diz Adam Levine do Marron 5 sobre casamento gay

     

    "Nós temos que legalizar isso", diz Adam Levine do Marron 5 sobre casamento gay

    O cantor Adam Levine, líder da banda californiana Marron 5, foi entrevistado pela revista "Pride Source". Para a publicação, o gato falou sobre sua irmão gay e defendeu o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

    "Pra mim não faz nenhum sentido que as pessoas não possam se casar com quem elas querem se casar. Isso não é da nossa conta. Eu não sei porque nesse país (EUA) somos obcecados em tomar conta da vida dos outros. Nós temos apenas que legalizar (o casamento gay) isso", disse Adam.

    "As pessoas tem preferências pessoais para fazer o que elas querem fazer com suas vidas, e eles tem todo o direito de fazerem isso, assim como os casais gays também têm. É por isso que eu sempre digo 'O que torna você melhor do que eles?''.

    Levine tem um irmão gay assumido e falou se suas opiniões sobre o casamento gay tem a ver com ele. "Eu não acho que ter um irmão gay tenha afetado a maneira como vejo o assunto. Aconteceu de eu ter um irmão gay, mas isso não significa que eu vá lutar mais pelos direitos humanos. As relações que eu tenho com as pessoas, seja meu irmão ou um amigo, hétero ou gay, não são interferidas por isso. Eu julgo as pessoas baseadas nas coisas que elas fazem. Eu julgo as pessoas pelo seu caráter", declarou Adam.

    Para quem quiser conferir o fofo e engajado de perto, o Marron 5 se apresenta por aqui nos dias 24 de agosto em Curitiba, 25 no Rio e 26 em São Paulo. 

    Fonte: ACAPA



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 12h52
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    Ciclistas da diversidade comemoram cinco anos de pedaladas com festa e almoço

     

    Tem programação especial nos cinco anos de SP Gay Bikers

    Grupo de ciclistas que pedala pela diversidade e pela liberdade, o SP Gay Bikers, de São Paulo, preparou uma programação animada para o próximo fim de semana na capital paulista para comemorar seus cinco anos de vida. Tem festa, almoço e, claro, o tradicional e indispensável passeio ciclístico.

    Já na sexta-feira, 17 de agosto, o grupo se reúne com festa no Clube Glória (Rua 13 de Maio, 830 – Bixiga), onde vai receber amigos e convidados em um espaço reservado. Todos estão convidados, mas quem quiser ir precisa confirmar presença na lista VIP do SPGayBikers pelo e-mailspgaybikers@gmail.com.

    A comemoração continua no domingo, 19 de agosto, com mais um passeio de bike dominical pelas ruas de São Paulo. O grupo se concentra a partir das 10h, na Padaria Pão de Ló, que fica na Rua São Carlos do Pinhal, 451 - Bela Vista. Depois das pedaladas, rola almoço com todos os participantes no Zeffiro Restaurante Rotisseria, na Rua Frei Caneca, 669 – Consolação.

    Mais informações no www.sp-gay-bikers.blogspot.com.

    Fonte: mixbrasil

     



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 10h59
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    Ator de 'Precisamos falar sobre o Kevin' diz que é gay em entrevista

    'Não estou apaixonado por ninguém em particular', disse Ezra Miller à revista 'OUT'.

    Ezra MillerEzra Miller, O Kevin do filme "Precisamos falar sobre o Kevin", assumiu sua homossexualidade em recente entrevista à revista "OUT". Ele tem 19 anos e já namorou a atriz Zoe Kravitz.

    "Sou gay. Tenho muitos amigos maravilhosos de vários gêneros e orientações sexuais. Não estou apaixonado por ninguém em particular. Tenho tentado entender os relacionamentos, sabe? Não sei se é um ato responsável um garoto da minha idade ficar tentandoout magazine 09 12desesperadamente ter relacionamentos monogâmicos, porque eu não sei se estamos prontos para isso. O romatismo de nossa cultura diz que é isso o que devemos fazer. Aí, quando encontramos aquilo que achamos que é amor, nós ainda não temos as ferramentas para vivê-lo", filosofou Miller.

     


    fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 10h55
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    Stonewall é tema do filme do próximo Cine Purpurina, em São Paulo

    Projeto Purpurina exibe filme sobre o Stonewall

    No próximo domingo, 19 de agosto, o Projeto Purpurina, em São Paulo, vai realizar mais uma edição do Cine Purpurina, que começa às 15h e tem entrada gratuita. O projeto voltado para jovens LGBT de 13 a 24 anos vai exibir na próxima sessão o filme “Stonewall”, que fala sobre o surgimento do movimento gay organizado no mundo.

    Depois de uma longa história de rusgas policiais, extorsão, e brutalidade, um grupo de drag queens em Stonewall decide que está farto e começa a revolta quando a polícia tenta colocá-lo num paddywagon (caminhão da polícia). A exibição rola na sede do Purpurina, que fica na Rua Major Sertório - 292, perto do metrô República.

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 10h53
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    LETRAS HOMOFÓBICAS

    ONG quer veto a supostas músicas homofóbicas em festa de Barretos (SP)

    O suposto conteúdo homofóbico e machista de dois hits sertanejos da dupla João Carreiro & Capataz fez com que a ONG Primavera, de Sertãozinho (333 km de São Paulo), pedisse o veto das músicas durante a 57ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos (423 km da capital), que começa amanhã.

    Segundo a ONG, as referências contra os homossexuais estão nas letras das músicas "Cemo Porque Cemo" e "Bruto, Rústico e Sistemático".

    Entre os trechos criticados, está "viado nóis vê de longe, nóis atira e não erra".

    "Estamos preocupados porque, no interior, a música sertaneja é enraizada", disse Justo Favaretto, primeiro secretário da ONG e membro da Comissão da Diversidade Sexual e Combate à Homofobia da OAB de Sertãozinho.

     Isadora Brant-1º.mai.2011/Folhapress 
    A dupla João Carreiro & Capataz em show na festa da Força Sindical, na capital paulista
    A dupla João Carreiro & Capataz em show na festa da Força Sindical, na capital paulista

    A assessoria de imprensa da associação Os Independentes, que organiza a festa, informou que encaminhou a denúncia feita pela ONG à produção da dupla, que se apresenta no dia 24.

    Segundo Gustavo Bernardes, coordenador geral de Promoção dos Direitos de LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais), da SNDH (Secretaria Nacional dos Direitos Humanos), as músicas são "problemáticas" e incentivam a violência contra minorias.

    Como um "ato preventivo", ele disse que a secretaria encaminhou uma denúncia ao Ministério Público Federal.

    Por telefone, o produtor da dupla Neto Brandão informou que não poderia se manifestar sobre o assunto.

    A assessoria de imprensa também foi procurada pela Folha, mas até as 20h desta terça-feira (14) não houve resposta.

    Leia trechos das músicas

    "Cemo Porque Cemo"
    "Buraco com cobra perto
    Deus a livre, isola
    [...]
    Viado 'nóis vê' de longe
    'nóis atira' e não erra"

    "Bruto, Rústico e Sistemático"
    "ver dois 'homem abraçado'
    pra mim era confusão
    Mulher com mulher beijando
    Dois homens se acariciando
    meu Deus que decepção
    Mas nesse mundo moderno
    não tem errado nem certo
    achar ruim é preconceito
    Mas não fujo à minha essência
    pra mim isso é indecência"

    Fonte: Folha de S. Paulo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 19h06
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    4º ENCONTRO PIAUIENSE DE LÉSBICAS E MULHERES BISSEXUAIS
    Tema: Respeito e visibilidade fazem bem à saúde
    Teresina (PI), 29 a 31 de agosto de 2012.
    AUDITÓRIO DO SINDSJUS (Av. Pinel, 381 - Cabral)
     
    29 de agosto
    19h – ABERTURA FESTIVA
    – Show Boca da Noite “O mar de Teresina fica no céu da boca das meninas” (homenagem das lésbicas e mulheres bissexuais aos 160 anos de Teresina) - Local: Espaço Osório Jr.
    30 de agosto
    14h30min – Roda de Conversa: Caiu na Rede, é sapa! – Nós nas mídias sociais
    16h30min - Conversa desarmada: O intolerável peso da violência– sobre (des)respeito e (des)afetos entre nós
     
    31 de agosto
    8h30min – Debate: Mulher com mulher dá ... o maior pé -Desconstruindo lições aprendidas na escola
    10h30min - Conversa afiada: “Adeus, maridos!” – sobre mulheres que se desencantaram com o "poder irresistível do falo".
     
    14h30min – “Tem um homem no salão” – um dedo de prosa sobre transexualidade masculina
    16h – Debate: "É um barato, é um sucesso, dentro e fora do Brasil"? – sobre visibilidade e cidadania lésbica
     
     

     Fonte: Grupo Matizes



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 17h59
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    "Saúde e Diversidade: múltiplos olhares" - TERESINA - PIAUÍ

    Programação da 8ª Semana do Orgulho de Ser.


    para participar, não é necessário fazer inscrição todas as atividades são gratuitas.
    PROGRAMAÇÃO DA 8ª SEMANA DO ORGULHO DE SER 
     
    ATIVIDADES CULTURAIS E ESPORTIVAS:

    25 de agosto
      
    14h – Torneio de Futsal feminino -Quadra do Liceu Piauiense16h – Carangayjada -com Grupo Excitação - Local: Barão do Caranguejo (Av. Barão de Gurgueia, 980)

    26 de agosto
    16h - 2ª CÃOminhada 
    em defesa dos animais - Ponte Estaiada
     
    27 de agosto
    9h - Exibição do filme "O menino peixe", seguida de roda de bate-papo - Sala de Vídeo do CCECA/Campus Torquato Neto/UESPI
    12h - Exibição do filme "Plata queimada" - Sala Torquato Neto (Clube dos Diários)
    15h - Exibição do filme "Viola di Mare", seguida de roda de bate-papo - Sala de Vídeo do CCECA/Campus Torquato Neto/UESPI
    18h30min – Exibição do filme: "O Padre" - seguida de roda de bate-papo - Sala de Vídeo do CCECA/Campus Torquato Neto/ UESPI

    28 de agosto
    12h - Exibição do filme "Do começo ao fim" - Sala Torquato Neto(Clube dos Diários)
    15h Vídeo: orações para Bob - 
    Sala de vídeo do Campus Clóvis Moura/UESPI
     29 de agosto 12h - Exibição do filme "Oraçoes para Bob" - Sala Torquato Neto (Clube dos Diários)
    19h – Show Boca da Noite “O mar de Teresina fica no céu da boca das meninas” (homenagem das lésbicas e mulheres bissexuais aos 160 anos de Teresina) - Local: Espaço Osório Jr.30 de agosto 9h - Exibição do filme "Viola di Mare", seguida de roda de bate-papo - Sala de Vídeo do CCECA/Campus Torquato Neto/UESPI
    12h - Exibição do filme "Sebastiane" - Sala Torquato Neto (Clube dos Diários)15h - Exibição do filme "O diário secreto de Anne Lister",seguida de roda de bate-papo - Sala de Vídeo do CCECA/Campus Torquato Neto/UESPI
    18h30min - Exibição do filme "Viola di Mare", seguida de roda de bate-papo - Sala de Vídeo do CCECA/Campus Torquato Neto/UESPI
    31 de agosto 12h - Exibição do filme "Strella" - Sala Torquato Neto (Clube dos Diários)
    18h30min - Coral UESPI apresenta: musical gonzaguiano – 100 do Rei do Baião - Regência: Profa. Maria Cláudia Anjos e Tenório – Teatro de Arena - Campus Clóvis Moura - UESPI 
    1º de setembro
    17h - 11ª PARADA DA DIVERSIDADE -Av. Raul Lopes
    19h - SHOW DA DIVERSIDADE  - Local: Ponte Estaiada 
     DEBATES/PALESTRAS E OFICINAS
    27 de agosto
    9h - Mesa redonda: Falando de homossexualidade na sala de aula –Prof. Dr. Francisco Junior (UFPI); Profª MsC Adélia Dalva Oliveira (NOVAFAPI) e Profª Msc. Consolação Pitanga (Novafapi) – Faculdade Novafapi
     16h - Palestra: A legalização da união homoafetiva: reflexões - Thaynara Marwell de Oliveira Riedel (Graduanda do Curso de Bacharelado em Direito- CEUT- Sala de vídeo do Campus Clóvis Moura/UESPI 
    18h - Roda de diálogos – Atenção à saúde  para travestis e transexuais - Facilitador: Cordeiro Filho (médico Urologista)- Faculdade Novafapi 
    18h30min – Mesa-redonda: Os homossexuais e a nova cara da AIDS – Auditório do CEUT
    28 de agosto
     
    9h –Mesa-redonda: Homossexuais e o ensino de saúde - Profª MsC. Susane Castro (Novafapi) e Profª MsC. Francisca Cecília V. Rocha (Novafapi) - Faculdade Novafapi
    16h - Palestra: Homofobia e políticas públicas - Karol Jerfesson Alves de Sousa - Sala de vídeo do Campus Clóvis Moura/ UESPI 18h30min- Palestra - Reflexões sobre orientação sexual e identidade de gênero não-hegemônicos: o papel da(o) Assistente Social na defesa de direitos humanos da população LGBT - Profª MsC. Marylucia Mesquita (CFESS) - Auditório da Faculdade Santo Agostinho
    20h - Palestra: Saúde espiritual da pessoa LGBT através da Inclusão – Paulo Steckel (Coordenador Geral do Movimento Espiritualidade Inclusiva) - Auditório da Faculdade Santo Agostinho

    29 de agosto
    9h - Mesa Coordenada: Bullying no contexto universitário -Palestrantes: Mariane de Lira Siqueira - Psicóloga UESPI/ PREX e Yara Barroso Nascimento - Assistente Social UESPI/ PREX – Laboratório de Artes da UESPI – Campus Torquato Neto
    16h - Palestra: Genêro, sexo e sexualidade -  Profª. Msc. Carla Daniela Alves Rodrigues - Sala de vídeo do Campus Clóvis Moura/UESPI
    30 de agosto
     8h - Seminário de formação: Respeito à diversidade faz bem à cidadania – Público-alvo: servidores dos CREAS de Teresina – Local: Auditório da SEMTCAS  16h - Palestra: Múltiplos olhares sobre a família - Profª Msc. Marcia Adriana Lima de Oliveira - Sala de vídeo do Campus Clóvis Moura/UESPI 
    31 de agosto 9h Palestra: Direitos reprodutivos, aborto e Igreja Católica - Valéria Melki (Católicas pelo Direito de Decidir) - Campus Torquato Neto/UESPI
    16h - Palestra: Saúde e diversidade - Karinna Alves Amorim de Sousa - Sala de vídeo do Campus Clóvis Moura/UESPI 
     
    Fonte: Grupo Matizes



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 17h57
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    Ordem discute direitos humanos em Vitória

    OAB realiza conferência de Direitos Humanos com lançamento de campanha gay

     

    Jean Wyllys casamento civil igualitárioA Ordem dos Advogados do Brasil  (OAB) realiza a partir desta quarta-feira, 15 de agosto, em Vitória, capital do espírito Santo, a V Conferência Internacional de Direitos Humanos, realizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Vitória. A programação conta com o lançamento da campanha pelo casamento igualitário no Brasil.

    Com o tema “A efetividade dos direitos humanos no Brasil”, a Conferência segue até a próxima sexta-feira, 17 de agosto, quando será realizado o lançamento da campanha pelo casamento civil igualitário no Brasil, uma iniciativa do deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ). Ele participa a partir das 9h do painel "Dignidade e Grupos Vulneráveis I" e falará sobre a “Homoafetividade e o Direito à Diferença”.

    “Nos países onde o Estado reconheceu o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, as novas gerações crescem e se educam sabendo que gays e lésbicas não são melhores ou piores do que os heterossexuais, apenas diferentes, e que nossas famílias merecem o mesmo respeito e reconhecimento. A lei também serve para educar”, ressalta Jean.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 17h52
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    Comissão de defesa da moral ucraniana diz que Bob Esponja é gay


    A Comissão analisou algumas das principais séries de animação que estão na grade televisiva do país para propor a proibição daquelas que representam "uma ameaça real para as crianças".

    O popular personagem de animação Bob Esponja é homossexual, aponta um estudo elaborado pela Comissão Nacional sobre assuntos para a defesa da moral ucraniana citado nesta quarta-feira pelo jornal local "Ukraínskaya Pravda".

     Divulgação 
    O personagem Bob Esponja
    O personagem Bob Esponja

    De acordo com este estudo, séries como "Os Simpsons", "Uma Família da Pesada", "Pokemon", "Teletubbies" e "Futurama" são "projetos especiais dirigidos à destruição da família e à propaganda do vício em drogas".

    Desta forma, essas animações representariam "um claro exemplo de propaganda do sexismo", segundo o artigo publicado em um dos principais jornais ucranianos.

    Para a psicóloga Irina Medvédeva, citada pelo estudo, as crianças com idades entre 3 e 5 anos que assistem essas séries "tendem a imitar os trejeitos dos personagens e a fazer brincadeiras diante de adultos que não conhecem".

    Neste sentido, Irina aponta que a série "Teletubbies", por exemplo, segue "a criação proposital de um homem 'subnormal', que passa o dia todo diante da televisão com a boca aberta e engolindo qualquer informação" que conforme a "psicologia dos perdedores".

     

     

    Fonte: Folha de S. Paulo



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 14h24
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    Haddad defende criação de centros de combate à homofobia e adoção do nome social de trans em plano de governo para SP


    Haddad lança programa de governo com propostas para LGBT

    Após encontros com o setorial LGBT do partido, o candidato à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad (PT) divulgou seu programa de governo, nesta terça-feira, 14 de agosto, com propostas que atendem a comunidade gay da cidade. Intitulado "Um tempo novo para São Paulo", o programa traz diretrizes e propostas pelo direito à diversidade sexual.

    O candidato petista promete colocar em prática o Plano Municipal de Combate à Homofobia, elaborado nas Conferências Municipais de 2008 e 2011. Entre as propostas, está a criação de Centros de Referência e Combate à Homofobia em todas as regiões de São Paulo, dotados de advogados, psicólogos e assistentes sociais capacitados nos serviços de orientação e combate à homofobia. O candidato quer ainda tornar obrigatório o nome social de travestis e transexuais no atendimento aos serviços públicos.  

    Em maio, Haddad evitou tomar posições polêmicassobre os LGBT, mas defendeu o veto da presidente Dilma ao programa Escola Sem Homofobia. Ainda nacorrida eleitoral, ele chegou a visitar a sede da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), onde reforçou que não há contradições entre liberdade religiosa e direitos civis LGBT. 

    O programa de governo do candidato traz ainda uma análise sobre as desigualdades e desequilíbrios das diferentes áreas econômicas e sociais da cidade de São Paulo, retomando a gestão Marta Suplicy (2000-2004) e com fortes críticas as administrações Serra/Kassab (2005-2012). 

    Para acessar a íntegra do projeto, clique aqui. Confira abaixo o capítulo de políticas públicas para os LGBT:


    Direitos à Diversidade Sexual


    O governo Haddad colocará em prática o Plano Municipal de Combate à Homofobia, elaborado nas Conferências Municipais de 2008 e 2011, e que até hoje não saiu do papel, englobando os seguintes eixos:

    A) Saúde – sensibilizar e capacitar os profissionais de saúde para o atendimento humanizado e respeitoso dos indivíduos LGBTs;

    B) Educação – realizar formação continuada dos profissionais da rede municipal de ensino e desenvolver campanhas pela convivência pacífica com as diferenças junto aos estudantes e suas famílias;

    C) Segurança – orientar e capacitar a Guarda Civil Municipal e a Polícia Militar para o tratamento igualitário de todo e qualquer cidadão, com o devido respeito exigido por lei, inclusive os LGBTs e outras populações marginalizadas, na perspectiva da plenitude dos Direitos Humanos;

    D) Cultura – abrir os equipamentos municipais de cultura à produção cultural da comunidade LGBT para que a mesma possa expressar com liberdade sua maneira de ser e sua dignidade;

    E) Nome social - tornar obrigatório o uso do nome social de travestis e transexuais nos serviços públicos de atendimento cotidiano pois é com ele que a pessoa se identifica;

    F) Criar Centros de Referência e Combate à Homofobia em todas as regiões de São Paulo. Este equipamento social será implementado de forma articulada com outros serviços de combate às desigualdades e contará com: (1) advogados que providenciem processos de criminalização das situações de discriminação e violação de direitos; (2) psicólogos que auxiliem as vítimas de preconceito; (3) assistentes sociais que orientem e encaminhem LGBTs em situação de vulnerabilidade social aos serviços de atenção e proteção que os ajudem a retomar sua vida com dignidade;

    G) Dotar a Coordenadoria da Diversidade Sexual (CADS) de recursos humanos, materiais e orçamentários para cumprir sua missão de articular as políticas públicas que atendem diretamente a população LGBT, implantar uma unidade móvel, subordinada ao CADS, para divulgar e promover os direitos e da cidadania LGBT em São Paulo;

    H) Ampliar, detalhar e analisar o mapeamento de ocorrências homofóbicas no âmbito do município;

    I) Fortalecer o Conselho Municipal LGBT revendo suas atribuições, composição e forma de eleição para que seja efetivamente representativo da comunidade.

    Fonte: Gay1



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 14h17
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    Menino é abusado por outro homem em vídeo de campanha contra a pedofilia

    Campanha contra pedofilia ganha vídeo com menino abusado por homem

     

    A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) acaba de lançar uma campanha contra a pedofilia que aborda o abuso de um menino por parte de outro homem. No vídeo “Pedofilia: não feche os olhos para isso”, mesmo nome da campanha, o garoto tem que lutar sozinho contra o homem que o abusa.

    O objetivo da Associação é conscientizar a sociedade quanto ao seu papel na vigilância e combate à pedofilia.  O setor acredita que a pedofilia é um problema estrutural sério que afeta gravemente o desenvolvimento e o futuro do Brasil, e que por isso é dever de todos os cidadãos divulgar informações sobre o tema, atentar para os mínimos sinais apresentados ao seu redor e, principalmente, denunciar.


    A entidade cita em sua campanha dados dos quatro primeiros meses de 2012, quando o “Disque 100”, Disque Denúncia Nacional de crimes contra crianças e adolescentes, recebeu 71% mais ligações em relação ao mesmo período do ano anterior. Para ter uma ideia deste aumento, só nos dias 24 e 25 de maio, foram 285.051 denúncias.

    Confira o vídeo:

     



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 14h07
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    A 8ª Ação Lésbica traz a Lei Maria da Penha como tema das atividades.

    26 de agosto tem caminhada da visibilidade lésbica em Brasília

     

    Caminhada acontece no dia 26 de agosto (Foto: Divulgação)Caminhada acontece no dia 26 de agosto
    (Foto: Divulgação)
    A 8ª Ação Lésbica de Brasília já tem data e acontece no dia 26 de agosto, mês da visibilidade lésbica. Dentre as atividades está prevista a Caminhada Lésbica que tem como tema “Lei Maria da Penha para todas” que prevê a aplicação no caso de violência entre casal de lésbicas. Também haverá feiras, oficinas, rodas de conversa e lançamento de cartilha.

    O dia 29 de agosto é comemorado o Dia da Visibilidade Lésbica no Brasil. Neste período, vários grupos de mulheres preparam festas, manifestações e reuniões para marcar essa data que faz parte do calendário do movimento LGBT desde 1996.

    São vários os boatos sobre a data. Algumas pessoas acreditam que a data marcou o I Seminário Nacional de Lésbicas onde uma centena de mulheres de todo Brasil estiveram presentes no dia 29 de agosto de 1995, no Rio de Janeiro. Outras relatam que no dia 19 de agosto de 1983 ocorreu a primeira manifestação organizada de lésbicas contra o preconceito do país, em São Paulo, no Ferro's Bar.

    Feiras
    Desde o ano passado a Ação Lésbica tem incentivado a produção e empreendimento independente de mulheres. Por isso, se você tiver algum empreendimento que queira compartilhar/vender/apresentar, enviei um e-mail para acaolesbica@gmail.com e apresente a sua proposta.
    Fonte: Gay1



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 14h02
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    Atriz da série ‘Parks and recreation’ diz para John Travolta assumir logo que é gay: ‘Agora é a hora. Assuma’

    Rashida Jones, conhecida pela série “Parks and recreation”, declarou ao site “SpinningPlatters.com” que John Travolta deveria sair logo do armário e assumir que é gay.

    “Agora é a hora. Assuma! Vamos lá. Quantos massagistas ainda terão que se apresentar?”, disse a atriz, filha mais nova do produtor musical Quincy Jones.

    Rashida acredita que uma estrela de cinema como Travolta deveria revelar a sua orientação sexual para seguir em frente. A jovem contou ainda que admira o fato de o cantor de hip-hop Frank Ocean, por exemplo, ter assumido sua orientação.

    Em maio deste ano, John Travolta foi acusado de assédio sexual por alguns massagistas. Um deles, John Truesdale, tinha entrado com um processo contra o ator, mas retirou a queixa.
     

    Rashida Jones (Foto: Reprodução/Facebook)Rashida Jones (Foto: Reprodução/Facebook)






















    Fonte: Gay1 



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 12h44
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    A GRANDE FAMÍLIA

    Gays que adotaram 12 são
    eleitos pais do ano nos EUA

    Steven e Roger Ham são gays e companheiros há quase 19 anos. E pais adotivos. De uma criança? De duas? Não, de nada menos que 12! Por tanta dedicação, o casal figurou na lista dos 10 melhores pais dos EUA de 2012 feita pela revista americana Esquire.

    Não foi nada fácil. Primeiro que, no Arizona, onde vivem, não é permitida a união entre pessoas do mesmo sexo tampouco a adoção por casais do mesmo sexo. Apenas no caso de alguns filhos é que eles fizeram a adoção em estados americanos que permitiam os dois figurarem como pais.

    Como a maioria não se enquadra nesse caso, Roger, recentemente, mudou seu sobrenome também para Ham para que não houvesse filhos com apenas um dos sobrenomes deles. A união da família no papel passou a ficar garantida pelo menos nesse aspecto.

    Bom, é isso: quem diz que é contra homossexuais por ser a favor da “família” não sabe o que diz. Afinal, tem algum outro segmento no mundo que luta tanto para ter uma família atualmente como os homossexuais?

    Fonte: Parou Tudo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 12h40
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    ENQUANTO ISSO, NO BRASIL...

    Estados Unidos: Exército tem primeira general abertamente gay

    Tammy SmithFoi um gesto discreto, que poderia passar despercebido, mas que marcou um antes e um depois no Pentágono. A oficial do Exército americano Tammy Smith, de 49 anos, foi promovida na última sexta-feira a general de brigada, em uma cerimônia formal no cemitério militar de Arlington, em Washington. Durante este tipo de ato, é o parceiro ou a parceira do soldado quem coloca a insignia correspondente no ombro do oficial. No caso de Tammy, coube a sua esposa, Tracey Hepner. Com a promoção, o Exército americano tem sua primeira general abertamente gay.

    No próximo dia 20 de setembro faz um ano que a lei que proibia gays e lésbicas de servirem abertamente o Exército americano foi revogada. Em menos de um ano, a mudança chegou até os cargos mais altos da cúpula militar: faltam apenas duas patentes para que Tammy chegue a general de quatro ou cinco estrelas.

    Tammy Smith e Tracey Hepner se casaram em Washington - onde as uniões gays são legais - em março de 2011. A oficial leva 26 anos no Exército, e serviu no Afeganistão entre dezembro de 2010 e outubro de 2011. No ano passado, o jornal afiliado ao Pentágono “Star & Stripes” entrevistou Tammy, então coronel, que disse que não pretendia "sair do armário" caso a lei fosse revogada. Ela usou um pseudônimo para falar sobre o tema.

    “É pouco provável que meus companheiros tenham conhecido a algum gay. E é menos provável ainda que eles tenham uma imagem positiva dos gays”, disse para revista. “O melhor que pode acontecer se a lei for revogada é que eu e minha mulher poderemos sair para beber juntas, sem ter que estar sempre preocupadas”.

    Com o tempo, no entanto, ela conseguiu muito mais que isso. Hoje, Tammy Smith ocupa o posto de subchefe de gabinete do Departamento de Reserva do Exército em Washington.

    “Abre-se uma nova era no Exército americano quando nossos líderes reconhecem quem são e servem ao país que amam ao mesmo tempo. A general de brigada de Smith fez história hoje, não só por ser um membro de uniforme exemplar, que serve nossa nação com integridade e honra, mas por ser uma lésbica orgulhosa de si mesma, e que admite assim o tremendo sacrifício que sua família assume para que ela possa lutar a serviço pelo seu país, disse em um comunicado Aubrey Sarvis, veterana do Exército e diretora-executiva da “Servicemember Legal Defense Network”, que trabalha a favor da igualdade nas Forças Armadas.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 20h14
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    DF tem a segunda maior taxa de denúncias feitas por LGBTs

     

    (Foto: Rreprodução)(Foto: Rreprodução)
    O debate sobre os direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais nunca esteve tão atual. Em maio de 2011, o grupo comemorou uma conquista histórica depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo. Em novelas, um mordomo gay e uma cabeleireira travesti conquistaram o público e um lugar de destaque nas tramas. As marchas e paradas LGBTs estão mais frequentes e populosas. Aparentemente, tudo isso dá a entender que o país está pacificado quanto à diversidade sexual. Mas a realidade é entremeada de insegurança jurídica, violência psicológica, preconceito e discriminação em relação ao grupo.

    Um relatório inédito feito pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) traçou o primeiro mapa oficial de denúncias relacionadas à violência motivada por identidade sexual no país. Nele, o Distrito Federal aparece como a segunda unidade da Federação com maior taxa de ocorrências, com 8,75 episódios de violação de direitos a cada 100 mil habitantes. A proporcionalidade só é maior no Piauí, onde o número fica em 9,23. Os mecanismos de denúncia de violação de direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais contabilizaram 223 ligações do DF no ano passado. A maioria dos episódios descrevia violência psicológica, com 91 casos, e discriminação, com 70. As autoridades tomaram conhecimento de pelo menos 24 situações em que homofobia se transforma em agressão física.
    Por Ana Pompeu e Ariadne Sakkis da edição de impressa do Correio Braziliense
    Fonte: Gay1



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 19h00
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    Despesas do turismo LGBT no Brasil crescerão 34% este ano

    As despesas do turismo homossexual no Brasil crescerão este ano 34 %, quase quatro vezes a média mundial, informaram nesta sexta-feira em São Paulo fontes do setor durante a abertura da feira de negócios "Expo Business LGBT Mercosul 2012".

    Ao informar as projeções, o presidente da Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes (Abrat GLS), Oswaldo Valinote, indicou que o crescimento médio mundial será de 9% e gerará negócios de cerca de US$ 165 bilhões.

    Valinote ressaltou que os operadores turísticos no Brasil e em alguns países do cone sul devem estar "preparados" para a demanda com um atendimento diferenciado.

    Segundo o relatório da empresa de consultoria InSearch, o comércio de produtos e serviços para o público homossexual no Brasil movimenta anualmente R$ 150 bilhões.

    Por sua vez, a Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo, evento que a cada ano reúne mais de 2 milhões de pessoas, informou que o país tem 18 milhões de homossexuais em um universo de 192 milhões de habitantes.

    No Brasil, durante o ano acontecem cerca de 150 paradas LGBT e existem 230 ONGs ligadas a esse público.

    Na feira, o estado de Pernambuco apresentou o selo para identificar os serviços para o público homossexual oferecidos na "Rota da Diversidade", criada em 2009 pelo governo estadual e pelos operadores regionais de turismo.

    Os programas e planos desenvolvidos com sucesso para os consumidores homossexuais pelos governos e operadores locais em Tel Aviv (Israel), Mendoza (Argentina) e Uruguai também estão expostos na feira que começou hoje e termina amanhã em São Paulo.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 18h53
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    São Paulo é oficializada como candidata à sede dos Gay Games de 2018

    São Paulo 2018 Gay GamesA cidade de São Paulo vai ser a candidata oficial do Brasil na concorrência de candidatura BID da décima edição dos Gay Games de 2018, as olimpíadas LGBT mundial. A cidade concorria com o Rio de Janeiro, que não apresentou no tempo solicitado os requerimentos exigidos pelo CDG Brasil para prosseguir com o processo internacional.

    São Paulo passa então a concorrer com cidades de outros países ao direito de sediar os jogos da diversidade que unem atletas LGBT do mundo todo. A campanha da cidade de São Paulo conta com o apoio da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual de São Paulo (CADS), SP TURIS, São Paulo Conventions Bureau.

    O próximo passo da campanha é a apresentação da cidade com a “Carta de Intenção Formal”, que deverá ser entregue à Federação dos Gay Games no final deste mês e pagamento de taxas de inscrição. Para o pagamento destas taxas, o Comitê Desportivo LGBT Brasileiro busca apoio de empresas e pessoas físicas que possam contribuir com doações.

    Para colaborar com a campanha basta entrar em contato com o CDG Brasil pelo telefone (11) 3439-2001 ou então no site oficial da candidatura:www.saopaulo2018.com e no Facebook: www.facebook.com/saopaulo2018. O Comitê também busca voluntários para a candidatura. Basta entrar em contato.

    São Paulo concorre com Londres, Paris, Amsterdam, Limerick e Orlando.  A eleição da cidade sede dos Gay Games de 2018 será anunciada no segundo semestre de 2013.

    Fonte: Mundo Alternativo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 18h52
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    "AMOR PROIBIDO"

    Homofobia é tema de filme realizado em Gramado


    Gramado, além de ser palco do Festival de Cinema, é cenário de um filme exibido na programação da 40ª edição. "Amor Proibido", ambientando na cidade serrana, tem apresentação única no Teatro Elisabeth Rosenfeld, da Câmara de Vereadores, no dia 17 de agosto, sexta-feira, às 15h.

    Dirigido pelo gramadense Maciel Brum, o filme conta a historia de Paulo (Paulo Vilela), gay não assumido que divide um quarto com o amigo heterossexual Daniel (Thierry Figueira). No decorrer da trama, Paulo se apaixona por Daniel. Revoltado e surpreso ao descobrir a sexualidade do amigo, Daniel acaba se afastando dele, que, triste e magoado, resolve desabafar com sua melhor amiga Marina (Giovanna Ewbank), que, até então, sem saber que Paulo é gay, cultiva uma paixão por ele. A trama, então, passa a misturar muitos sentimentos: amor, ódio, preconceito e vingança.


    “Mostrar as belezas naturais de Gramado para o mundo me enche de orgulho”, comenta o diretor. Já sobre a temática em si, Maciel diz que "Amor Proibido" é universal: “O assunto do momento, não só no Brasil, mas no mundo, é a homofobia. Vivemos uma época importante neste sentido. O movimento contra o preconceito homossexual ganha cada dia mais força. E o cinema é uma grande ferramenta para conscientizar as pessoas. Todos temos direitos iguais, independente da opção sexual”, afirma o diretor.
    Fonte: Homorrealidade



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 18h46
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    Livro:

     "Diversidade sexual e homofobia no Brasil"


    Texto de José Szwako*

    O livro "Diversidade sexual e homofobia no Brasil" é publicado em um momento ímpar de nosso debate sobre direitos, relações sociossexuais e formas interseccionadas de intolerância e discriminação.

    Em meio a avanços e retrocessos, entre conquistas no Judiciário e um disparatado “Dia do Orgulho Heterossexual”, os resultados de uma pesquisa homônima ao livro são a chave de entrada para um universo de pessoas e relações que a imaginação homofóbica julga “estranho” ou “desconhecido”.

    O livro não traz vítimas nem algozes, pois trata as várias dimensões, faces e nuances da homofobia, reconhecendo o alcance, mas também os limites do termo. Ao longo de treze capítulos, pesquisadores e militantes destrincham a violenta eficácia das representações e práticas acerca de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

    Mas se os dados analisados mostram um cenário violento, ou mesmo cruel, nada permite reduzir essa realidade à violência física e aberta. Nutrido por outras investigações da Fundação Perseu Abramo, o survey vai além do dito, do explicitamente homofóbico e ressentido que habita a cultura sociossexual brasileira, e inquere o não dito. Nessa dupla chave, a homofobia é mais que o ódio aberto e intransigente, é a pretensa tolerância típica do “não tenho nada contra, mas...”.

    Dessa postura de pesquisa resulta um cenário que desfaz os pequenos lugares-comuns que engendram a sociabilidade intolerante e preocupa quem vislumbra uma sociedade mais democrática. Os domínios e os sujeitos tratados no livro são variados, indo da saúde aos direitos, passando por marcadores intersecionados da diferença, chegando à articulação entre recursos socialmente herdados, disposições públicas e indisposições privadas.

    Nesse emaranhado todo, Diversidade sexual e homofobia no Brasil desvela um país violentamente ambivalente: ao mesmo tempo que uma suposta liberdade sexual abençoa nossa população, não param de crescer os clamores por “decência”, “moral” e “valores”, enfim, por punição.

    Quem são as práticas e os sujeitos punidos, todos sabemos; suas razões, ou algumas delas, serão encontradas aqui.

    *José Szwako é doutorando em Ciências Sociais na Unicamp
    Fonte: Homorrealidade



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 18h43
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    ENQUANTO ISSO, NO BRASIL...

    Pastor é proibido de exibir mensagens homofóbicas em sua igreja

     

    Pastor é proibido de exibir mensagens homofóbicas em sua igreja

    Se por aqui os pastores continuam falando o que bem entendem contra a comunidade gay, na Austrália existem represálias.

    Trevor Walmsley, pastor batista da cidade de Hamilton, instalou um letreiro eletrônico em frente a sua igreja para ficar exibindo frases homofóbicas. Entre elas "Você só está aqui porque Deus criou Adão e Eva, não Adão e Ivo" e "Nenhum de nós deve sua existência a duas pessoas do mesmo sexo".

    A propaganda antigay não repercutiu nem um pouco bem no país. As críticas foram tantas, que Trevor recebeu uma advertência de Rod Benson, porta-voz da missão batista australiana. "Essa é uma declaração infantil e tem sido há décadas. É lamentável que uma das nossas igrejas batistas opte por escrever uma declaração desse tipo e colocá-la do lado de fora. Isso envia a mensagem errada. Queremos tratar todas as pessoas, sem exceção, com respeito e não é útil ao debate sobre a validade do casamento gay termos esses tipos de slogans infantis exibidos em nossas igrejas", declarou Rod.

    Já Trevor se defende, dizendo que tem o direito de se expressar a favor do "matrimônio tradicional". "Eu não posso falar em nome de toda a minha denominação, mas pessoalmente e, provavelmente, toda a nossa igreja, gostaria que ficássemos apenas com a definição tradicional de casamento, um homem e uma mulher, excluindo todas as outras possibilidades. Como seguidores de Jesus, que amou as pessoas que não eram amadas pela sociedade, somos chamados a fazer o mesmo. Mas discordar do que as outras pessoas acreditam que não significa necessariamente que não as amamos", disse o pastor.

    Fonte: ACAPA



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h15
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    Alterações em BOs serão lançadas pelo governo paulista

    Governo lança nesta semana alterações pró-gay em boletins de ocorrência

    O Governo do Estado de São Paulo vai realizar na próxima quarta-feira, 15 de agosto, às 17h, na capital paulista, o lançamento oficial das alterações nos boletins de ocorrência estaduais, que desde o dia 27 de julho passaram a oferecer a opção de a população poder especificar o caráter de preconceito por orientação sexual.

    A iniciativa é da Secretaria de Segurança Pública e da Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania, por meio de sua Coordenação de Políticas Para a Diversidade Sexual. o lançamento é aberto a todos e todas e tem como objetivo marcar o importante passa da cidadania LGBT e também esclarecer dúvidas sobre essa nova possibilidade de denúncia da homofobia.

    Uma demanda do movimento LGBT paulista atendida pelo Governo do Estado, a mudança no Boletim de Ocorrência policial oferece à comunidade LGBT poder informar a motivação homofóbica dos crimes, e, assim, a Polícia Civil começa a ter um maior controle de dados e estatísticas das discriminações. 

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h12
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    Defensoria Pública entra com ação para garantir direito ao casamento igualitário

    Defensoria Pública de Guará quer casamento civil para todos

    A caminhada pelo reconhecimento do casamento civil igualitário no Brasil deu mais um passo na cidade paulista de Guará, onde a Defensoria Pública quer garantir que todos os cartórios façam a conversão da união estável entre pessoas do mesmo sexo em casamento civil. O órgão ajuizou uma ação civil pública na semana passada requerendo o direito.

    A ação foi motivada por uma recusa sofrida por um casal de homens que foi impedido de formalizar seu casamento em um dos cartórios da cidade. Eles procuraram a Defensoria Pública após o promotor de Justiça e o juiz corregedor responsáveis se posicionaram contra a pretensão do casal.

    Segundo eles, "o Código Civil brasileiro exige a diversidade de sexos para o casamento". No documento, a Defensoria afirma que "a fim de alcançar o amparo judicial para todos os demais casos correlatos, queremos buscar o reconhecimento da possibilidade do pedido de habilitação para casamento entre pessoas do mesmo sexo".

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 11h48
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    OAB Santos promove palestra sobre Direitos Civis e Fundamentais dos Jovens LGBTS

    A Comissão de Diversidade Sexual e Direito Homoafetivo da OAB Santos está promovendo palestra com o título "Comentários sobre os Direitos Civis e Fundamentais dos Jovens LGBTS", que acontece no dia 30 de outubro, a partir das 19 horas.
     
    O palestrante é a escritora e professora universitária Edith Modesto,mestra e doutora em 
    Semiótica francesa pela USP, terapeuta, especialista em diversidade sexual 
    e questões de gênero. Edith também é fundadora e presidente do Grupo de Pais de 
    Homossexuais (GPH).
     
    O evento já está com as inscrições abertas e podem ser feitas pelo telefone (13) 3226-5900 ou pelo site www.oabsantos.org.br de forma gratuita. Será emitido certificado de participação.

    Fonte: OAB/SP



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 11h22
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    Dia 26 de setembro rola a 5ª Parada do Orgulho LGBT de Belford Roxo

    RJ: Belford Roxo define data de sua 5ª Parada

     

    No Estado do Rio de Janeiro, a cidade de Belford Roxo marcou para o dia 23 de setembro a data para realizar a 5ª Parada do Orgulho LGBT de Belford Roxo, que tem concentração a partir das 13h, na Praça de Areia Branca. Rola ainda campanha de prevenção e conscientização sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

    A caminhada conta também com apresentação da Banda STAT-K e trio elétrico. A manifestação será realizada em parceria com a Prefeitura de Belford Roxo, SEMASDH, SEMUS, Programa Municipal DST/AIDS, Rio sem Homofobia e C. R. Baixada I.


    Fonte: mixbrasil



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 10h55
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    7 ª Parada do Orgulho LGBT de Anápolis




    COMUNICADO OFICIAL 


    A 7ª Parada do Orgulho LGBT de Anápolis vai acontecer no dia 26 de Agosto de 2012 (domingo). Como nas primeiras edições, a Concentração será as 12hs na Praça da Câmara Municipal de vereadores, situada na Av. Brasil s/n. 

    O tema deste ano é: “Homofobia é Crime – Direitos Iguais – Anápolis e de Todos”.

    O evento terá quatro Trios Elétricos, onde irão tocar os DJs:

    * Dj Érica Lins (Goiânia),
    * Dj Karlos (Anápolis), 
    * Dj Weber (Anápolis),
    * Dj Cláudio G (Goiânia). 

    O evento terá a presença de:

    * Gogo Boy Ricardo (Aps),
    * Gogo Boy Jason (Gyn).

    No sábado que antecede a Parada dia 25/08, acontecerá a Festa Oficial da 7ª Parada do Orgulho LGBT de Anápolis, na Boate Pride Lounge sito a Av. Gertulino Artiaga nº 219 Setor Central-Anápolis GO, e no dia 26/08 após a 7ª Parada do Orgulho LGBT de Anápolis, acontecerá a pós Festa na Boate Pride Lounge sito a Av. Gertulino Artiaga nº 219 Setor Central-Anápolis GO. A 7ª Parada do Orgulho LGBT de Anápolis será realizada pela Ong AGTLA Associação de Gays Transgêneros e Lésbicas de Anápolis, com a coordenação do Sr. Cícero Diniz Vasconcelos, lembrando que o evento e Financiada pela Prefeitura Municipal de Anápolis, e contamos com o apoio do Ministério da Saúde, Programas Estaduais e Municipais de DST/AIDS, ABGLT, ARTGAY, REDELGBT-GO, e de todas as ONGs LGBT do Estado de Goiás.


    Cícero Diniz Vasconcelos
    Presidente da AGTLA



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    Escrito por ligeirinho45 às 10h52
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    Pesquisa revela que o uso de preservativo por casais gays varia de acordo com a raça

    Negros tendem a praticar sexo seguro com mais frequência

    casal negroUma pesquisa recente revela que o uso de preservativo por casais gays varia de acordo com a raça. Embora os negros tendam a praticar sexo seguro com mais frequência, pesquisadores descobriram que eles não falam sobre isso. E casais brancos, homossexuais, muitas vezes fazem o contrário. Conversam sobre preservativos, mas são propensos a ter sexo desprotegido.

    A pesquisa mostrou que alguns dos casos de crescimento mais rápido de HIV estão entre os homens em relações conjugais e entre os homens negros. No entanto, homens negros com parceiros negros foram estudados. Descobriu-se que eles estão praticando sexo seguro. Isto sugere que estar em um relacionamento não é um fato de risco para homens negros.

    O estudo também revelou que a maioria dos casais brancos não usam preservativos, independentemente do vírus HIV. Outra descoberta: gays negros e brancos processam as informações que recebem sobre o HIV de maneiras diferentes. Para os homens negros, o uso de preservativos é a opção padrão.

    Os homens negros gays pesquisados tinham conhecimento das altas taxas de HIV e tomavam cuidados para não fazer parte das estatísticas.

    Fonte: Mundo Alternativo



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    Escrito por ligeirinho45 às 10h49
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    ‘Caráter depende da criação’, diz pai homossexual que adotou dois filhos

    Empresário cria irmãos deixados pelo pai biológico em Ribeirão Preto. 'Respeito deles por mim não é diferente de nenhuma família', diz.

    Nélio, Renan e família“Criação não depende de um casal, um individuo pode criar outro baseado na ética e no caráter.” É com esse pensamento que o empresário Nélio de Figueiredo, de 51 anos, apadrinhou dois irmãos há mais de 15 anos e hoje cria ambos como filhos, com a ajuda de um companheiro. Figueiredo é homossexual e vive atualmente com Renan Mingorance, de 25 anos e os dois meninos, em Ribeirão Preto (SP).

    “O que mais tenho é pai”, conta o caçula Igor Germano, de 15 anos. Ele e o irmão Yuri Germano, de 16 anos, perderam o contato com o pai biológico ainda pequenos, quando a mãe deles decidiu pela separação.

    Figueiredo conta que o  pai das crianças era usuário de drogas e se afastou da família. A mãe trabalhava no salão de beleza do empresário e, após a separação do companheiro, foi convidada a morar com Figueiredo com os meninos. “A casa era grande e eu tinha condições de dar a eles o que faltava”, recorda.

    Atualmente, a mãe mora em outra casa com o novo marido. “Também ficamos lá, gosto deles, mas gostamos mesmo é de ficar na casa do Nélio”, brinca Yuri.

    Respeito e preconceito
    O pai adotivo garante que a criação dos garotos sempre foi com muito amor e respeito. “Não deixo que eles tenham carência paternal.”

    O objetivo dele é contribuir para que tenham sua identidade definida. “Não existe isso de serem gays porque sou gay, eles devem ser eles mesmos sempre”, afirma. Para ele, a principal diferença da criação feita por um homossexual é o respeito que se aprende a ter pelos outros. “E o respeito deles por mim não é diferente de nenhuma outra família”.

    A família conta que o preconceito vem dos pais de alguns amigos de escola. “Muitos não deixam os filhos virem a nossa casa e sabemos o motivo, mas as crianças mesmo dificilmente agem assim”, diz Figueiredo, que vê na mudança de gerações uma aceitação maior. "Com o tempo as pessoas terão mais respeito pela pessoa como ser humano, independente da orientação sexual, e vemos isso pelos jovens."

    Vida em família
    Os garotos garantem que Nélio é um exemplo de pai e de vida para eles e não escondem o orgulho até na hora das broncas. Para Igor, o olhar diz tudo enquanto Yuri tem mais medo das palavras. “Ele mata a gente com uma palavra só.”

    Já o companheiro Renan é considerado a “mãe” da casa. “Sou o moderninho e deixo que eles façam tudo que querem, além de interceder, às vezes, para ajudar”, admite o jovem.

    Fonte: Mundo Alternativo



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    Escrito por ligeirinho45 às 10h46
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    Pais gays “conquistas e derrotas de um país dominado pela hipocrisia”

    (publicado sem parágrafo para caber) A adoção por casais gays, direito reconhecido em decisão  inédita  anteontem pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), tira da  criança a  possibilidade de crescer em um  ambiente  familiar formado  por pai e mãe,  afirma o padre Luiz Antônio  Bento,  assessor da  comissão para vida e  família da CNBB (Conferência  Nacional  dos Bispos  do Brasil). Nem sempre o que é legal é moral e  ético, afirma  ele. “Cremos  que a  questão da adoção por casais  homossexuais fere  o direito da  criança de  crescer nessa referência  familiar.” Para padre  Bento, as crianças têm o   direito de  conviver com as figuras masculina  e feminina no papel de   pais.

    Há bilhões de pessoas que  discordam disso;  heterossexuais ou não, aceitam outras   referências. Porque  Deus, ao  contrário do que os donos da verdade   aqui na Terra podem pensar, talvez  tenha  feito um mundo não uniforme,   policromático, para dar a todos a   oportunidade de, na convivência com  o  diferente, poder pensar, analisar, evoluir. Evolução, entretanto, é opção de cada um, seja qual for sua crença.

    As suas crianças, caso permita sua consciência, quando a única opção delas  for o amparo por  duas pessoas do  mesmo  sexo, deixe-as então ao abandono, nas ruas, ou, com alguma sorte,  num orfanato.  As crianças  do  mundo, que tal deixar que a sociedade  acorde (como seria bom se isso   acontecesse!) e decida o que é melhor para elas? Que os homens e   mulheres de   boa vontade as acolham, protejam, amparem,   independentemente do que façam na cama, longe das crianças.(Heterossexuais também fazem sexo longe das crianças, não?)  É mais fácil  deixá-las abandonadas, ou  em abrigos, orfanatos, sem dúvida.  Vamos lá visitá-las de vez em quando, fazemos  uma pequena   doação de vez em quando, rezamos uma missa de vez em quando,  e tudo   fica bem… Para deixá-las à própria sorte, que até hoje não lhes sorriu. Para que continuem nessas instituições — algumas  vezes ao  amparo de   doentes abusadores –, não é preciso fazer muito… Aliás,  não é  preciso   fazer nada… (desde que houvesse abrigos para todos, naturalmente). Já para um casal  homossexualconseguir a  adoção, padre, precisará   antes provar sua  capacidade de criar,  educar. Precisará demonstrar —   ainda que por avaliação até certo ponto subjetiva do juízo competente —   ter  integridade moral, conduta  ética. Essas coisas que andam faltando a tanta gente  e a tantas instituições “honradas” deste triste país. Não, não pense em nós, monsenhor. Gays, homossexuais, desviados, imorais, ou como queira se referir a essa parcela da humanidade que as igrejas em geral tanto desprezam. Segundo  suas crenças, a nós já está reservado um lugar no Inferno, eterno. Por seu  entendimento, não temos mesmo nenhum direito, muito menos à  adoção. Sentimento e prática das verdadeiras paternidade e maternidade, para gente que pensa como o senhor — ou como a instituição que representa e da qual é o porta-voz — devem ser possíveis somente aos seres que têm preferência pelo sexo oposto. [Tudo, para muitos de vocês, se resume a sexo! Quanta "grandeza" de   alma!]. Pensar em direitos iguais para todos, sem discriminá-los segundo a forma como fazem sexo entre quatro paredes, longe das crianças, seria pedir demais, reconheço. Então, pense apenas no bem dos pequeninos e indefesos, gerados por pais heterossexuais que os abandonaram, que não têm direito a optar se querem ou não um lar, ainda que com dois pais, ou duas mães. Pense só neles. Sinta-os com o coração, e  não a nós com o fígado. Tente, de modo tão isento quanto lhe for possível, imaginar o que Jesus faria, qual seria a orientação dEle, se pudesse aqui estar pessoalmente, em carne e osso, para se manifestar, já que, apesar de todos os  ensinamentos que deixou, apesar dEle estar sempre presente, ainda nos é tão difícil aplicá-los à realidade. (mesmo para aqueles que se julgam, ou se dizem, tão  conhecedores da Palavra). E, se querem mesmo evitar que homossexuais adotem crianças, sugiro que seu líder comece já uma campanha (pode ser silenciosa) para que os heterossexuais e católicos — de todo o mundo –as adotem.  Antes de todos. Assim, seriam amparadas por lares heterossexuais e católicos. Seria uma bela maneira, inclusive, de desviar a atenção e redimirem-se concretamente por tantos erros, de séculos e de tempos mais recentes. Concretamente, e não apenas com pedidos de desculpas. [Quem sabe fossem até imitados pelas concorrentes?] Seguindo o raciocínio implícito em sua  referência ao  exemplo   familiar, seriam quase todas heterossexuais e  católicas. Seguido o “bom exemplo”,   em breve não  haveria mais crianças para os “outros”. Daqui há    cinquenta anos o mundo  seria algo mais próximo do Paraíso que do   Inferno  atual . Seria, mas, como sabemos, ninguém quer fazer nada de verdade. É  apenas  mais uma oportunidade para atacar e tentar denegrir aqueles que  ousam  ser diferentes. Porque não puderam ser iguais à maioria, mesmo  tendo  sido, padre, todos nós, criados por famílias com pai e mãe   heterossexuais. E, como os meus, católicos. Não faltariam pessoas (católicos e heterossexuais, claro) dispostas a   atender  ao  apelo, não é mesmo? E quando não houver mais crianças   abandonadas,  padre, essa preocupação manifestada em sua (ou da instituição que representa, não importa) declaração   deixará de ter   sentido. Será desnecessária. Que Deus tenha compaixão do homem! E que proteja  sobretudo nossas   crianças (sim, padre, nossas; as crianças são do mundo, pertencem à   humanidade, são nossa continuação)  de nossos preconceitos,  atos e   omissões. Elas  merecem um mundo melhor do que este que  encontramos. Cremos. P.S. Claro, todos têm direito à manifestação livre das idéias. Assim como Vossa Senhoria o fez, faço aqui. Com uma diferença. Este texto, poucos lerão. O seu, publicado na grande imprensa, milhares leram. Nossa diferença, padre, é que aquilo que penso influencia quase ninguém, enquanto essas suas palavras podem dificultar o bem a muitos, ou fazer muito mal. Dependendo do ponto de vista, claro. Tudo uma questão de consciência. Cada um tem a sua. Felizmente! Avanço

    Maria Tereza Alves Albuquerque, de um mês de vida, foi registrada no Recife, como filha dos empresários Mailton Alves Albuquerque, 35 anos, e Wilson Alves Albuquerque, 40 anos. Maria Tereza foi gerada por meio de fertilização in vitro – Mailton é o pai biológico e o óvulo foi de uma doadora anônima – e gestada no útero de uma prima dele que assinou uma escritura pública abdicando de qualquer direito sobre a criança. O juiz da Primeira Vara de Família do Recife, Clicério Bezerra e Silva, autorizou o registro da criança com base nos princípios da Constituição Federal: igualdade, dignidade da pessoa humana, não discriminação por raça, sexo ou cor, e livre planejamento familiar. Clicério foi o mesmo juiz que em agosto do ano passado transformou a união estável entre os dois em casamento civil. Juntos há 15 anos, Maílton e Wilson estão realizados e empolgados com a concretização do sonho de ter uma família. Os pré-embriões fecundados por Wilson – os dois cederam espermatozoides para serem fecundados – foram congelados e deverão ser gerados no próximo ano. “Queremos dar um irmão para Maria Tereza”, afirmou Maílton. Mito

    A lógica parece simples. Pais e mães gays só poderão ter filhos gays, afinal, eles vão crescer em um ambiente em que o padrão é o relacionamento homossexual, certo? Não necessariamente. (Se fosse assim, seria difícil, por exemplo, explicar como filhos gays podem nascer de casais héteros.) Um estudo da Universidade Cambridge comparou filhos de mães lésbicas com filhos de mães héteros e não encontrou nenhuma diferença significativa entre os dois grupos quanto à identificação como gays. Mas isso não quer dizer que não existam algumas diferenças. As famílias homoparentais vivem num ambiente mais aberto à diversidade – e, por consequência, muito mais tolerante caso algum filho queira sair do armário ou ter experiências homossexuais. “Se você cresce com dois pais do mesmo sexo e vê amor e carinho entre eles, você não vê nada de estranho nisso”, conta Arlene Lev, professora da Universidade de Albany. Mas a influência para por aí. O National Longitudinal Lesbian Family Study é uma pesquisa que analisou 84 famílias com duas mães e as comparou a um grupo semelhante de héteros. Ainda entre as meninas de famílias gays, 15,4% já experimentaram sexo com outras garotas, contra 5% das outras. Já entre meninos, houve uma tendência contrária: 5,6% nos adolescentes criados por mães lésbicas tiveram experiências sexuais com parceiros do mesmo sexo – mas menos do que os que cresceram em famílias de héteros, que chegaram a 6,6%. Ou seja, não dá para afirmar que a orientação sexual dos pais tenha o poder de definir a dos filhos. O Brasil precisa evoluir como outros países

    A rede de lojas americana JC Penney criou uma polêmica maravilhosa nos últimos dias. Na campanha do Dia dos Pais (que nos Estados Unidos acontece no terceiro domingo de junho, isto é, no próximo dia 17) eles trazem fotos de filhos sendo felizes ao lado dos pais e fazendo coisas que fazemos com nossos pais durante a infância. Tipo, sei lá, pescar. Mas a polêmica foi que a campanha traz também uma família composta de duas crianças e dois pais. Gays. A frase é a seguinte “Primeiros amigos: O que faz papai ser tão maneiro? Ele é técnico de natação, construtor de barracas, melhor amigo, conserta bicicleta e dá abraços – tudo num só. Ou dois” (“First Pals: What makes Dad so cool? He’s the swim coach, tent maker, best friend, bike fixer and hug giver–all rolled into one. Or two.”). E o mais legal é que é uma família de verdade. Todd Koch e Cooper Smith são mesmo pais de Claire e Mason. Hora de acordar

    A verdade é. ” Enquanto a igreja luta pela moral e os bons costumes e impor direitos só para a família tradicional, a mesma se perde no fim da meada de um mundo cercado pela violência e a vulnerabilidade social, a cada dia mais jovens engravidam mais cedo, pais não tem a responsabilidade de educar e cuidar de seus filhos, crianças são jogadas em orfanatos como se fossem lixo”. Espero que em breve a sociedade acorde das garras deste imperialismo imposto pela igreja católica, e hoje cada vez mais sustentado por outras religiões, que na verdade só defendem seus interesses própio.

    Por Nilton Correia/blog Diversidade



    Categoria: CRÔNICA
    Escrito por ligeirinho45 às 14h49
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    Primeiro "Crepúsculo dos Deuses" brasileiro tem beijo gay e fitas do senhor do Bonfim no figurino

    • Sylvia Masini/Divulgação

      A primeira versão brasileira da ópera "O Crepúsculo dos Deuses", de Richard Wagner, terá figurinos diferenciados

      A primeira versão brasileira da ópera "O Crepúsculo dos Deuses", de Richard Wagner, terá figurinos diferenciados

    A encenação da ópera “O Crepúsculo dos Deuses”, que estreia neste domingo (12) no Theatro Municipal de São Paulo, terá toques contemporâneos e brasileiros como um beijo gay no palco e figurinos com fitas do senhor do Bonfim. Encenada pela primeira vez em 1876, a obra é a última da tetralogia “O Anel do Nibelungo”, de Richard Wagner (1813-1883).

    Em três atos, o “Crepúsculo” traz a trajetória do casal Brünnhilde (interpretada pela soprano Eliane Coelho) e Siegfried (o tenor John Daszak) em direção à morte (saiba mais sobre a trama aqui). Será a primeira vez que uma equipe brasileira encena a ópera, composta por um total de 400 pessoas, entre músicos, técnicos e atores.

    Com cinco horas de duração, haverá dois intervalos de meia hora, com um jantar em cada um deles, em estilo bufê ou à la carte, não incluído no preço da entrada. Somando os intervalos, a duração total da ópera é de 6h10. A entrada mais barata custa R$ 20 (Setor 3, meia) e a mais cara, R$ 100 (Setor 1, inteira). Nesta temporada, feita segundo o diretor cênico André Heller-Lopes com “uma grande logística de guerra”, a ópera será encenada seis vezes. Já não há mais ingressos para o Setor 1 aos sábados e domingos. (Confira o serviço completo abaixo).

    Tradição reinventada
    “Nada do original foi mudado, nós respeitamos a tradição. No entanto, tudo é visto a partir dos olhos da cultura brasileira”, diz Heller-Lopes.

    O diretor explica que quis retratar costumes nacionais, mas sem a “coisa turística”, usando as raízes culturais do país, e com uma visão “do nosso tempo”. Um abordagem mais abrasileirada, ele diz, é algo que nunca tinha sido feito para a ópera.

    Os figurinos incluem também casacos inspirados nos vaqueiros do Nordeste. Outro destaque é a cena do fogo que anuncia o fim do mundo, feita com projeções, que segundo Heller-Lopes atraem público novo, além de serem um exemplo importante de pesquisa em linguagem cênica.

    Sylvia Masini/Divulgação
    O Wagner mesmo dizia: ‘crianças, façam algo de novo’. Esse é o grande mote da história. Nada do original foi mudado, mas tudo é visto a partir dos olhos da cultura brasileira

    André Heller-Lopes, diretor cênico da ópera. Na foto, a soprano Eliane Coelho, intérprete da personagem Brünnhilde

    Segundo o diretor, o beijo gay não será gratuito. “[Haverá] várias pessoas se beijando no palco. Por que não um casal de homens? Ou de mulheres? Afinal, [a encenação] é um reflexo do nosso mundo atual.”

    Heller-Lopes também supervisionou a tradução das legendas, que serão projetadas em tempo real com as traduções do que está sendo cantado, para que não fossem arcaicas demais. “A tradução tem que ter a mesma fluência que o compositor pensou no século 19. Se eu usasse português deste século na legenda, criaria um afastamento.”

    “O Wagner mesmo dizia: ‘crianças – que seriam os jovens da época – façam algo de novo’. Esse é o grande mote da história.”

    Oportunidade à ópera
    Para Heller-Lopes, existe um discurso antiquado segundo o qual a ópera é uma coisa de elite. “Isso é muito ignorante. Muitas pessoas acham que é caro quando é mais barato que ir ao cinema ou a um musical.”

    Além disso, ele acredita que público e mercado são itens que não faltam ao gênero. “Pelo mundo inteiro a ópera é super valorizada e no Brasil há um interesse crescente, e eu só vejo esse interesse crescer.”

    O diretor avalia que dar acesso à ópera é diferente de popularizar. “Nós queremos dar uma oportunidade às pessoas para que gostem da obra.”

    Serviço
    "O Crepúsculo dos Deuses"
    Quando: 
    12 de agosto (domingo, às 16h), 14 (terça, às 18h), 17 (sexta, às 18h), 19 (domingo, às 16h), 23 (quinta, às 18h) e 25 (sábado, às 16h)
    Onde: Theatro Muncipal de São Paulo - Praça Ramos de Azevedo, s/nº
    Quanto: R$ 100 (Setor 1, inteira), R$ 50 (Setor 1, meia), R$ 60 (Setor 2, inteira), R$ 30 (Setor 2, meia), R$ 40 (Setor 3, inteira) e R$ 20 (Setor 3, meia)
    Bilheteria: (11) 3397-0327
    Jantar: Bufê todos os dias (R$ 40 por pessoa, bebidas à parte), exceto nos dias cujo espetáculo começa às 18h (14, 17 e 23), quando será à la carte (R$ 70 por pessoa, com água e refrigerante inclusos)
    Reservas e demais informações: (11) 3331-1874

    Fonte: UOL



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 14h32
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    Lésbicas se casaram depois de sete anos de namoro.

     

     

    Taiwan celebra primeira cerimônia budista de casamento igualitário

    Elas esperam que cerimônia simbólica ajude a legalizar esse tipo de união. 

     

    Taiwan celebrou neste sábado (11) a primeira cerimônia budista de casamento igualitário. As noivas You Ya-ting e Huang Mei-yu, de 30 anos, namoraram por sete anos antes de decidirem se casar no templo em Taoyuan, no nordeste de Taiwan.






    O casal disse esperar que essa cerimônia, simbólica, ajude a fazer de Taiwan o primeiro local na Ásia a legalizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo.
    You Ya-ting (à esquerda) e Huang Mei-yu fazem oração durante cerimônia simbólica de casamento budista de pessoas do mesmo sexo em um templo em Taoyuan, no nordeste de Taiwan. O casal de lésbicas, de 30 anos, se casou depois de namorar por sete anos neste (Foto: Reuters)
    You Ya-ting (à esquerda) e Huang Mei-yu fazem oração durante cerimônia simbólica de casamento budista de pessoas do mesmo sexo em um templo em Taoyuan, no nordeste de Taiwan. O casal de lésbicas, de 30 anos, se casou depois de namorar por sete anos neste (Foto: Reuters)
    You Ya-ting (à esquerda) e Huang Mei-yu durante a cerimônia budista (Foto: Reuters)You Ya-ting (à esquerda) e Huang Mei-yu durante a cerimônia budista (Foto: Reuters)
    Casal espera que essa cerimônia ajude a fazer de Taiwan o primeiro local na Ásia a legalizar casamentos de pessoas do mesmo sexo (Foto: Reuters)Casal espera que essa cerimônia ajude a fazer de Taiwan o primeiro local na Ásia a legalizar casamentos de pessoas do mesmo sexo (Foto: Reuters)

     

     

     



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h06
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    Vitória homossexual

    Pensão autorizada

    O TCU reconheceu pela primeira vez o direito de um homossexual a ter acesso a pensão civil no serviço público.

    Washington Alves, companheiro de Alexandre Volpato, morto em 2003, conseguiu provar a união estável na Justiça do Espírito Santo, mas aguardava a decisão do TCU para poder receber o benefício.

    Fonte: Veja



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h04
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    ESTUDANTES DA UFMA PROMOVEM ‘BEIJAÇO’ CONTRA A HOMOFOBIA

     

    Cerca de 40 estudantes da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) participaram do “Beijaço” nesta quinta-feira (9), na escadaria do Centro de Ciências Humanas (CCH). O movimento foi uma resposta às manifestações de homofobia de alguns estudantes nas redes sociais, após uma polêmica envolvendo a escadaria do prédio.

    Segundo informações dos estudantes, uma aluna de Artes Visuais teria pintado a escadaria principal de acesso ao prédio com as cores do arco íris, deixando a intervenção artística aberta a interpretações.

    Este mês, uma passagem bíblica foi pichada nos degraus da escada fazendo referência à aliança de Deus com os homens e ao significado do arco íris. A foto da pichação foi postada nas redes sociais, despertando comentários homofóbicos como o que segue, feito por uma mulher:

    Arco Íris, símbolo da ALIANÇA DE DEUS com o homem… e não entre pessoas do mesmo sexo! Abençoado seja a pessoa que teve coragem de escrever isso na escadaria da UFMA. TENHAMOS CORAGEM PARA PREGAR O EVANGELHO POR TODO O MUNDO não nos deixemos limitar e abalar com comentários“.

    A estudante de Serviço Social, Camila Castro, 21, executiva estadual da Assembleia Nacional dos Estudantes – Livre (Anel), movimento que apoia o combate ao racismo, machismo e homofobia, declarou, em texto publicado no blog da Anel, que acompanhou “muitas declarações de medo através do facebook”.

    “É preciso respeito e justamente por isso é preciso, cada vez mais, que pintemos escadas o máximo que pudermos. Pintemos a vida com o orgulho de sermos iguais na diferença, construindo no dia a dia ‘um mundo onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres’, frisou a estudante.

    Fonte: Todos Iguais



    Escrito por ligeirinho45 às 17h33
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    Agência de casais lança serviço para gays


    Há seis anos, a psicóloga Mariana Yamada fechou seu consultório e virou gerente-geral na Lunch 42, agência de aproximação de casais. Com matriz no Rio e filiais em São Paulo e Brasília, a empresa já formou diversos pares. “Temos 4 mil clientes cadastrados e 70% dos nossos encontros têm uma continuidade, o que não significa que tenham virado namoro. Sessenta por cento do nosso público são mulheres, com idades entre 25 e 50 anos”, afirma. O serviço não é barato: custa quase R$ 5.500 por um cadastro de 18 meses. “Nossos encontros são qualitativos e não quantitativos. É raro, mas pode acontecer de nesse tempo nenhuma aproximação ser marcada”. Nesse caso, segundo cláusula contratual, metade do valor pago é reembolsado. Agora a empresa está se aventurando em nova seara, com um serviço para gays. “Já temos cerca de 300 cadastrados”.

    Fonte: Época

     

     



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 17h27
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    Em 2012, 10 boates foram fechadas. Três das quatro boates gays estão entre elas

    Agefis dificulta noite LGBT
    GLAUCYA BRAGA
    Boate lgbt do Setor de Oficinas Sul foi fechado pela Agefis. ONGs gays alegam homofobia

    O GDF fechou o cerco nas casas noturnas do Distrito Federal. Apenas no primeiro semestre de 2012, cerca de 10 boates foram interditadas pela Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis). Do montante, três correspondem a estabelecimentos direcionados à comunidade LGBT. Além disso, também houve fechamento do Cine Vip, no Cruzeiro, também bastante frequentado pelo público gay. O GDF nega que as ações tenham cunho homofóbico, a partir do que pressupõe conselho de Organizações Não Governamentais (ONGs) LGBTSs de Brasília.

    O presidente da ONG Estruturação, Michel Platini, informou que a Agefis tem intensificado fiscalização dos espaços destinados à comunidade gay, mesmo quando existem alvarás de funcionamento em dia. “Por que as outras boates não são fechadas? O Cine Vip tinha toda a documentação e a Agefis só fechou porque a Administração Regional não emitiu alvará, sem qualquer explicação técnica. O que a comunidade LGBT vive hoje é um processo de ‘caça às bruxas’”, apontou. Além do cinema, recentemente o órgão interditou as casas Disel Brasília e Oficina Club, ambas localizadas no Setor de Oficinas Sul, além do Bar Barulho, no Parque da Cidade. Os estabelecimentos costumavam ser frequentados por homossexuais. Platini revelou que deverá procurar o GDF para cobrar explicações e cronograma de soluções.

    Em contrapartida, o superintendente de Fiscalização da Agefis, Cláudio Caixeta, informou que todos os casos apresentaram problemas relacionados à licença de funcionamento e que as operações não têm cunho homofóbico. “As ações da Agefis independem do público que frequenta as casas. Estamos fazendo fiscalizações em bares e boates de todo o DF, para que cumpram horários de funcionamento e que funcionem conforme a lei”, respondeu. Intervenções do órgão fiscalizador podem render penalidades de R$ 1 mil a interdições, após desrespeito às notificações prévias.

    No entanto, o proprietário de uma das boates que sofreram com a operação da Agefis, Lucio Melo, comentou que funcionava no local há oito anos e nunca teve problemas com ações de fiscalização e que também não havia registro de reclamações na administração do Guará, responsável pela área. “Funcionava até às 6h e nunca tive problemas, nunca apareceu ninguém. A Agefis não me comunicou antes e tive que fechar a casa às 3h, ou receberia multa de R$ 5 mil”, reclamou.

    Fonte: ALÔ



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    Escrito por ligeirinho45 às 17h24
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    Sexta dos Estudantes no single hotel Chilli Pepper está com novo horário

    SP: Chilli Pepper realiza a Sexta dos Estudantes

    Toda sexta-feira é dia dos estudantes (maiores de 18 anos, óbvio) se jogarem no single hotel Chilli Pepper, no Largo do Arouche, centro gay da cidade de São Paulo. Quem ainda é aluno em alguma instituição de ensino, for ao local e apresentar a carteira de estudante terá 50% de desconto nos armários.

    E agora a promoção tem novo horário e vale das 18h à meia-noite. E rola ainda Double Smirnoff Ice, compre  uma e ganhe outra. O Chilli Pepper Single Hotel funciona 24 horas e fica no Largo do Arouche, 610 (entre a Rua Jaguaribe e Rua das Palmeiras). O telefone de lá é o (11) 3331-3336. O site é o www.chillipepper.com.br.

    Fonte: mixbrasil



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    Escrito por ligeirinho45 às 13h41
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    Mercado gay pode ser lucrativo e feira de negócios aponta oportunidades

    • A irmãs Maria Carolina Diniz (à esq.) e Maria Cecília Diniz (à dir.) criaram a MCD Travel, agência de viagens e eventos voltada para o público gay

      A irmãs Maria Carolina Diniz (à esq.) e Maria Cecília Diniz (à dir.) criaram a MCD Travel, agência de viagens e eventos voltada para o público gay

    Oferecer produtos e serviços voltados ao público LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) pode ser lucrativo e esse mercado já desperta o empresariado. Tanto que nesta sexta-feira (10) e sábado (11) acontece, em São Paulo (SP), o Expo Business LGBT Mercosul, feira voltada para estimular negócios no setor.

    O evento, que está na segunda edição, contará com palestrantes de grandes empresas, entidades nacionais e internacionais, como a Prefeitura de Tel Aviv, em Israel, cidade referência em turismo gay. Empreendedores interessados em trabalhar com esse nicho terão a oportunidade de entender as peculiaridades e exigências desse público. A entrada é gratuita.

    O mercado é atrativo. De acordo com a organização do evento, com base em dados da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, os homossexuais no país são, aproximadamente, 18 milhões de pessoas e gastam, em média, 30% a mais em bens de consumo do que os héteros.

    “Isso não significa que os homossexuais são mais ricos ou mais bem-sucedidos. Eles, apenas, não têm tantos familiares ou filhos para gastar dinheiro. O que sobra acaba sendo gasto em viagens, entretenimento e bens de consumo”, afirma o organizador da feira, Luiz Redeschi.

    Quem souber atender bem pode levar vantagem

    O atendimento ao cliente é a maior carência do mercado para Redeschi. No comércio, principalmente, é comum os homossexuais passarem por situações constrangedoras. Por isso, os empresários devem investir no treinamento de seus funcionários. E quem souber atendê-los bem pode levar vantagem competitiva.

    “Não precisa de tratamento especial. Basta ser igual, independentemente do sexo. Se dois rapazes entrarem numa loja, o funcionário deve mostrar a cama de casal assim como mostraria para um homem e uma mulher. O mercado tem de fazer isso e não pendurar uma bandeirinha colorida do lado de fora”, diz.

    O turismo é o setor que está mais avançado no atendimento ao público LGBT, segundo Redeschi. Hotéis já recebem reservas de casais gays sem nenhum tipo de constrangimento para o cliente. “Um casal gay pode chegar em um hotel e, com toda a naturalidade, o atendente pergunta se querem camas de casal ou solteiro.”

    Irmãs abrem agência de viagens para público gay

    É no turismo que as irmãs e sócias Maria Carolina Diniz, 34, e Maria Cecília Diniz, 36, apostam. Há nove meses, elas criaram a MCD Travel, agência de viagens e eventos para o público LGBT.

    Por frequentarem ambientes gays, elas perceberam que este público não tinha muitas opções para recorrer quando queriam viajar ou realizar festas de casamento (sem cerimônia religiosa). Foi aí que nasceu a ideia de negócio.

    “Havia pouco espaço nas áreas de turismo e eventos. Por isso, focamos nossos esforços em um público específico que já conhecíamos, oferecendo um serviço diferenciado e de alto padrão”, afirma Maria Carolina Diniz.

    Empresa tem dificuldade para conseguir anunciantes

     

    • Divulgação

      Augusto Rossi, diretor de marketing do grupo Disponível.com

    Empresas que atuam voltadas ao público LGBT ainda precisam vencer algumas barreiras. Há nove anos no mercado, o grupo Disponível.com – que conta com um portal homônimo de relacionamentos para gays, um site de notícias e uma loja virtual – ainda enfrenta dificuldades para conseguir anunciantes.

    De acordo com o diretor de marketing do grupo, Augusto Rossi, 34, as grandes empresas ainda são resistentes e têm medo de associar suas marcas ao público LGBT. “Temos uma grande audiência, mas não conseguimos grandes anunciantes”, diz.

    O portal Disponível.com, principal marca do grupo, possui 720 mil usuários cadastrados em todo o Brasil, segundo Rossi. Há um ano, o site se expandiu para a Argentina, onde já conta com 30 mil cadastros.

    Entender comportamento do público é essencial

    Para o professor da pós-graduação em ciências do consumo aplicado da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) Fábio Mariano Borges, entender o comportamento da clientela é essencial para quem trabalha com um público segmentado.

    No caso do mercado LGBT, o empresário não precisa ser, necessariamente, homossexual para entender o comportamento do seu público, mas ele tem de estudar e compreender os gostos e necessidades de seus clientes. “Um empresário pode atuar em qualquer segmento. Do contrário, teríamos apenas mulheres vendendo para mulheres, idosos vendendo para idosos e assim por diante”, diz.

    Segundo Borges, segmentar um público é abrir mão de outros. Neste caso, o risco está na estratégia de negócio e a empresa precisa saber conduzir seu posicionamento. “O mercado é segmentado por atitudes. Temos produtos para a geração digital, para a melhor idade, para esportistas, para crianças rebeldes e, agora, para o público LGBT”, declara.

    Serviço

    Expo Business LGBT Mercosul
    Local: Centro Fecomercio de Eventos: rua Doutor Plínio Barreto, 285, Bela Vista, São Paulo (SP)
    Data: 10 e 11 de agosto de 2012
    Horário: das 9h às 18h30
    Entrada: Grátis

    Fonte: UOL



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    Escrito por ligeirinho45 às 13h20
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    Niterói recebe Jean Wyllys e a campanha pelo casamento civil igualitário


    Niterói receberá, nesta sexta-feira, 10, a campanha pelo casamento civil igualitário no Brasil. Com participação do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e do escritor João W Nery, o evento de lançamento na cidade fluminense acontecerá no espaço Box 35, a partir das 18h.

    Na ocasião, Nery, primeiro transhomem a ser operado no Brasil, fará o lançamento do livro "Viagem Solitária", que narra sua trajetória de luta por reconhecimento e respeito à sua identidade de gênero. "Contar com a participação e o apoio do João Nery, que é um exemplo de luta pelo respeito à diversidade sexual e de gênero e tem sido uma inspiração para milhares de pessoas, é muito importante para o que a campanha procura fazer - que é influenciar positivamente pessoas e incentivar uma mudança na sociedade", diz Wyllys.

    Para o deputado, apesar da longa estrada que ainda se encontra pela frente, o Brasil está no caminho certo para se tonar um país cada vez mais igualitário. Segundo ele, poder lançar, simultaneamente, essas duas iniciativas em Niterói, é um exemplo concreto disso. "Espero encontrar uma grande quantidade de moradoras e moradores de Niterói que acreditam que todos devem ter os mesmos direitos perante a lei", convida o deputado.

    O evento de lançamento da campanha pelo casamento civil igualitário em Niterói contará também com a participação de Andréia e Simone Rabelo, que conseguiram se casar em um cartório da cidade. Elas vão compartilhar a luta pelo reconhecimento de sua família.

    A campanha, que está percorrendo vários estados do Brasil, conta com o apoio e adesão de artistas como Arlete Salles, Zélia Duncan, Ivan Lins, Wanessa, Mônica Martelli, Mariana Ximenes, Ney Matogrosso, MV Bill, Alexandre Nero, Gutta Stresser, Sérgio Loroza, Tuca Andrada, Cláudio Lins, Alexandra di Calafiori, Preta Gil, Maria Ribeiro, Fabiula Nascimento, Rita Sibeiro, Sandra de Sá, Jussara Silveira, Marian de Morais, Neville d’ Almeida, Luiz Carlos Lacerda, Robert Guimarães, Fabiana Cozza e Lan Lan, e tem como um dos principais objetivos apoiar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Deputado Federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e da deputada Erika Kokay (PT-DF). O projeto busca eliminar as restrições legais para que casais compostos por duas pessoas do mesmo sexo possam se casar no civil.  

    Serviço:
    Lançamento da campanha em apoio ao casamento civil igualitário na cidade de Niteroi (RJ). sexta-feira, 10, a partir das 18h, no Espaço Box 35 (Av. Rio Branco n° 887, Niterói - próximo a praça da Cantareira). Contato: Joubert Assunpção (21)  9787 – 6569.

    Fonte: Nossos Tons



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 13h12
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    Discriminação por orientação sexual e assédio moral no ambiente de trabalho são temas de livro

    Em livro, advogado trabalhista fala sobre assédio moral e discriminação sexual no ambiente de trabalho

    Advogado e professor universitário, Aparecido Inácio Ferreira de Medeiros se especializou em causas trabalhistas. Sua experiência na área serviu como bagagem para a produção do livro “Assédio Moral, Discriminação, Igualdade e Oportunidades no Trabalho”, que será lançado no próximo dia 15 de agosto, na Livraria Martins Fontes, em São Paulo.

    Na obra, o advogado trata das causas e consequências do assédio moral e das discriminações por raça, orientação sexual, gênero, idade e condição social. Além de exemplificar os termos, Aparecido Inácio explica como prevenir e ensina até mesmo a juntar provas, quando for necessário.

    O especialista também mostra que existe proteção legal para as vítimas e indica o que elas devem fazer e onde podem buscar ajuda nestes casos. Para tornar o assunto ainda mais didático, o livro traz um capítulo chamado “Assédio Moral de A a Z”, com um apanhado de decisões judiciais sobre o tema já discutidas em tribunais brasileiros e, inclusive, alguns dos casos em que ele atuou.

    Lançamento do livro “Assédio Moral, Discriminação, Igualdade e Oportunidades no Trabalho”
    Dia 15 de agosto, às 18h30
    Local: Livraria Martins Fontes – Avenida Paulista, 509 – São Paulo

    Fonte: mixbrasil



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 13h10
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    VITÓRIAS!

    Cura gay é rechaçada
    por França e Argentina

    Vitória da mobilização LGBT e de héteros simpatizante pelo mundo. Abaixo assinado promovido pela organização All Out fez com que os governos francês e argentino se posicionassem contra as terapias de conversão de homossexuais e abrissem investigação da organização promotora dessas lavagens cerebrais, a Desert Stream.

    As informações constam da página do abaixo-assinado, que ainda está aberto. Impulsionada por essas vitórias, a All Out agora quer fazer pressão em mais nove países onde foram identificadas terapias daquele tipo.

    Fonte: ParouTudo



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 12h55
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    Governo de São Paulo recebe inscrições para união estável gay comunitária em setembro

     

    Abertas inscrições para união coletiva do governo paulista

    Estão abertas até o dia 24 de agosto as inscrições para os casais homoafetivos interessados em participar da União Estável Comunitária Entre Pessoas do mesmo Sexo, que o Governo do Estado de São Paulo realiza no Centro de Tradições Nordestinas (CTN), em São Paulo, no dia 28 de setembro, a partir das 19h.

    Os casais interessados podem realizar suas inscrições pessoalmente na Coordenadoria de Políticas para a Diversidade Sexual, da Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, que fica no Páteo do Colégio, 148, térreo, no centro da capital paulista (próximo ao Metrô Sé). As inscrições são totalmente gratuitas e podem ser feitas de segunda à sexta-feira, das 14h às 18h.

    Quem preferir pode se inscrever também no CTN, que fica na Rua Jacofer, 615 – Bairro do Limão, também em São Paulo. As vagas são limitadas e preenchidas por ordem de inscrição. Após isso, os casais participantes e suas duas testemunhas deverão comparecer a uma reunião no dia 25 de agosto, às 15h, na Coordenação.

    É preciso levar no ato da inscrição cópia dos seguintes documentos (atualizados): CPF, RG, comprovante de residência, certidão de nascimento, averbação do divórcio (quem já casou antes) e certidão de óbito (viúvos e viúvas). É preciso ainda duas testemunhas e as cópias dos RGs, comprovantes de residência e CPFs delas.

    Mais informações pelo telefone (11) 3291-2700.

    Fonte: mixbrasil

     



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 12h50
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    "Ator Matt Bomer é muito gay para viver protagonista de '50 Tons de Cinza'", diz roteirista

     

    "Ator Matt Bomer é muito gay para viver protagonista de '50 Tons de Cinza'", diz roteirista

    O escritor Bret Easton Ellis afirmou nessa quinta (9), em seu perfil no Twitter, queMatt Bomer não é a melhor opção para interpretar o protagonista do filme "50 Tons de Cinza", adaptação do livro de E.L. James. O motivo, um só: o ator é gay.

    "Eu não estou discriminando Matt Bommer por causa de sua sexualidade. 'Cinquenta Tons de Cinza' exige um ator que goste genuinamente de mulheres, entendem? Chamar Bommer para o papel do protagonista seria absolutamente ridículo", escreveu o escritor, que já havia demostrado sua vontade em participar do roteiro do longa.

    Para Ellis, não importa que Bomer seja um ótimo ator, o fato de ele ser casado com outro homem - o publicitário Simon Halls - "complica sua escalação para o elenco".

    Por fim, o escritor ressaltou novamente sua opinião. "Ok, Matt Bomer não é certo para '50 Tons...' porque é abertamente gay. Ele é ótimo para outras funções, mas para este papel não".

    Descrito como "guia sexual" e "literatura erótica", o livro "50 Tons de Cinza" já se tornou o maior best-seller de todos os tempos, com 20 milhões de cópias vendidas só nos EUA.

    Escrito pela britânica E.L. James, o romance conta a história do relacionamento sadomasoquista entre o empresário rico Christian Grey e a ingênua e submissa estudante de literatura Anastasia Steele.

    Fonte: ACAPA



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 00h41
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    FIQUE ATENTO!!!



    Categoria: CULTURA
    Escrito por ligeirinho45 às 00h39
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    HORROR!

    Garçonete é encontrada morta e amarrada à pedra com marcas de dez tiros em Santa Catarina

    • Arquivo pessoal

      Pelo corpo de Chaiane Nazário havia marcas de, pelo menos, dez perfurações de bala

      Pelo corpo de Chaiane Nazário havia marcas de, pelo menos, dez perfurações de bala

    A polícia investiga o caso de uma mulher de 23 anos, encontrada morta em Porto Belo (60 km de Florianópolis). Pelo corpo de Chaiane Nazário havia marcas de, pelo menos, dez perfurações de bala. Ela estava amordaçada, com pés e mãos amarradas às costas.

    Segundo a Polícia Militar, uma denúncia anônima levou a um riacho perto da BR-101, onde os policiais acharam a vítima nesta quarta-feira (08). Além dos sinais de violência, Chaiane tinha pedras amarradas aos pés.

    Parentes reconheceram o corpo de Chaiane no Instituto Médico Legal (IML) de Balneário Camboriú. A família teria se mudado para Tijucas, cidade próxima a Porto Belo, por causa da insegurança no Loteamento Jardim Paraíso, mas Chaiane teria permanecido no local.

    A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que houve alguma desavença entre a jovem e alguém da comunidade, tendo sido morta e depois levada de carro para onde foi jogada, pois não há vestígios de sangue ou cápsulas de pistola próximo do riacho. Nenhum suspeito ainda foi identificado.

    Segundo familiares, Chaiane trabalhava como garçonete e não tinha envolvimento com tráfico de drogas. De acordo com informações das redes sociais, a moça mantinha um relacionamento homoafetivo. 

     

    Fonte: UOL



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 00h10
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    Em show na Rússia, Madonna protesta contra lei antigays

    A cantora Madonna usou seu show desta quinta-feira em São Petersburgo, cidade natal do presidente Vladimir Putin, para declarar apoio aos direitos dos homossexuais, depois de ativistas apontarem como discriminatória uma lei local sancionada neste ano contra a "propaganda" gay.
    Madonna se apresentou de lingerie preta, com as palavras "no fear" (Sem medo) escritas nas costas. Ela pediu à plateia --onde muita gente usava pulseiras rosas distribuídas na entrada-- para "mostrarem seu amor e apreciação pela comunidade gay".
    "Queremos lutar pelo direito de sermos livres", afirmou ela.
    A cantora norte-americana aproveitou seus dois shows na Rússia para expor suas opiniões sobre a situação atual do país.
    Na terça-feira, em Moscou, ela disse que reza pela libertação das três integrantes da banda punk Pussy Riot, que correm o risco de serem condenadas a três anos de prisão por terem feito uma manifestação contra Putin no altar da principal catedral do país.
    A lei que entrou em vigor em março em São Petersburgo pune com multa quem difundir "propaganda" homossexual que cause "danos ao desenvolvimento físico, moral ou espiritual" de menores.
    Na sua página do Facebook, Madonna disse que a lei é uma "atrocidade ridícula".

    Fonte: Estadão

     

     



    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 22h45
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    Prudence lança linha de camisinhas retrô para comemorar 21 anos de vendas no Brasil


    Já viu as camisinhas retrô da Prudence?

    Prudence Vintage

    Prudence, marca de preservativos da DKT do Brasil, comemora 21 anos de vendas no país com o lançamento da edição comemorativa Prudence Vintage. Os produtos da linha Cores & Sabores, única do país com sabor de verdade, além de cor e aroma, chegam ao mercado em uma caixinha de papelão estilizada, mais sustentável, e com arte em estilo retrô.

    “Uma data tão especial como a maioridade não poderia passar em branco. O Prudence Vintage celebra o sucesso da marca no mercado brasileiro e o reconhecimento obtido no país ao longo dessas duas décadas”, explica Denise Santos, gerente de marketing da DKT do Brasil.

    Com artes desenvolvidas pela agência Brander Desing, o lançamento remete às embalagens antigas de preservativos, em papelão.  “A linha chama a atenção no ponto de venda, já que é bem diferente das apresentadas pela concorrência. Aproveitamos o formato vintage porque é uma tendência e por permitir abusar das cores, uma característica da Prudence”, conta Denise.

    Toda a linha comemorativa mantém o mesmo código de barras das versões usuais, o que dispensa novos cadastramentos, mesmo preço sugerido (R$2,50) e o mesmo tamanho das versões em plástico, garantindo a certeza de uma boa adequação às gôndolas.   O formato quadrado da embalagem em papelão tem ainda a vantagem de facilitar a organização dos PDVs, já que os produtos ficam bem alinhados, diferentemente dos flowpacks, que muitas vezes se movimentam quando enfileirados.

    Para o varejista, o novo formato oferece ainda a possibilidade da utilização de um ponto extra, trazendo maior visibilidade aos produtos.

    O Prudence Vintage pode ser encontrado em farmácias, drogarias e supermercados nas versões Chocolate, Tutti-Frutti, Melancia, Cola, Hortelã, Morango e Uva.


    Prudence: Segurança e Variedade 
    Dona do maior mix de produtos do gênero, a Prudence oferece preservativos que esquentam, esfriam, anatômicos, com diferentes espessuras e texturas, com agentes que retardam a ejaculação, além de ser a única marca no país que oferece um produto com cor, sabor e aroma de verdade: a linha Prudence Cores e Sabores.

    A variedade não é o único diferencial dos produtos da Prudence. Os preservativos da marca são triplamente testados antes de serem comercializados. “Nas linhas de produção, as camisinhas são testadas eletronicamente uma a uma; ainda nas fábricas, localizadas no exterior, os lotes são submetidos e aprovados por uma rigorosa bateria de testes  e, ao chegarem ao Brasil, os produtos são verificados novamente pelo Instituto Falcão Bauer da Qualidade, credenciado pelo Inmetro”, conclui Denise.




    Categoria: NOTÍCIAS
    Escrito por ligeirinho45 às 15h09
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    ELEIÇÕES 2012

    Outros partidos que não merecem seu voto

    Assim como o Partido da RepúblicaPartido ProgressistaDemocratasPartido do Movimento Democrático Brasileiro e o Partido Social Cristão existem outros partidos que não merecem seu voto.

    Partido Social Democrático (PSD)

    O partido é recente e foi criado por ex-membros do DEM, ou seja, boa coisa não é. Já no início de sua vida política o partido associou diversos parlamentares fundamentalistas ao seu quadro, como a já conhecida Myrian Rios.

    O partido possui 48 deputados federais e 2 senadores.

    O relator do dia do orgulho hétero de Carlos Apolinário, o vereador Marco Aurélio Cunha (SP) é do partido. Também dados recentes divulgaram que o principal nome do PSD, o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab não utilizou nem 50% do montante previsto para o combate a homofobia na cidade.

    Partido Republicano Brasileiro (PRB)

    O PRB é pequeno com 09 deputados federais e 1 senador, mas o fato de ter sido fundado pelo bispo, senador e mais recentemente Ministro da Pesca (Oi?) Marcelo Crivella, já é suficiente pra saber que o partido não é uma opção de voto.

    Os poucos representantes do partido votaram: A favor do aumento do próprio salário em 62% em 2010, a favor do dia do orgulho hétero e da lei do vereador Carlos Bolsonaro que proíbe materiais sobre diversidade sexual em escolas públicas do Rio.

    Em uma pesquisa recente do Congresso em foco, o PRB foi o partido mais processado do país. Cinco dos seus 10 parlamentares sofrem processos na justiça.

    O ex-boxeador e agora deputado Popó, também do partido, se destaca como um inimigo do ensino pró-diversidade.

    Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB)

    O minúsculo partido possui 3 deputados federais, alianças com partidos ruins como PR e representante na bancada evangélica.

    Como exemplo, temos o vereador de Osasco (SP) Carlos Gaspar que chamou LGBT de doentes na Câmara Municipal de Osasco.

    Partido Renovador Trabalhista (PRTB)

    Um partido cujo representante maior é o Levi Fidélix não deve ser nem cogitado. Possui 1 deputado federal.

    Partido da Social Democracia Cristã (PSDC)

    Todo o partido que possui cristão no nome é bom ficar longe, pois é certeza de que um dos únicos objetivos deles é perseguir os direitos LGBTs. Minúsculo, o partido não possui muitos dados a respeito a não ser seu vago e perigoso discurso sobre “valores cristãos” e “compromisso com a família”.

    O presidente municipal do PSDC em São Paulo foi preso por racismo.

    Partido Humanista da Solidariedade (PHS)

    Parece bonito, parece fofo, mas não se engane, é mais um partido cristão fundamentalista. Além das péssimas alianças, o único representante do PHS no Congresso votou a favor do aumento do próprio salário e contra a PEC do trabalho escravo.

    Partido Trabalhista Cristão (PTC)

    Mesmo tendo sido o partido de Clodovil, o PTC não é um partido para LGBT. O falecido Clodovil foi um mero puxador de votos no partido que abriga a figura de Jairo Paes de Lira (SP).

    Aliás, LGBT como puxadores de votos tem sido constantes em vários desses partidos. Portanto, olho vivo na hora de votar em alguém destes partidos.

    Orientação de voto:

    Fonte: Gay1




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    Escrito por ligeirinho45 às 18h52
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    ELEIÇÕES 2012

    Um programa dos trabalhadores para combater a Homofobia em Florianópolis!

    A cada 33 horas um homossexual brasileiro foi assassinado em 2011, vítima de violência decorrente de sua orientação sexual[1]. O Brasil lidera as estatísticas de assassinatos contra lésbicas, gays, travestis, transexuais e transgêneros (LGBT), se comparado com outros países. Em 2011 foram 226 casos de assassinatos contra LGBT, significando ampliação de 118% nos últimos seis anos. Quando se trata da classe trabalhadora LGBT, os dados se tornam ainda mais alarmantes[2], pois, geralmente, a população LGBT que sofre agressão tem em comum o fato de serem homens, gays, negros, entre 15 e 29 anos, agredidos em casa por familiares e vizinhos.[3] Florianópolis não fica atrás nesta realidade atual, em que a violência e a ausência de direitos são marcas registradas. As dificuldades começam na ausência de leis municipais que criminalizem a homofobia e de meios para o registro de agressões por aqueles que as sofrem. A inexistência de registro específico nas delegacias, para demarcar as denúncias, dificulta o levantamento de estatísticas e a elaboração de políticas públicas na cidade.Nesta situação em que os crimes contra LGBT são realidade em todo o país e também em Florianópolis, observamos que as políticas em prol desta população, para coibir ou apurar a criminalidade, ainda são mínimas.
    Os candidatos dos ricos em Florianópolis nestas eleições, quando muito, apresentam propostas vazias, que não se transformam em mudanças na realidade de agressões contra os LGBT, ainda mais quando estas pessoas são trabalhadores e trabalhadoras, pobres, negros e mulheres, que continuam vivendo uma situação marcada pela violência e pelo descaso. A gestão de Dário Berger à frente da prefeitura reeditou, em âmbito municipal, a mesma política dos Governos Federais de Lula e Dilma, realizando “Seminários de enfrentamento as violência e agressões contra LGBT” e aprovando leis e propostas[4] que nunca saíram do papel, que viraram “letra morta” – não se materializando para “além da intenção”, como foi caso o projeto “Brasil sem homofobia” do Governo Lula em âmbito nacional.
    São necessárias ações enérgicas pra mudar o quadro atual tais como: a implantação de ações educativas junto à população; que exista uma eficaz repressão de ataques e agressões, com a aprovação de leis municipais que efetivamente criminalizem as agressões homofóbicas; que se garanta também a destinação de cotas de orçamento público para o cumprimento das leis já aprovadas no município. Porém, um programa radical para o combate a violência contra os LGBT não se resolve com aumento da repressão policial, mas com o combate radical contra as causas da violência.

    fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1124261-vitima-conhece-seu-agressor-na-maioria-dos-casos-de-homofobia.shtml (25/07/2012).

    É preciso um programa que se inicie com outra política econômica que atenda aos interesses dos trabalhadores da cidade e contribua no combate à homofobia e não uma política econômica municipal que esteja afinada com os interesses dos ricos de Florianópolis e aos seus negócios turísticos e comerciais, sintetizados em “Paradas da Diversidade” que se tornam somente carnavais fora de época para ganhar mais dinheiro fora da “temporada de verão” à custa dos LGBT. É necessário um programa que garanta salário digno, moradia decente e acesso à saúde e educação públicas de qualidade para a população LGBT trabalhadora. Por isso, nossas candidaturas à Prefeitura de Florianópolis e à Câmara deVereadores Municipal defendem como política os seguintes pontos: 

    · Implantação de políticas públicas municipais transversais, elaboradas em conjunto com a classe trabalhadora LGBT: o combate à homofobia requer ações integradas entre as áreas de segurança, educação, assistência social e saúde, dentre outras.

    · Aprovação de leis municipais que efetivamente criminalizem as agressões homofóbicas e não somente de lei contra a “descriminação sexual” em locais públicos;

    · Criação de campanhas educativas junto aos trabalhadores sobre os direitos LGBT. Prevenir a violência por meio de campanhas informativas anuais contra a homofobia, com ênfase nos direitos da população LGBT entre a população em geral;

    · Combate à violência doméstica e familiar contra lésbicas, gays, mulheres bissexuais, travestis e transexuais e transgêneros. Combate à homofobia nos locais de trabalhos, escolas e universidades;

    · Direito ao nome social das pessoas Trans (travestis, transexuais e transgêneros) em todas as instituições públicas, com tratamento digno e sem agressões ou impedimentos de acesso;

    · Atenção especial à saúde da mulher lésbica/bissexual e das pessoas Trans (travestis, transexuais e transgêneros) como cuidados e procedimentos específicos e uma política de redução de danos;

    · Criação de instrumentos de denúncia e incentivo ao registro de Boletins de Ocorrência de toda e qualquer atitude de violência e discriminação à população LGBT;

    · Garantir que os órgãos policiais e de justiça municipais que investiguem e punam os casos de agressão homofóbica. Curso e preparação da Guarda Municipal e das Polícias para a defesa de pessoas LGBT. E punição para aqueles que no exercício da função manifestem homofobia;

    · Garantia orçamentária aos projetos de lei e programas sociais de combate à Homofobia;

    · Cumprimento das propostas já aprovadas nas conferencias e seminários municipais em relação ao combate as violência e discriminação à população LGBT;

    · Incorporar a comunidade LGBT trabalhadora de Florianópolis no combate à violência através de sua mobilização e conscientização sobre seus direitos.

    Fontes:
     [1] Dados obtidos através do relatório anual (2011) sobre violências homofóbicas, realizado todos os anos pelo Grupo Gay da Bahia. Pode ser acessado em: http://adss.com.br/client/ggb/noticia.asp?id=3 (25/07/2012).
    [2] Conferir gráfico na matéria jornalística da Folha de São Paulo – “Vítima conhece agressor na maioria dos casos de homofobia”, disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1124261-vitima-conhece-seu-agressor-na-maioria-dos-casos-de-homofobia.shtml (25/07/2012).
    [3] Este é o perfil da maioria das vítimas de homofobia no país, segundo dados do “Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil: o ano de 2011”, elaborado pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Pode ser acessado em:http://www.sedh.gov.br/clientes/sedh/sedh/brasilsem/relatorio-sobre-violencia-homofobica-no-brasil-o-ano-de-2011(25/07/2012). Neste relatório constam diversos gráficos sobre o perfil das vítimas cruzando indicadores que relacionam orientação sexual, sexo biológico, pertencimento racial/étnico, identidade de gênero, faixa etária, escolaridade, estado civil, deficiência, situação de rua, entre outros dados.
    [4] Apesar da aprovação de leis municipais contra discriminação sexual (A lei municipal 13.628/2009 pode ser acessada através do informe do número da lei (13628) e do ano (2009), exigidos em formulário digital neste site:http://www.cmf.sc.gov.br/pesquisa-lei ), da aprovação do Dia Estadual de Combate à Homofobia, Lesbofobia e Transfobia em 17 de maio (A lei n° 15.081 de 2012 pode ser acessada em:http://www.abglt.org.br/docs/lei%2015081%202010%20santa%20catarina.pdf ), e da aprovação do “Plano Municipal de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT)” em 2012 (Decreto municipal Nº 9998/2012 pode ser acessado em:http://www.leismunicipais.com.br/twitter/709/legislacao/-9998-2012-florianopolis-sc.html ) nenhuma destas políticas e leis foram ainda colocadas em prática ou tiveram dotação orçamentária adequada seja no município ou no estado. Links acessados em 25/07/2012.

    Fonte: PSTUeleições



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    Escrito por ligeirinho45 às 18h44
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    Pupilas dizem se homem é gay ou hétero, mostra estudo

     

    Pupilas dizem se homem é gay ou hétero, mostra estudo
    Está nos olhos um importante e preciso indicativo se o homem é gay ou heterossexual. Quem garante é uma equipe de pesquisadores da Cornell University (EUA).

    Segundo os cientistas as pupilas dilatam sempre que a pessoa fica excitada. Assim...

    "Então se um homem diz que é hétero, suas pupilas dilatam diante de situação de estímulo visual com mulheres. O oposto acontece com gays, as pupilas dilatam com homens", disse Ritch Savin-Williams líder do estudo, de acordo com a revista "Science".

    Tradicionalmente, os cientistas estudavam desejo e orientação sexual pedindo que os voluntários assistissem a vídeos eróticos enquanto o fluxo sanguíneo à genitália era monitorado.

    O estudo de Cornell teve a participação de 165 homens e 160 mulheres - incluindo heterossexuais, gay, lésbicas e bissexuais. A eles foram exibidos vídeos com homens e mulheres se masturbando.

    Com voluntários do sexo masculino, os resultados foram claros: gays e héteros facilmente identificados.

    Mas, com as voluntárias, o estudo foi mais complexo: as mulheres heterossexuais tiveram as pupilas dilatadas tanto para imagens mostrando homens quanto para imagens exibindo mulheres.

    Savin-Williams ressaltou que isso não significa que todas as mulheres com esse perfil são bissexuais. Mas eles ainda não têm a explicação para a situação.
    Fonte: Gay1



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    Escrito por ligeirinho45 às 14h47
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    Estudo analisou quase sete mil denúncias de violência física e psicológica. Os casos foram registrados principalmente pelo Disque 100, um serviço de denúncias contra violações dos direitos humanos.

    Principais agressores de homossexuais são da própria família

    Uma pesquisa sobre homofobia no Brasil revela: os principais agressores dos homossexuais são da própria família. O Fantástico abriu uma linha especial pra ouvir essas histórias. 

    “Violência física, discriminação, humilhação e ameaça. tudo isso eu já passei e passo na minha casa. O tempo todo ele ficava falando que eu tinha que sair de casa, que ia me dar um sumiço. Meus dois irmãos também não aceitam, não falam comigo. Eles falam que eu tenho uma doença”. 

    O relato é de um jovem, que tem medo e prefere não mostrar o rosto. Ele descreve o tipo mais comum de agressões a homossexuais no Brasil. Segundo um relatório pioneiro da Secretaria Nacional dos Direitos Humanos, os principais agressores são da própria família. 

    “É como se eu morasse em casa, mas fosse um estranho. Eu me sinto um estranho hoje. Eu não me sinto um membro da família”, diz. 

    A amostra é grande: o estudo analisou quase sete mil denúncias de violência física e psicológica. Os casos foram registrados principalmente pelo Disque 100, um serviço de denúncias contra violações dos direitos humanos. 

    “Justamente para que no momento em que a pessoa faz a denúncia, ela seja recebida com todo o respeito e exista uma investigação. Nós identificamos também que as circunstâncias de impunidade também no caso dos crimes de caráter homofóbico contribuem para a continuidade dessa violência”, diz a ministra da Secretaria de Direitos Humanos Maria do Rosário. 

    A maior parte das agressões aconteceu dentro de casa. E mais: são as mães quem mais agridem os filhos por serem gays. Uma professora universitária sabe há 20 anos que seu caçula é homossexual. E há 15 comanda uma instituição para reaproximar pais e mães de seus filhos gays. 

    “Para uma mãe é muito difícil. Falou homossexual hoje em dia a maioria das pessoas já aceita, como filho do vizinho. Mas filho da própria pessoa ainda é difícil”, diz Edith Modesto, presidente do Grupo de Pais de Homossexuais. 

    Ela diz que muitos filhos têm medo de como os pais vão reagir. 

    “Uma vez, um deles me falou e eu nunca mais me esqueci. Ele falou ‘Edith, para o meu maior amigo eu já contei, porque se eu perder o meu amigo, eu posso arrumar outro. Mas se a mãe não me quiser mais, como eu vou fazer?’”, conta Edith. 

    Para Felipe, que trabalha no grupo como voluntário, o mais difícil foi contar para a mãe. 

    “Eu tinha medo de falar, mas ‘eu acho que ela vai agir diferente, acho que não vai ser assim’”, conta o estudante Felipe Santos Mário. 

    Mas foi. 

    “Tivemos um desentendimento, ela me bateu e aí dois dias ou um dia depois eu saí de casa. Ela falou ‘olha, eu não quero mais você aqui porque não dá, você não muda e eu não aceito. Meu filho pra mim morreu quando você falou que era homossexual’", lembra Felipe. 

    O Fantástico abriu um canal exclusivo para ouvir histórias de homofobia. Foram 50 relatos em apenas 24 horas. São casos de humilhações, ameaças e agressões contra filhos, netos e irmãos. 

    “Durante três ou quatro anos foram violências constantes. Surras, meu pai me jogava no chão e batia com os dois pés em cima de mim. Meu pai falava que ia orar para Deus para Deus me matar, para Deus me levar porque ele não queria ter filho homossexual”, relata um homossexual. 

    “Ele chegou em casa e começou a me agredir. Disse que eu pagarei tudo que eu faço, ele me ameaçou, ele disse que eu morrerei de câncer pelas coisas que faço”, diz outro. 

    A violência não é sempre física. Mas o sofrimento é indisfarçável. 

    “Eu vejo meus primos crescendo, meus primos levando as suas respectivas namoradas pra um encontro de família e eu não poder levar a minha. Isso é muito triste pra mim porque é uma discriminação na minha família”, reclama mais um. 

    A jovem que gravou esse depoimento também não quis mostrar o rosto. 

    “Eu queria ter amigos na minha casa, é uma coisa que eu não tenho. Eu convivo com os meus avós desde que eu nasci e hoje, depois que eles descobriram que eu sou homossexual, não existe mais paz na minha casa, não existe mais diálogo. Eu vivo com dois estranhos. Eu não escolhi ser assim, eu simplesmente sou assim. A única coisa que eu queria pedir para eles é que eles me respeitassem”.

    Assista em http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1681504-15605,00-PRINCIPAIS+AGRESSORES+DE+HOMOSSEXUAIS+SAO+DA+PROPRIA+FAMILIA.html

    Fonte: Globo.com



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    Escrito por ligeirinho45 às 14h00
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    A HISTÓRIA DE UM HOMEM PRESO POR CAUSA DO HIV

    O pesadelo que Nick Rhoades (fototem vivido nos últimos quatro anos começou três meses após um encontro sexual com outro homem em